Fev 03 2008
Cartas ao presidente (ou monarca)
Depois da segunda carta, vem agora mais uma, porque as respostas tardam e nos paços os passos são lentos. calculados.
Esta, parece, não será definitiva. Em época de comemoração do regicídio, a carta destina-se a um Dom. Dom Francisco dos Santos. Não é monarca, mas é o Presidente. Desta Câmara. Deste executivo.
Leia-se.


3 de Fevereiro de 2008 às 15:19:32
parece que a Sra (independentemente do trabalho cultural dela)…ensandeceu!
3 de Fevereiro de 2008 às 15:29:02
@jp – essa expressão é muito usada nos regimes ditatoriais, foi usada na nossa terra antes do 25A, sempre que se quer denegrir quem faz uma crítica aos poderes instituídos. É isso que você defende?
3 de Fevereiro de 2008 às 16:23:09
talvez a palavra não seja correcta, e retrato-me desde ja’ por isso,mas a carta parece-me de uma pessoa que raia o desespero não acha? Sinceramente, parece-lhe uma missiva que mereça resposta?
3 de Fevereiro de 2008 às 16:38:24
@jp – não lhes chame cartas; chame-lhes gritos de revolta, e talvez se perceba melhor o seu conteúdo.
3 de Fevereiro de 2008 às 16:49:29
seja! carta, gritos de revolta, então. mais alguma coisa?
sera que me esta a escapar alguma coisa?
esclareça-me (nos) por favor!
3 de Fevereiro de 2008 às 19:06:40
Parece que os ‘comentários’ saíram no sentido oposto ao previsto: atacar o Presidente da CMB. Nem sempre de acordo com as opções da Câmara Municipal, qualquer pessoa vê que o problema desta Sr.ª é a Autarquia ter-lhe cortado a “mama” que certamente julgava ser para todo o sempre … LOOOOOOOOOOOL
3 de Fevereiro de 2008 às 19:45:02
@toto – não faço posts ou destaques em função daquilo que possam ou não virem a comentar.
Há muito tempo que venho apontando o autismo do actual executivo camarário. Reparo que, gradualmente, se vão juntando vozes a denunciar as atitudes do executivo comunista. Neste caso estou à tanto mais vontade, porquanto não me ligam quaisquer afinidades quer com a Arte Pública quer com a Gisela Cañamero. E o problema que você aponta está bem respondido no uma cigarra na paisagem.
Seguramente que outras vozes se farão ouvir. E, asseguro-lhe, são muitas mais do que aquelas que você possa pensar. Espere, que não vai dar por perdido o tempo da espera.