Não é preciso ser o PCP.
Será que não há coisas mais importantes onde gastar o dinheiro?
É que por estranho que pareça, há ainda quem não saiba ou não se lembre que estamos no meio de uma crise de proporções gigantescas e há casais e casais desempregados sem hipótese sequer de alimentar os seus filhos.
Qual foi a parte q a dona maria da ancha nao percebeu de que a obra principal é a requalificaçao da estrutura pela sua funçao de abastecimento de agua que vocemessê nao percebeu???? O aproveitamento que se faz com um projecto adicional e que vai valorizar a cidade faz-lhe muita comichão? Sinceramente! Irrrrrrrrrraaaaaaaaa
Não me chame de comunista, tá?
Pode-me chamar o que quiser, mas comunista não, porque não sou.
Agora o que me parece é que como não tem argumentos, e não sabe defender uma obra sem sentido e utilidade prática alguma, vá de meter os comunistas ao barulho. Até porque uma coisa são obras de recuperação, outra bem diferente é construir um miradouro. E porque não também um restaurante panorâmico para fechar logo a seguir por falta de clientes.
Dantes eram os judeus até quase se acabar com eles. Agora e até que os haja, são os comunistas; vão dando jeito para estas situações…
Percebo-te muito bem, Maria vai com as outras.
E o PS e Jorge Pulido Valente deviam ler aqui os teus sábios conselhos, em vez de te apelidarem do que quer que seja.
Isto porque o tempo das obras e obrinhas para eleitor ver e quase sempre sem rentabilizar de forma alguma o dinheiro investido, deveria ser posto de lado como algo do passado que nos conduziu a este beco sem saída em que nos encontramos.
Cito por exemplo a rotunda à entrada de Mombeja.
Sempre que ali passo, penso sempre no quer é que estaria na mente de quem ali aplicou aquele dinheiro de todos nós. Pois certamenta sabia de antemão que o transito que por ali passaria não seria assim tanto que justificasse a construção daquela infra-estrutura numa povoação como aquela.
E em relação à futura Torre Panorâmica de Beja, cito o caso do Castelo de Vidigueira, que também foi recuperado para o mesmo efeito, mas que depressa se transformou numa espécie de “cagadouro”. Motivo que levou ao seu encerrameno, tal era o espectáculo vergonhoso de quem subia lá acima para observar o panorama à sua volta.
Mais um comentário para que os Bloguistas de meia tijela façam uma reflecção…
Será que uma instalação desta categoria “Reservatório de água potável para consumo humano”, não deveria estar reservada e restrita ao público em geral?
@Montanheiro:
Vá chamar de “meia tijela” à……………… que o pôs!
Este forum está a ficar muito “mal frequentado”!
Há muito “pseudo filósofo” a debitar perfeitas atoardas!
Juízo e ideias novas …….. precisam-se (e urgentemente)!
Pois a mim parece-me uma ideia fantástica.
A vista deve ser magnifica e se vão reabilitar a estrutura da torre, porque não aproveitar para que a torre fique visitavel? Quem deve agradecer são os técnicos da EMAS e da CMB que têm de aceder à torre em condições, actualmente cheias de porcaria (e perigosas!)
Eu também acho uma grande ideia, juntando esta ideia á do Futre, parece-me que é desta que vamos ver o aeroporto a funcionar… Charters, muitos charters de chineses só para se virem “assumar” de cima da torre!
Sou totalmente contra que se gaste dinheiro em obras de fachada e sem utilidade alguma, como é o caso.
Uma coisa é conservar o depósito de água para garantir a sua qualidade e criar condições para que os técnicos e trabalhadores desempenhem as suas funções.
Outra bem diferente é gastar os parcos recursos que uma autarquia superendividada ainda tem ou até o que é mais grave, recorrendo a dinheiro a crédito. Para criar toda uma pesada estrutura envolvente e de acesso com o minimo de segurança, para muita gente aí suba, apenas por motivos recreativos.
Isto quando temos uma soberba torre de menagem do castelo, que sempre desempenhou estas funções.
Alguém sabe, mesmo que seja um valor aproximado, qual o montante a mais que toda esta estrutura vai implicar para além das obras de conservação?
Para finalizar a minha prestação neste tema deixo aqui uma questão já colocada e que passou ao lado dos Bloguistas e que eu acho de grande importância e onde todos se deveríamos debruçar e partilhar algumas ideias.
Será que é boa ideia abrir-se uma instalação desta importância “reservatório de água potável para consumo humano” ao público em geral, onde não vai haver controlo, nem seleção, daqueles que pretendem ter acesso?
Partilhem as Vossas opiniões sobre a questão formulada.
Sem controlo nem seleção? “Vade retro”! Sarracenos, portadores(as) de havaianas e gajos com piercings não entram! Poderão, quando muito, ficar do lado de fora, no miradouro, sem acesso à nossa preciosa água. E vigiados de perto!
Poder-se-á até usar poderosos jactos de água para repelir qualquer qualquer tentativa de toma da cidade.
🙂
Na verdade concordo que essa infraestrutura seja só usada para o fim para que foi concebida, se necessita de obras de conservação, pois as autoridades competentes que se pronunciem.
Deixemo-nos de megalomanias, já bastaram as expo 98, mundial 2004 e outras mostras de sumptuosidades que o país não pode suportar.
Sempre disse que era fazer “figura de rico”, agora temos a realidade, que é o pagamento dessas ousadias.
