Jun 22 2017

E tu, vais ficar em casa?

Publicado por João Espinho

VAMOS DAR VOZ A BEJA E AO BAIXO ALENTEJO!
Artistas do Baixo Alentejo, da Voz, da Música, da Tela, da Pena, da Vida e de todas as artes, dia 29 de Junho, Quinta-feira, é o Nosso Dia!
Vem cantar o hino #BEJAMERECE+, nas escadarias do Museu de Beja, às 19:00! Comboios, Estradas e o Aeroporto são fundamentais para o nosso desenvolvimento! E tu, vais ficar em casa?

(para memorizar)

Se me queres bem
Se me amas sai
P’rá rua e vem
E traz alguém

P’ra cantar por mim
Alto e grande som
Olha que bom
Todos no tom

Beja merece, pelas pessoas que tem
Muito mais do que desdém
E beijinhos de eleição

Beja merece, um comboio um avião
Uma estrada pois então
Para me vires abraçar

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Jun 22 2017

Para quebrar o silêncio

Publicado por João Espinho

A que muitos chamam de estratégico, aqui fica um acto de campanha do PSD/Beja. É um sinal de vida. E é para levar a sério.

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Jun 22 2017

E Beja?

Publicado por João Espinho

Comboios de passageiros regressam a Elvas e Badajoz
Em Setembro, a CP volta a operar em toda a extensão da linha do Leste com um comboio diário em cada sentido.

(leia aqui)

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Jun 22 2017

Buba Espinho em Beja

Publicado por João Espinho

Quarta-feira, 5 de Julho às 21:30
Parque Vista Alegre, Beja
A solo, ao vivo e a cores !

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Jun 21 2017

Começou o ping pong

Publicado por João Espinho

Jaime Marta Soares diz que trovoada seca foi duas horas depois de ter começado o incêndio em Pedrógão Grande. PJ quer ouvi-lo..
Há uma coisa que me pareceu estranha: a rapidez com que a PJ veio a público afirmar que o incêndio não tinha mão humana.

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Jun 21 2017

EATT2017

Publicado por João Espinho

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Jun 20 2017

Não desviem as atenções

Publicado por João Espinho

Anda por aí muita gente crispada com a Judite de Sousa e com o jornalixo da TVI.
Foquem-se no essencial, porra!

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Jun 20 2017

Sem propriedade não há limpeza

Publicado por João Espinho

Escreve um leitor: “O Sr. Paulo Nascimento focou um aspecto muito importante. Diria que estão ai enumerados 50% dos problemas.

Outra grande parte do problema é o parcelário. Continua sem ser feito, sem previsões para estar concluído e com multas constantes da CE.
A grosso modo, de Castelo Branco para cima, ninguém sabe quanto é, de quem é, desde quando é a propriedade dos terrenos.
E sem propriedade não há limpeza, não há obrigatoriedade de nada, não há responsabilidade de ninguém. A floresta fica 9 meses em auto-gestão, sem zelo algum.
No rescaldo do incêndio começa o levantar mútuo de dedos acusatórios.
Começam as chuvas, o assunto fica novamente na gaveta. Há anos que isto é assim. Um autêntico ciclo vicioso que se propaga há anos.
Porque? o partido que se atrever a mexer nisso vai ficar muitos anos sem se sentar no cadeirão. Vai haver muita expropriação, muito usucapião, muita reivindicação de posse… etc. Um caos jurídico.

Outro aspecto que importa mencionar são as constantes negociatas dos meios aéreos. E não me venham com a FA que isso é para encher parangonas de jornais. Falo sim em cadernos de encargos completamente ignorados sem penalizações, horas extras não negociadas e pagas a peso de ouro, horas não executadas pagas na mesma, contratação de pilotos sem habilitações e sem pronunciarem uma palavra de português.
Centralização estúpida e sem nexo nenhum da protecção civil em tudo e mais alguma coisa… enfim às vezes pergunto-me como é que não arde mesmo mais área.”

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Jun 19 2017

De que bombeiros precisamos?

Publicado por João Espinho

O Paulo Nascimento deixou, em comentário, a seguinte questão:
Num país de risco elevado, e com muitos e violentos incêndios todos os anos, como é que a esmagadora maioria dos bombeiros são voluntários ?

