Dez 10 2016

Prémio Pessoa 2016

Publicado por João Espinho

Frederico Lourenço, de 53 anos, professor universitário, especialista em estudos clássicos, escritor, poeta, tradutor e cronista, foi ontem distinguido com a 30.ª edição do “Prémio Pessoa“, no valor de 60 mil euros, pelo seu trabalho, que tem vindo a “oferecer à língua portuguesa as grandes obras da literatura clássica”.

Veja aqui os premiados das edições anteriores.

Foto: Expresso

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Dez 09 2016

Diário do Alentejo

Publicado por João Espinho

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Jornal Correio Alentejo
 







Dez 09 2016

Beja – Feira de Doçaria Conventual e Regional

Publicado por João Espinho


foto: joão espinho
Sexta e Sábado – no Museu Regional Rainha D.Leonor

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Dez 09 2016

Bom fim de semana

Publicado por João Espinho


foto: Bruno Alves

Conheça outros trabalhos de Bruno Alves no Instagram.

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Dez 09 2016

Eleições na Alemanha – sondagem

Publicado por João Espinho

A menos de 1 ano das eleições, Martin Schulz aparece mais bem posicionado do que o líder do SPD.

Quanto às intenções de voto, a sondagem apresenta a subida (+2%) da CDU.

fonte: ARD

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Dez 08 2016

Numa praça de Beja

Publicado por João Espinho

Em 2003 foram gastos cerca de 500 mil euros na renovação do espaço. Decorridos 13 anos, das 1600 lajes de mármore que formam o pavimento, estão partidas cerca de 300.

De entre as 13 intervenções de requalificação e reordenamento de espaço urbano que faziam parte do programa Beja Polis, destaca-se a alteração profunda que foi efectuada na Praça da República, onde, em 2003, foram investidos cerca de 500 mil euros. Agora, outro tanto ou mais será investido pela câmara para que tudo volte ao que estava antes, retirando-se as lajes que se foram partindo para que a calçada regresse.

Quando foi apresentado o projecto de reformulação da principal praça da cidade de Beja, em 2001, a opção da autarquia suscitou desde logo forte contestação. O modelo proposto anulava radicalmente a configuração do espaço, em calçada portuguesa, datado de 1940. No seu lugar iria surgir um pavimento em lajes de mármore de Trigaches com um metro de lado e uma espessura de cinco centímetros. Decorridos 13 anos, das 1600 lajes de mármore que formam o pavimento, foram partidas pelo rodado das viaturas quase 300.

Pinto Leite, à época coordenador do Programa Polis, reagindo, em dado momento, ao cepticismo dos críticos do projecto de reformulação da Praça da República, alegou ter sido “adoptada uma solução minimalista que evidencia a sua importância e contemporaneidade”.

Leia aqui o artigo de Carlos Dias no “Público”.

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Dez 07 2016

Beja

Publicado por João Espinho


foto: joão espinho
7/12/2016

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Dez 07 2016

Noites de Lisboa mais frias

Publicado por João Espinho

Mítico espaço nocturno lisboeta fechou portas recentemente.
Para muitos será pior que a crise das vacas loucas, quando deixámos de comer carne de bovino.

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Dez 07 2016

Street Art

Publicado por João Espinho


by: Manumanutwic

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Dez 06 2016

Bring Tesla Gigafactory to Portugal

Publicado por João Espinho

tesla

A marca norte-americana de carros eléctricos registou a sua sede social em Portugal na Avenida da Liberdade, em Lisboa. A caminho estão também os supercarregadores.

Em causa está um investimento que se acredita que possa vir a ser superior a 5.000 milhões de dólares. É esse o montante envolvido na primeira Gigactory, montada em parceria com a Panasonic, que entrou nesse projecto com 1,6 mil milhões. Mas essa fábrica produz apenas baterias, ao passo que a que está prevista para a Europa deverá ter também uma linha de produção e montagem de modelos Tesla. Por outro lado, um projecto dessa dimensão tem um forte impacto na criação de emprego. No Nevada, foram “só” 6.500 postos de trabalho directos e 11 mil indirecto.

Leia aqui

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Dez 06 2016

Os ditadores não morrem

Publicado por João Espinho

radio-ourique

A minha crónica na Rádio Ourique

Hesitei sobre o título desta crónica. A torrente de informação é de tal forma intensa nestes tempos conturbados, que é por vezes difícil escolher um tema, discernir sobre aquilo que nos parece realmente importante, e separar as evidências do que é, aparentemente, acessório.

