As intervenções artísticas e o custo associadas ás mesmas, como o João bem sabe, não se comparam assim. Mas para o efeito dá jeito que assim seja, não é João?
Siga o regabofe.
Ney Matogrosso: 70 mil mais IVA, total 96100 euros.
Quem traz o Matogrosso a Beja?
A empresa DivulgaTerra Unipessoal, representada pelo sócio-gerente António Raposo, vogal da União de Freguesias do Salvador e Santa Maria e dos corpos sociais da Rádio Voz da Planície.
Morada da empresa : Rua da Misericórdia, nº 4. A mesma da rádio.
Quantos espectáculos já organizou esta empresa? Zero. este é o primeiro e logo com o Ney Matogrosso.
O que é isto?
Feliz a cidade que pode vir a ter obras de Vhils
Existem noticias que não dão nenhum jeito à medíocre oposição que existe nesta cidade!
“Vhils é um dos melhores do mundo na sua profissão com trabalhos de arte urbana, escultura e obras de intervenção desde Nova Iorque, Brasil, à China, passando por vários países europeus. Em Portugal existem obras suas em ruas de diversas cidades, principalmente em Lisboa.”
Por este andar não me admirava de Beja vir a ter um cucharro gigante em cortiça feito pela Joana na praça, um busto do imperador rocha construído pelo escultor da ilha da madeira no castelo e uma manada de cavalos feitos em pedra do minho na rotunda do penedo gordo. Pelos vistos o dinheiro não é problema.
AUTORIZO a Câmara a aproveitar estas ideias.
Exato. Até se devia pagar muito mais ao artista Vhils por nos dar a honra de nos brindar, a nós cidade do interior, com uma obra sua. E pagar também mais do que € 96.000,00 a Ney Matogrosso por 90 minutos, e mais do que € 42.000,00 a Ana Moura por outros 90 minutos, etc… Os péssimos caminhos rurais do Concelho e a falta de gavetões no cemitério, por exemplo, que esperem! Isso conta lá para alguma coisa. O nosso IMI paga isto tudo!
11 de Maio de 2017 às 16:17:10
Isto quer dizer que o Vhils, um artista de prestigio e reconhecimento mundial vem fazer uma intervenção em Beja. Grande malha! Parabéns à organização!
11 de Maio de 2017 às 16:23:55
@beja – sem dúvidas. Mas compare os preços cobrados pelo artista noutras localidades.
11 de Maio de 2017 às 16:46:29
As intervenções artísticas e o custo associadas ás mesmas, como o João bem sabe, não se comparam assim. Mas para o efeito dá jeito que assim seja, não é João?
11 de Maio de 2017 às 16:48:50
@beja – não, não é. Cada um dá o que pode. A CMB pode dar, felizes os convidados para a ceia.
11 de Maio de 2017 às 17:57:03
O rocha sempre foi um mãos largas…
11 de Maio de 2017 às 18:12:40
A Câmara?
11 de Maio de 2017 às 18:25:21
@beja – sim, quem mais tem disponibilidade financeira?
11 de Maio de 2017 às 22:41:39
Essa é só uma… aiiiiiiiiiiiii caniiiiitaaaa… pouca vergonha!
11 de Maio de 2017 às 22:48:25
Siga o regabofe.
Ney Matogrosso: 70 mil mais IVA, total 96100 euros.
Quem traz o Matogrosso a Beja?
A empresa DivulgaTerra Unipessoal, representada pelo sócio-gerente António Raposo, vogal da União de Freguesias do Salvador e Santa Maria e dos corpos sociais da Rádio Voz da Planície.
Morada da empresa : Rua da Misericórdia, nº 4. A mesma da rádio.
Quantos espectáculos já organizou esta empresa? Zero. este é o primeiro e logo com o Ney Matogrosso.
O que é isto?
http://www.base.gov.pt/Base/pt/ResultadosPesquisa?type=contratos&query=adjudicatariaid%3D718883
http://www.base.gov.pt/base2/rest/documentos/272556
12 de Maio de 2017 às 10:52:51
Como é que o Comité Central do PCP, papa disto ???
Com tanta gente séria lá dentro não existe ninguém com peso para denunciar estas golpadas.
12 de Maio de 2017 às 11:47:14
Feliz a cidade que pode vir a ter obras de Vhils
Existem noticias que não dão nenhum jeito à medíocre oposição que existe nesta cidade!
“Vhils é um dos melhores do mundo na sua profissão com trabalhos de arte urbana, escultura e obras de intervenção desde Nova Iorque, Brasil, à China, passando por vários países europeus. Em Portugal existem obras suas em ruas de diversas cidades, principalmente em Lisboa.”
PARABÉNS
12 de Maio de 2017 às 21:25:03
Por este andar não me admirava de Beja vir a ter um cucharro gigante em cortiça feito pela Joana na praça, um busto do imperador rocha construído pelo escultor da ilha da madeira no castelo e uma manada de cavalos feitos em pedra do minho na rotunda do penedo gordo. Pelos vistos o dinheiro não é problema.
AUTORIZO a Câmara a aproveitar estas ideias.
12 de Maio de 2017 às 21:48:21
Exato. Até se devia pagar muito mais ao artista Vhils por nos dar a honra de nos brindar, a nós cidade do interior, com uma obra sua. E pagar também mais do que € 96.000,00 a Ney Matogrosso por 90 minutos, e mais do que € 42.000,00 a Ana Moura por outros 90 minutos, etc… Os péssimos caminhos rurais do Concelho e a falta de gavetões no cemitério, por exemplo, que esperem! Isso conta lá para alguma coisa. O nosso IMI paga isto tudo!
13 de Maio de 2017 às 10:22:48
Justificado pelo artista VHILS ser natural da freguesia de Perre, vianense de gema.