Jan 22 2017

Domingo #366

Publicado por João Espinho


foto: dmitry elizarov

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Jan 21 2017

Monica Bellucci e Emir Kusturica em Beja

Publicado por João Espinho

DIA 24, Drama | 125 min
Com Monica Bellucci, Emir Kusturica, Sergej Trifunović
Realização Emir Kusturica
M/14

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Jornal Correio Alentejo
 







Jan 20 2017

Diário do Alentejo

Publicado por João Espinho

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Jan 20 2017

Bom fim de semana

Publicado por João Espinho


foto: Achi Gegenava

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Jan 20 2017

Correio Alentejo

Publicado por João Espinho

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Jan 20 2017

Trump Day

Publicado por João Espinho

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Jan 19 2017

Noites à flor da pele

Publicado por João Espinho

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Jan 19 2017

Em ano de eleições

Publicado por João Espinho

O PS de Ferreira do Alentejo e Pita Ameixa arriscam-se a ter um resultado catastrófico. Estavam à espera de melhor?

(leia aqui)

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Jan 16 2017

Quem vê o que não queremos ver

Publicado por João Espinho

É fácil deparar-nos com conteúdo impróprio na Internet: imagens de sexo que não deveriam estar acessíveis a menores, insultos racistas, propaganda extremista, vídeos de crimes e atentados. Mas muito mais fica por ver porque é eliminado antes de chegar aos nossos feeds sociais ou de aparecer nos resultados das nossas pesquisas. Ao contrário do que se possa pensar, na maior parte das vezes não é um software sofisticado que detecta e apaga conteúdos impróprios. A tarefa é executada diligentemente por pessoas que trabalham para gigantes como a Google ou o Facebook. E que vêem o pior da Internet para que nós não o façamos: desde vídeos de tortura publicados por grupos terroristas até imagens de abuso, violação e morte de crianças.

    É um trabalho sujo mas alguém tem de o fazer: ver e apagar imagens de actos hediondos, incluindo pedofilia, para manter a Internet limpa. Só que os efeitos psicológicos podem ser severos. Nos Estados Unidos, dois funcionários levaram a Microsoft a tribunal.

“É horrendo. É suficientemente mau ver uma criança ser sexualmente abusada. Mas depois há assassínios. Fazem coisas indescritíveis a estas crianças”, disse ao Guardian Ben Wells, um dos advogados no processo. Soto, que sofreu um esgotamento em 2013, acusa a empresa de não ter facilitado a transferência para outro departamento, o que só terá acontecido no ano seguinte.

(leia aqui o artigo de Pedro Guerreiro)

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Jan 15 2017

Beja e os ajustes directos a empresas do Minho

Publicado por João Espinho

“Francamente isto cheira a esturro! Com excelentes arquitecto na Câmara e que estão subaproveitados porque os pedidos de licenciamento para apreciar são muito poucos, pagar esta fortuna por um projecto e ainda por cima para ser feito em 40 dias? Porquê esta pressa, agora? Fizeram consulta pelo menos a 3 gabinetes ou foi um ajuste directo sem qualquer consulta? Porquê este gabinete do Norte se em Beja há excelentes arquitetos com falta de trabalho?”

Comentário deixado aqui.

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Jan 15 2017

Domingo #365 (no masculino)

Publicado por João Espinho

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Jan 13 2017

Bom fim de semana

Publicado por João Espinho


foto: Levine-photography

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