Jan 03 2013
Esta notícia
Não é uma notícia. Mas enquadra-se perfeitemente no lema “A luta continua, Pulido para a rua!” Os tipos que perderam as eleições em 2009 ainda não tiveram tempo para aprender a lição?
Jan 03 2013
Não é uma notícia. Mas enquadra-se perfeitemente no lema “A luta continua, Pulido para a rua!” Os tipos que perderam as eleições em 2009 ainda não tiveram tempo para aprender a lição?
3 de Janeiro de 2013 às 12:59:46
Não deves pagar fatura de água, se não já tinhas reparado que estás a ser roubado.
3 de Janeiro de 2013 às 13:11:58
@bejense – há alguma forma de a malta não pagar a factura da água?
3 de Janeiro de 2013 às 15:04:13
Parece-me bem, pagar a factura da água. Já não me parece assim tão bem que, face a um consumo (regular) de um metro cúbico de água, deva pagar trinta e poucos cêntimos (e mais o valor da rejeição, obviamente associado ao primeiro). Se consumir dois metros cúbicos de água (dois mil litros) pago o valor de uma “bica” (uma garrafa de água consumida numa discoteca da moda dá quase para encher uma piscina). É pouco! Manifestamente pouco!
Mas já não me parece assim tão bem que face ao consumo referido, a factura importe no valor de oito euros (e tal)! O “fosso brutal” (fosso e brutal são termos que estão na moda) deve-se a (brutais) “taxas fixas”. São brutais se considerarmos o valor devido por consumos desta ordem de grandeza (abaixo dos cinco metros cúbicos) em relação aos valores das referidas “taxas fixas”.
Como é que a empresa não há-de atravessar, “robusta”, uma conjuntura pan-profundamente desfavorável? Mesmo que não vendesse um litro de água (e consequentemente não tivesse que tratar um litro de efluente) continuava a ser robusta, brutalmente robusta, porque aos valores das “taxas fixas”, ninguém pode escapar, goste ou não goste, gaste ou não gaste!
Solução? Aumente-se o valor do metro cúbico. Com critério(s)! Se precisarem de ajuda – que não precisam – para definir critérios também “podemos” colaborar. Repense-se o valor das taxas fixas (obviamente diminuindo-as até porque a empresa presta um serviço público, sem concorrência e até goza de boa saúde técnica e financeira, ao que parece).
Nota: Calculo que o produto das taxas fixas se destine a assegurar as operações de gestão das redes (abastecimento e rejeição) e etc.. Mas não tiro um vírgula ao que escrevi antes (a não ser que me convençam que estou errado e, admito, até nem sou difícil de convencer… a bem).
3 de Janeiro de 2013 às 15:08:52
Não deve haver forma de não pagar, mas forma de pagar menos há. É só escolher morar em qualquer outro concelho do distrito. Beja é o que tem a fatura mais pesada, por isso a noticia tem razão e faz todo o sentido.
3 de Janeiro de 2013 às 16:32:55
@bejense – compare o título da notícia com o seu desenvolvimento. Ora, descontentes com o aumento da taxa de tratamento de resíduos sólidos andamos todos nós. O que não faz sentido é dar destaque ao ” silêncio demonstrativo de quem não quer dialogar” quando, afinal, toda a gente está disposta a dialogar. Mas eu percebo e isto faz sentido, na óptica que referi no que escrevi. Avante!
3 de Janeiro de 2013 às 16:33:34
@rato – e que tal uma comissão de serviço na EMAS? 🙂
3 de Janeiro de 2013 às 17:32:02
Não sabia que o meu amigo estava a distribuir! De qualquer das formas, agradeço mas devo declinar. Por vários motivos. Primeiro porque (sem ironia), quer parecer-me que o EMAS está já bem servido de profissionais que zelam por um serviço que tenderá para registos de qualidade crescentes. Segundo, porque as minhas “competências” profissionais desenvolveram-se no sentido de dar resposta a outras matérias e a solicitações de natureza diferente. Finalmente, em terceiro, porque iria ficar muito aborrecido sempre que tivesse que telefonar a mim próprio a relatar a detecção de uma ruptura na rede.
Nota: O primeiro e o segundo motivos apresentados não me impedem de identificar meia dúzia de lacunas no funcionamento da empresa (que conflituam com os tais registos de qualidade crescentes), tal como também não me impedem de continuar a considerar oportuna a questão que suscitei no comentário anterior.
3 de Janeiro de 2013 às 17:48:43
@rato – eu não distribuo nada.
Relativamente ao comentário, espera-se que alguém na EMAS o saiba ler.
3 de Janeiro de 2013 às 21:42:59
Seria conveniente ouvir ou ler texto de alguém com responsabilidade do EMAS para poder opinar com mais propriedade nestas matérias técnicas ou financeiras da elaboração da factura emitida da chamada água ou residos sólidos, e da sua análise mais detalhada, para um melhor esclarecimento público e não para uma maior intoxicação de um serviço indespensável para a vida de todos nós.
A necessidade de esclarecer as despesas da várias valências dos consumidores nos concelhos do distrito de Beja e o seu porquê ?
3 de Janeiro de 2013 às 22:47:28
O que eu mais gosto na “não noticia” é que a mesma parece só existir para ser suporte de um comentário submetido pelos Vereadores da Oposição…
Acabo por não perceber porque é que a bendita rádio voz da resistência não dispensou um espaço próprio, de destaque (como é habitual) para os ditos Vereadores “aflitos” da Oposição.