Jul 20 2018

Diário do Alentejo

Publicado por João Espinho

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Jul 20 2018

Bom fim de semana

Publicado por João Espinho


foto: CONSTANTIN SKOMOROKH

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Jul 18 2018

Deixar de ler

Publicado por João Espinho

Tive uma relação de ódio/amor com “Os Maias”. De ódio, pois era uma obrigação chata, aborrecida, mas essencial para poder completar o antigo 7º ano. As páginas do livro sucediam-se, entediantes, obrigando-me a voltar para trás, continuava mas não progredia, aquilo não era um livro, era um sacrifício.
Não era pelo tamanho – parecia um livro grande – mas pela história que considerava desinteressante. Estava habituado a ler, já tinha lido livros grandes (ex. Guerra e Paz, Armagedão, etc.) mas “Os Maias” estavam a tornar-se um pesadelo.
Valeu-me, na altura, o Prof. Armando Madeira, que me ensinou a ler e a interpretar a obra. Preparou-me para o exame de 7º ano e, depois de umas férias agarrado ao livro, lá fui para o dito exame. Saí de lá com a nota de 16 valores. Fui aconselhado a pedir revisão de prova , para subir a nota, mas não o fiz. Queria encerrar o capítulo do 7º ano e não via vantagens em subir (no máximo) 1 ponto na nota. Realço que o exame de português foi sobre “Os Maias”.
Fiquei a gostar do livro, mas nunca mais pensei nele.
Anos mais tarde, já em meados da década de 1990, e quando estava na Alemanha, regressei a Eça de Queirós. Reli “Os Maias”, obviamente que com outros olhos, e o livro ficou-me marcado como sendo uma obra essencial da literatura portuguesa.
Mais recentemente, e para desenjoar de AAL (que andava a ler sofregamente), voltei a ler “Os Maias”. Tenho-o, contrariamente aos entendidos, como um grande livro.

Hoje, nas notícias, leio que “Os Maias deixam de ser de leitura obrigatória no secundário”.
Não sei qual é a racional, mas julgo que o objectivo seja que os nossos jovens deixem, simplesmente, de ler. Sim, um povo culto e letrado, é um povo perigoso. Para quê, então, obrigar os jovens a ler?.

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Jul 18 2018

The Musical Box na Aula Magna

Publicado por João Espinho

Partindo da perspectiva de ser a única banda autorizada e apoiada pelos próprios Genesis e por Peter Gabriel, The Musical Box entregam-se pela primeira vez nos seus 25 anos de existência, a uma excitante e profunda viagem, em 3 actos pelos primeiros anos dos GENESIS, em que tocarão as músicas dos álbuns Trespass, Nursery Cryme, Foxtrot, Selling England by the Pound, The Lamb Lies Down On Broadway, A Trick of the Tail e Wind & Wuthering.

Act 1 – The Wind’s Tail – músicas de A TRICK OF THE TAIL e WIND & WUTHERING

Act 2 – Broadway Melodies – músicas de THE LAMB LIES DOWN ON BROADWAY – Apresentando slides originais e exclusivos

Act 3 – Before the Ordeal – músicas de TRESPASS, NURSERY CRYME, FOXTROT e Selling England by the Pound
E outras surpresas…

Aula Magna de Lisboa, nos dias 19 e 20 de Outubro de 2018

(bilhetes aqui)

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Jul 17 2018

Meia geringonça inaugura troço da A26

Publicado por João Espinho


foto: daqui

Espero que não seja uma “fake news” (com a RVP devemos ter cuidados redobrados), mas ficámos a saber que o PCP (partido que suporta e apoia o governo) inaugurou simbolicamente o final do troço da A26/IP8.
A fotografia não mostra nenhum militante do PS nem qualquer representante do governo, pelo que se pode dizer que este PCP umas vezes está na geringonça,outras nem por isso.
Ficam-lhe bem estes arrufos de menino rebelde, mas desconfio que estas acções são só para eleitor ver.
Não fosse o PCP o partido da luta final.

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Jul 16 2018

O assassinato dos Romanov – 100 anos depois

Publicado por João Espinho

Na madrugada de 17 de julho, um grupo de homens escolhidos a dedo matou Nicolau II e a família real russa. Cem anos depois, a sombra do crime violento, aprovado por Lenine, ainda paira sobre a Rússia

(…)

Por volta das três da manhã, todos os ocupantes da Casa Ipatiev estavam mortos. Nicolau, ex-czar de toda a Rússia, a mulher, os cinco filhos e os empregados que tinham percorrido com eles metade do país, foram brutalmente assassinados na adega da moradia de dois andares que, antes de o Exército Vermelho tomar conta de Ecaterimburgo, tinha pertencido a um engenheiro de minas abastado. Depois de assassinados, os cadáveres dos Romanov foram transportados dentro da carrinha Fiat até a um bosque, desfigurados com ácido sulfúrico e enterrados em duas valas com poucos centímetros de profundidade, abertas no meio de uma estrada. Depois de aplanada a terra, com a ajuda do camião, Yurovski e os seus homens fizeram um voto de silêncio: a noite de 16 para 17 de julho de 1918 nunca tinha acontecido. (…)

Continue a ler aqui.

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Jul 16 2018

Beja – Homenagem à música portuguesa

Publicado por João Espinho

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Jul 15 2018

Diário do Alentejo

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Jul 13 2018

Bom fim de semana

Publicado por João Espinho

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Jul 13 2018

Correio Alentejo

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Jul 13 2018

Um sistema ferroviário em colapso

Publicado por João Espinho


foto: joão espinho

Dez das 18 capitais de distrito não contam com um serviço ferroviário capaz de atingir pelo menos uma velocidade média de 90 km/h. Para três delas, aliás, não há sequer serviço. O último plano de desenvolvimento da rede data de 1974, literalmente no tempo da outra senhora. Se, no longo prazo, as perspectivas são inexistentes porque os governos não assumem objectivos estratégicos, na actualidade o dia-a-dia faz-se de supressões de serviços por falta de comboios, hoje mais massivas do que em qualquer outro período da história, incluindo as faltas de carvão de 1944-45 ou quando no final dos anos 80 se cozinhava já o fecho de muitos ramais.
(…)
É hoje habitual Beja passar alguns dias sem ter sequer uma automotora à disposição ou chegar a Braga não a bordo do Pendular, mas de um comboio regional sem qualquer conforto. É a face visível da pouco transparente execução orçamental deste governo, que abdicou de orçamentos rectificativos para corrigir desvios em rubricas importantes (impostos, despesas com pessoal) e recorre antes a expedientes menos controláveis para chegar ao número mágico (objectivo cuja importância não contesto, aliás).
(…)
Leia aqui o artigo completo. (vale mesmo a pena)

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Jul 11 2018

O fim da NATO?

Publicado por João Espinho

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