Mai 27 2017

Do mosto à palavra

Publicado por João Espinho

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Mai 26 2017

Beja – Semana Lusófona 2017

Publicado por João Espinho

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Mai 26 2017

Beja e a CP

Publicado por João Espinho

Leia aqui o artigo do Diário do Alentejo (pdf)

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Mai 26 2017

Correio Alentejo

Publicado por João Espinho

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Mai 26 2017

Com amigos destes, precisamos de inimigos?

Publicado por João Espinho


Escreve um leitor:

“AS ESTRANHAS RELAÇÕES ENTRE UM FESTIVAL DE BOMBOS, O AEROPORTO DE BEJA, NEY MATOGROSSO, SEU JORGE E EMIR KUSTURICA.
Poderíamos pensar que o aeroporto de Beja estivesse neste momento a “bombar” trazendo e levando visitantes a este Alentejo esquecido, funcionando como um catalizador para o desenvolvimento da região, ou no mínimo que este festival de bombos decorresse no aeroporto abrilhantado pelo Ney, Jorge e Kusturica and The Non Smoking Orchestra, mas tal não acontece e não é pelo facto de a orquestra não ser fumadora, facto que garante a segurança do aeroporto, ou melhor dizendo deste protoaeroporto.
Estas relações são muito mais subtis, senão vejamos foi realizado em Ponte de Sôr o Portugal Air Summit, promovido pela autarquia e que reuniu a “fina flor” da aeronáutica nacional e dos satélites económicos que a orbitam.
Bom, neste ramalhete faltaram algumas “flores” e acreditando na lista e no artigo de opinião do Luís Palminha faltaram os autarcas do Baixo Alentejo nomeadamente Beja e também a presença de representantes do Instituto Politécnico de Beja e do próprio aeroporto de Beja (ver aqui) com certeza tiveram outros afazeres mais importantes e não puderam estar presentes para defender a região e o seu aeroporto.
Muito provavelmente da parte da câmara de Beja o seu presidente omnipotente, omnisciente e omnipresente, atarefadíssimo com o programa de Beja na Rua e com o orçamento de tal iniciativa tão sustentável e duradoura, parece que só para o Ney a verba ronda os 90.000 euros, fora o resto dos convidados.
Mas a cereja no topo do bolo destas relações deixo para o final e é o Festival de Bombos, iniciativa promovida por uma jovem Associação Rufar & Bombar que procura promover o gosto pela música a jovens e crianças através da percussão.

Ora aqui entra a opinião do Engº Vitor Silva que odeia tudo o que seja tambores, bombos caixas e tarolas, recomendando mesmo que os habitantes de Beja devem utilizar qualquer meio de locomoção para saírem da cidade, correndo o risco de um grave atentado à saúde pública em termos auditivos. (ler aqui)

Nada tenho contra os gostos musicais ou quaisquer outros do Engº Vitor Silva, são dele e apenas dele, mas o sr. Engº é também presidente da Agência de Promoção Turística do Alentejo e fica-lhe muito mal tecer este género de opiniões em público ainda mais quando envolve miúdos que gostam de música.
Com amigos destes, pergunto eu se precisamos de inimigos”

Foto: daqui

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Mai 26 2017

Bom fim de semana

Publicado por João Espinho


foto: jens stremann

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Mai 26 2017

Beja parou

Publicado por João Espinho


foto: joão espinho

Diz aqui um leitor:

“O mais triste de tudo isto é que Beja teve o embrião que infelizmente e em como outras coisas, não soube fazer crescer. Nos meus tempos de estudante no Liceu de Évora, 1957/1963, lembro-me de vários colegas virem a Beja tirar o “brevet”, porque Beja tinha uma Escola de Pilotagem. Nós ficávamo-nos a “roer” Beja tinha e Évora não. O que deixo é um exemplo, neste caso coincidente com o tema do “post”, outros existem do conhecimento de todos. O que importa aqui frisar é que BEJA PAROU. Não sei se por inépcia, negligência ou incompetência de quem a tem dirigido nestes tempos mais modernos, o facto é que parou. Acho que há em Beja muito comodismo dos seus responsáveis, esperando que lhes caia no colo aquilo que lhes interessa e não procuram. Comparando Beja com qualquer das Vilas, algumas Cidades, do seu Distrito (não me atrevo a compará-la com outras Cidades sede de Distrito) Beja, nestes últimos 40 anos, é quem menos se diferencia. Esta constatação entristece-me e, mais ainda, quando vejo que homens que fizeram, ou contribuíram notoriamente, para a diferenciação nessas terras, chegaram a Beja e “morreram”.
Nós, munícipes eleitores, acreditámos, demos a oportunidade e apanhámos a desilusão. Tristemente, na nossa realidade, continuamos a olhar e… nada vemos…

