Arquivo de Janeiro de 2021

Uma boa notícia

29 de Janeiro de 2021

A Assembleia da República aprovou esta sexta-feira, em votação final global, a despenalização da morte medicamente assistida, depois de uma tentativa de adiamento à última hora, e sem sucesso, feita pelo PSD. A lei vai agora seguir para o Presidente da República, que poderá promulgá-la, vetá-la ou enviá-la para o Tribunal Constitucional.
A lei foi aprovada com o voto de grande parte da bancada do PS, Bloco de Esquerda, Verdes, Iniciativa Liberal e alguns deputados do PSD. Parte da bancada do PSD, o CDS, o Chega e, à esquerda, os deputados do PCP, votaram contra. PSD e PS deram liberdade de voto, pelo que houve diferentes posicionamentos dentro das bancadas daqueles dois partidos. No final, feitas as contas, a lei foi aprovada com 136 votos a favor, 78 contra e 4 abstenções.

A lei prevê, nomeadamente, que só podem pedir a morte medicamente assistida, através de um médico, pessoas maiores de 18 anos, sem problemas ou doenças mentais, em situação de sofrimento e com doença incurável.

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Sejam objectivos, porra!

29 de Janeiro de 2021

Alunos vão ter aulas nos três dias do Carnaval, em dois da Páscoa e uma semana no final do ano letivo

Calendário escolar tem de ser adaptado para compensar as duas semanas de interrupção letiva decretadas pelo Governo entre 22 de janeiro e 5 de fevereiro. Ensino à distância arranca a 8 de fevereiro e de 15 em 15 dias se verá se é possível a todos os alunos, ou pelo menos aos mais novos, regressar às escolas

A partir de 8 de fevereiro e terminados os 15 dias da interrupção letiva em vigor, os alunos do ensino básico e secundário regressam às aulas à distância. Mas para compensar esta pausa forçada, o que deviam ser as pausas letivas tradicionais vão passar a ser dias de aulas, online ou presenciais, consoante a evolução da situação epidemiológica no país nessas alturas.

Parece-me que andamos num barco à deriva…

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Presidenciais e o Alentejo

28 de Janeiro de 2021

Os analistas políticos, os de bancada e os outros, estão a tentar descobrir as razões que levaram o partido do André Ventura a ter uma votação tão elevada no Alentejo, antiga terra vermelha, entretanto transformada em paraíso cor-de-rosa.
Fica aqui uma pequena provocação:
Na Alemanha existe o AfD, partido irmão do Chega.
Sabem em que territórios da RFA é que esse partido teve maior percentagem de votos nas últimas eleições para o Bundestag?
Exacto!
Foi onde antes da queda do Muro de Berlim imperava um estado socialista dos trabalhadores e camponeses. A antiga RDA.
Façam uma pequena reflexão e desabafem.

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Manutenção

28 de Janeiro de 2021

O blog tem estado em manutenção. Julgo que já esteja em ordem.

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Holocausto

27 de Janeiro de 2021


foto: joão espinho

27 de Janeiro – Dia Internacional em memória das vítimas o do Holocausto

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Oh Alberto, então?

27 de Janeiro de 2021


Alberto Matos desafia militantes do Chega a apanhar azeitona

Apetece-me perguntar ao Alberto se ele convidaria os indefectíveis dos “paraísos” comunistas, que ele tanto idolatra, a vir apanhar azeitona no Alentejo? Há momentos em que se deveria evitar a linguagem populista, mesmo quando ela parte de um dirigente do Bloco. Depois não se admirem com o crescimento do Chega.
(notícia na Radio Pax)

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A estirpe do socialismo alentejano

27 de Janeiro de 2021

    Câmara socialista de Castro Verde anuncia “rigoroso confinamento de comunidade” cigana.

A autarquia alentejana publicou um post no Facebook, entretanto apagado, a publicitar o confinamento da comunidade cigana no bairro onde reside depois de as autoridades de saúde terem identificado 17 casos de infetados com covid-19. O confinamento da comunidade cigana já tinha sido alvo de grande polémica depois de André Ventura, líder do Chega, o ter defendido. Promotores da página de Facebook Iniciativa Cigana dizem ter apresentado queixa contra a câmara.

A Câmara Municipal de Castro Verde, liderada pelo socialista António José de Brito, decidiu o “rigoroso confinamento da comunidade” cigana, que vive no bairro Rossio do Santo e publicitou essa informação através da rede social Facebook, num post entretanto apagado. Questionado pelo Expresso sobre se essa decisão seria discriminatória da comunidade, o autarca negou essa intenção: “Rejeito completamente essa ideia, porque é que é discriminação?“. (in Expresso)

Afinal…

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Correio Alentejo

25 de Janeiro de 2021

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Presidenciais no distrito de Beja

25 de Janeiro de 2021

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Esperteza saloia

24 de Janeiro de 2021

Já aqui o referi diversas vezes, mas não me vou cansar de o repetir. Paulo Arsénio, o cidadão presidente, utiliza a sua conta pessoal no Facebook como megafone das diversas iniciativas e actividades camarárias, pois é ali que a corte arsenete o vai aplaudir, em verdadeiros orgasmos públicos de rejúbilo. Encarcerado naquela bolha de felicidade, Paulo Arsénio publicita o arranjo de uma latrina pública, a ajuda a um vizinho com unha encravada ou a colocação de um azulejo que o anterior executivo comunista não havia cuidado de reparar.
Em exaustos parágrafos de propaganda, Arsénio sente-se imensamente feliz por anunciar “obra”, independentemente de a mesma ser de gestão diária ou de se tratar de uma ideia antiga e agora recuperada e posta a andar (devagar).
Veja-se este “post” sobre a queda de um pinheiro:

De uma importância vital para o concelho, a “notícia” serviu para desviar olhares e atenções de uma outra que ele não teve a coragem de anunciar, por saber que a mesma revelava uma insensibilidade social por parte da Câmara a que preside. Numa atitude populista e de alcance duvidoso, e porque a COvid-19 serve de desculpa para tudo, mandou cortar o acesso público ao Wi-fi gratuito disponibilizado pela autarquia, sabendo que essa ordem iria atingir maioritariamente aqueles que têm no wi-fi gratuito a única ferramenta para contactar os familiares que vivem longe: os imigrantes.
De facto, há relatos de ajuntamentos de imigrantes nos pontos onde havia wi-fi gratuito. Mas, porra, não haveria outras soluções menos penalizadoras?

Evidenciando uma esperteza saloia, mandou publicitar a medida no feed da CMB, refugiando-se de eventuais arremessos de pedras ou garrafas de plástico e da justa condenação e indignação de quem, mesmo em tempos de pandemia, não perdeu a sensibilidade social e para quem a palavra solidariedade não é um jargão eleitoral.
Há erros que podem ser revertidos e, neste caso, ainda tenho a ténue esperança de que Paulo Arsénio anule a medida. Tem, na sua equipa, quem lhe sugira uma medida alternativa e sensata?
Ficamos a aguardar.

Nota: Paulo Arsénio esqueceu-se de que também ele já foi um emigrante?

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Campeões

24 de Janeiro de 2021

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Importa-se de repetir?

21 de Janeiro de 2021

Ferro Rodrigues afirma que voto no domingo é um ato de resistência contra o vírus.
Pergunto eu: e manter as escolas abertas é o quê? ¿Por qué no te callas?

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