 No momento em que começo a escrever este pequeno comentário, terminou a “Caravana da Liberdade”, que transportou as cinzas de Fidel Castro, durante 9 dias, pela ilha de Cuba, pondo assim fim a um quase interminável funeral. Durante este período de luto para algumas franjas da esquerda, assistimos a tudo: louvores à revolução cubana, destemperados elogios à figura do déspota e, noutro lado, a comparações ignorantes com ditadores do século passado. Estive tentado em titular este escrito com um rotundo: os ditadores também morrem! Mas, afinal, parece que não. Quando se pensava que Fulgêncio Baptista estava bem morto e enterrado, alguns fizeram questão de nos recordar que ele foi presidente eleito, que depois fez suspender a Constituição, transformando o regime cubano numa ditadura. Castro mandou-o para o exílio com uma Revolução onde se destacou o irmão Raul, actual presidente, e esse ícone e figura emblemática na minha juventude, Che Guevara. Um ditador deu o lugar a um tirano. A morte de Fidel fez, assim, ressuscitar o ditador que o antecedeu.

 Apetece dizer: “Os ditadores não morrem!”.

 Foi possível ler crónicas onde se desenterraram Hitler, Mussolini, Estaline, Franco e, veja-se bem, Salazar, o ditador saloio de Santa Comba. Que haja quem tente branquear a História, compreende-se, mas que haja quem a tente reescrever, é inadmissível. No caso de Fidel, a História se encarregará de relatar, desapaixonadamente, o papel de Castro e do castrador castrismo. Até à morte do próximo ditador, deixem as cinzas sossegar e esperar que o povo cubano saiba fazer o luto e regresse às ruas para tocar e dançar boleros. E reclamar por liberdade e democracia.

 Outro tema quente, é o que se passa na Europa.

 A Áustria disse não à extrema-direita e em Itália o europeísmo foi derrotado num referendo. Com um calendário recheado em 2017, a Europa vai enfrentar tempos conturbados: eleições na Alemanha, Holanda e França, um brexit a contaminar a zona euro e, previsivelmente, o fortalecimento do italexit. Seria bom que a Europa deixasse de ser um clube de burocratas e se dedicasse mais às pessoas, aos europeus. Com a eleição de Trump, a Europa tem uma ocasião ímpar para se impor e impor os seus valores democráticos e humanistas. Não podemos cair na tentação de experiências populistas cujos resultados, veja-se a História recente, podem ser devastadores, fatais.

 Por cá foi a animação habitual, com a Caixa Geral de Depósitos a liderar os títulos dos media.

 Igualmente a merecer destaque o regresso do feriado de 1 de Dezembro. E com ele um ataque, justificado, a Passos Coelho e à “geringonça de direita”. A vida está a correr mal ao líder do PSD.

Às críticas, não disfarçadas, do Presidente da República, somou-se o “não!” de Santana Lopes. Com Rui Rio (e outros) à espreita, os tempos de Passos Coelho não vão ser fáceis.

 Por cá, no nosso Alentejo, as ruas (algumas) iluminaram-se abundantemente com as cores do Natal.

Com que custos? E em detrimento do quê? Em 2017 saberemos. Até porque, por cá, vamos ter eleições autárquicas. E é também nas urnas que se derrubam ou se afastam “ditadores”.

 Se não nos virmos antes, votos de um Santo Natal.

João Espinho – 5/12/2016

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Dez 05 2016

democratas*

Publicado por João Espinho

joao-portugues

Relata a Áurea:
“Cada vez fico mais admirada com a democracia dos que levantam a bandeira do 25 de Abril. Autênticos energúmenos que envergonham a liberdade. O sr. Presidente da Câmara de Cuba (CDU) fez uma publicação no faceboook a criticar o abandono da Assembleia Municipal por parte dos deputados socialistas. Limitei-me a comentar que o dito abandono foi um sinal de protesto pela homenagem que este sr. João Português decidiu fazer a ex presidentes de câmara CDU excluindo da homenagem ex presidentes de outros partidos. Disse ainda eu que me parece uma atitude tão legítima este abandono da sala conforme foi o não cumprimento da CDU ao Rei de Espanha na Assembleia da República. Imaginem só: todos os meus comentários foram eliminados. Cada vez vejo mais democracia neste partido. Que tristeza!!! Chego à conclusão que lhes é muito conveniente cidadãos que não sabem ler nem pensar. Porque a esses eles conseguem manipular as opiniões. Ain!!!!”

* com letra minúscula, pois claro

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