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Mai 26 2017

Diário do Alentejo

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Mai 26 2017

Beja – capital da Banda Desenhada

Publicado por João Espinho

Veja aqui o programa.

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Mai 25 2017

Beja – Festival de Bombos

Publicado por João Espinho

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Mai 25 2017

Beja e o Baixo Alentejo não merecem o Aeroporto que lhes foi oferecido!

Publicado por João Espinho

aeroporto de beja

Escreve Luís Palminha:

“Sabem? Beja e o Baixo Alentejo não merecem o Aeroporto que lhes foi oferecido!
Esta é a verdade que custa a digerir.
Andamos a fazer o papel de “coitadinhos”, que ninguém liga ao nosso Aeroporto, que o mal está no Governo, que o Governo ignora o Alentejo e tudo mais… mas, a verdade? A verdade é que o Sr. Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, fez estas declarações no Palco do Portugal Air Summit em Ponte de Sor.
Sim, PONTE DE SOR!
Um Concelho com apenas 16 mil pessoas que por estes dias acolhe “O MAIOR EVENTO AERONÁUTICO DE SEMPRE REALIZADO EM PORTUGAL”.
Não, este Município NÃO POSSUI UM AEROPORTO. Conta apenas um AERÓDROMO, mas faz mais por esta singela infraestrutura do que todos os municípios do Baixo Alentejo juntos pelo famigerado Aeroporto do Beja!
Ponte de Sor luta incansavelmente por afirmar o seu pequeno Aeródromo no plano Nacional e por dinamizar o seu Cluster Aeronáutico. Um trabalho meritório de toda a atenção!
Mas sendo o Portugal Air Summit “o maior evento aeronáutico de sempre realizado em Portugal”, perguntam vocês – e Beja? Pois, exactamente. Beja não se fez representar neste certame. Beja considerou que não tinha qualquer interesse em estar presente ou divulgar e afirmar o Aeroporto. Nem Beja, nem qualquer outro município do Baixo Alentejo. (Sei através de fonte segura que o Sr. Presidente J. Rocha foi contactado e não mostrou qualquer interesse. Para além do Sr. Presidente da Câmara de Beja, um outro Presidente de uma Autarquia do nosso Baixo Alentejo, que tantas vezes se afirmou como defensor de várias causas, incluíndo o Aeroporto, também recusou participar neste evento, afirmando que não tinha interesse.)
Para Beja, a narrativa é simples. Para Beja importa afirmar a dita “alma criativa” com eventos efémeros inflacionados pelo carácter especial em ano de eleições, onde se irá gastar mais do que a totalidade do valor que a Câmara de Ponte de Sor pagou para que o Portugal Air Summit se realizasse no seu Concelho.
Ponte de Sor conta com várias empresas do ramo aeronáutico instaladas no seu Aeródromo e a julgar pela contínua aposta, mais se seguirão, certamente.
Gosto de acreditar que Beja merecerá mais, mas a mudança deve começar no âmago do poder municipal.
Se tal não acontecer, seremos apenas grupos isolados de cidadãos a tentar “ajudar”, enquanto os verdadeiros responsáveis políticos com responsabilidades directas no nosso amanhã, apontam para outro género de prioridades. Prioridades que não passam de objectivos efémeros e que não contribuem em nada para o desenvolvimento local ou regional.
Uma coisa é certa. Como “coitadinhos”, não iremos longe.

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Mai 25 2017

fotografia

Publicado por João Espinho


foto: joão espinho

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