E adianta a alternativa:

“Criar uma força de Bombeiros à imagem das outra forças de segurança, tal como a PSP, GNR e Forças Armadas com presença alargada em todo o território nacional.
Assumir a nível central a responsabilidade dessa força de Bombeiros profissionais e retirar o fardo financeiro e administrativo das câmaras municipais, com um comando militarizado ou semelhante a nível nacional.
Integrar ou extinguir nessa estrutura as unidades de bombeiros existentes noutras estruturas , GIPS da GNR, FEB (força especial de bombeiros).
Alargar o serviço de INEM a todo o país com mais homens e meios próprios tal como a PSP ou GNR e retirar essa responsabilidade aos bombeiros voluntários ( eu sei que isto tem implicações económicas negativas para essas corporações).
Colocar a Proteção Civil no seu devido lugar, como estrutura de apoio e não como unidade de comando dos bombeiros.
Esta estrutura nacional de bombeiros profissionais só atuaria em casos de emergência, deixando as corporações de bombeiros voluntários com os serviços não urgentes, (consultas, transportes de doentes.. etc …) e como apoio aos bombeiros nacionais.
Uma estrutura destas teria um nível de formação e prontidão incomparavelmente superior ao que existe hoje, tal como acontece nos países desenvolvidos.
Esta aberração nacional de dependermos quase em exclusivo de voluntários tem de acabar. Com a crise recente, muitas corporações quase fecharam portas porque perderam muitos dos seus efetivos para a emigração, muitos deles com altos níveis de formação como bombeiros.
Ainda hoje existem muitas corporações em dificuldades por falta de efetivos, como por exemplo Mértola , situada numa zona crítica, e que ao que sei têm apenas dois motoristas com carta de pesados, ou tinha até há bem pouco tempo.
A isto se juntam os cortes nos orçamentos e nas receitas das corporações voluntárias que levaram muitas das quais a uma situação de rutura e que só não fecham porque as câmaras as seguram in extremis.
Sou bombeiro voluntário há 25 anos, tenho as formações em dia, mas como voluntário tenho de conjugar com a minha atividade profissional, no dia em que não conseguir, terei de escolher entre os bombeiros e a minha profissão, e tal como muitos deixarei de ser bombeiro, por muito que me custe.
E como voluntário, sou o primeiro a reconhecer que faz falta uma estrutura profissional em todo o país, e não apenas nas cidades ricas que podem pagar bombeiros sapadores, E como eu muitos voluntários dirão o mesmo.”

foto daqui

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Jun 19 2017

Diário do Alentejo

Publicado por João Espinho

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Jun 18 2017

O discurso vai ser o mesmo

Publicado por João Espinho

Há uma notória incapacidade para acabar com a saga anual dos incêndios. E ninguém é responsabilizado. Um país de incendiários? E os outros? Neste momento só nos resta ser solidários com os Bombeiros e seus familiares. E exigir medidas efectivas para prever a anual calamidade.

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Jun 17 2017

Beja – as mentalidades não mudam

Publicado por João Espinho


foto: joão espinho
Comentou um leitor:
“Concordo com muito do que aqui está dito, não concordo com o todo.
Dizer que Beja e o Baixo Alentejo “já estão mais que servidos”, entendo que de estradas e transportes, sugerir inclusive que se tapem autoestradas, parece-me um tanto exagerado. No presente, não temos autoestradas que nos sirvam directamente, por isso é impossível ver nelas, as inexistentes, qualquer circulação; a ferrovia é obsoleta e desajustada das novas realidades; o avião (aeroporto) é um elefante branco que de nada nos serve, precisamente por ser, pomposamente, um Aeroporto Internacional. Vem também uma sugestão comparativa com Trás-os-Montes. Se recuarmos 40 anos, estávamos melhor, mas hoje, comparar Beja com as suas administrativamente iguais Vila Real e Bragança, ficamos mal colocados. Acrescente.se também Chaves, embora com menos diferença. O Trás-os-Montes do Marão (para cá do Marão mandam os que cá estão) já passou. A última fronteira foi eliminada com a abertura do túnel, como devido. Hoje a acessibilidade é total.
Quanto ao restante do comentário, subscrevo. Está aí o cerne do estado a que chegámos. O mais aflitivo é que as mentalidades não mudam, sinto até que se agravam.
Para terminar, só me resta dizer que o pretendido é que se atenuem as desigualdades dos olhares da Administração Central e que se construa um país mais harmonioso. Nós, Baixo-Alentejanos, precisamos disso.
Por favor, não nos venham dizer que já temos o suficiente ou até demais.”

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