@Montanheiro:
Olhe…… “rapazito”: Reflexão interior faço-a diáriamente e várias vezes e quanto à minha prestação perante a sociedade, nada tenho que me sinta em falta ou me cause remorsos ou arrependimentos: Poderá você dizer o mesmo? (acho que não…… acho que não?!).
Como isto tem a ver com água, lá está outra vez o parceiro financeiro da Câmara a financiar o projecto, e ao mesmo tempo para preparar a entrada do Sr. Marreiros para vice-presidente da Câmara! Falam dos outros, mas deixem lá estar que dão um belo exemplo para andarem a criticar o PSD e a CDU.
Isto é com cada um lol, até parece que as pessoas vão andar a mergulhar, chapinhar, escarrar, urinar etc para dentro do reservatório. Uma coisa é o acesso interior, que de certeza vai ficar vedado apenas à EMAS e a quem de direito. Outra coisa é a zona exterior que vai ser aproveitada, vão criar uma mais valia.
Se fosse uma obra criada de “início” claro que era uma futilidade, mas já que o reservatório vai ser intervencionado, porque não acrescentar essa nova valência?
Ainda se está na fase de apresentação de propostas, e não na adjudicação e já se anda a falar em gastos supérfluos.
Vejam lá bem se há algum mal nisto: não se vai construir nada de novo mas sim reabilitar uma estrutura antiga, afinal aquilo que muitos hoje defendem como o caminho mais correto; vai reabilitar-se uma coisa que serve para dar água à cidade que tem um aspeto velho e degradado para ficar com uma nova cara, sem perigo de cair e em melhores condições para guardar água; se em cima de utod isto se puder permitir a visita a bejenses e turista sem por em causa a segurança…..qual a razão para não dizer que é uma ideia excelente venha ela de onde vier ….não sejam destrutivos e deixem trabalhar quem pode melhorar a cidade …
Como fiz uma pergunta que ninguém respondeu, e que osdois últimos comentários pretendem passar por cima.
Volto a recolocá-la:
QUANTO É QUE CUSTA A MAIS A COLOÇÃO DO MIRADOURO EM RELÇÃO ÁS NORMAIS OBRAS RECUPERAÇÃO QUE A TORRE NECESSITARIA.
OU SEJA, QUANTO É QUE NOS FICA A TODOS NÓS, A BRINCADEIRA PRÉ-ELEITORAL ?
Beja, a Toronto da planura (desde que vi a pela primeira vez o projecto que a imagem não me sai da cabeça)!http://pt.wikipedia.org/wiki/Toronto
Mas (corrijam-me, por favor), Beja, já tem um miradouro (e com muita pinta) ao qual não se pode aceder porque (dizem) não oferece condições de segurança (há também a versão que diz que, como mete nojo e a manutanção sai cara, melhor é mantê-lo fechado e dizer que vai cair). Quanto custo recuperá-lo? É tecnicamente mais difícil ou financeiramente mais oneroso fazê-lo (do que construir o miradouro do depósito)? Quam vai suportar os encargos do miradouro do depósito? Não poderá (por incompatibilidade ética, administrativa/formal ou finaceira) suportar os encargos da recuperação do varandim do castelo?
Deixem-se de defecações (ocorre-me outro termo mas não digo), recuperam com dignidade e sobriedade o depósito e revejam a indexação amoral das taxas fixas (de legalidade inquestionável) cobradas pelo EMAS (isto partindo do princípio – que até admito que possa estar errado – que o EMAS goza de supervit e, como não sabe o que fazer ao graveto, vai empatar “algum” em mais esta convulsão ostensiva da “arquite-cultura pindérica” bejense).
Muito sábios e conhecedores alguns dos comentadores que por aqui circulam. Só é pena que no meio disto tudo tenham esquecido de referir que como se nao bastassem todos os outros benéficos, esta obra também esta enquadrada numa intervenção maior que dará corpo aos importantes achados arqueológicos daquela zona tornando-se num ponto de observação privilegiado para a sua observação …
@banhista – tanto quanto sei vai ser “reconstruída” noutro local. O que é algo inovador, pois não se conhecem praias que andem de um lado para o outro. Esta vai.
Ah bom! Então se é para ver “importantes achados arqueológicos”, construa-se o miradouro!http://www.correioalentejo.com/?diaria=8673&page_id=36
Caro herói lusitano dos Montes Hermínios, vamos ter esperança que o parcial não venha a ser muito redutor (visto do alto), não tenha a NASA que vir a Beja aprender a construir com telhados de vidro.
Nota: Entretanto estive a pesquisar acerca estruturas de protecção (coberturas) com carácter permanente utilizadas em “importantes achados arqueológicos” (acredite que é coisa mais comum que depósitos de água com miradouro) e chego à conclusão que é assunto sem relevância para o caso em apreço, considerando que assumem cumulativamente carácter permanente e opaco! Em relação a “todos os outros benefícios”, nada a acrescentar (mas para mim, aproveitando a onda até porque o assunto também mete água, benéfico benéfico, seria a tal revisão dos factores, tendente à diminuição das taxas fixas cobradas pelo EMAS).
17 de Junho de 2013 às 0:37:03
Vai ser aproveitado algum depósito de água?
17 de Junho de 2013 às 9:51:45
@vítor – “reabilitação do reservatório da praça”.
17 de Junho de 2013 às 13:22:26
Qual será o “embargo” que o PCP vai invocar agora? Desperdício de fundos? ideia sem nexo?, inutilidade? sub-aproveitamento?
Vou já ver o gabinete de imprensa do PCP, a.k.a RVP
17 de Junho de 2013 às 13:51:47
Não é preciso ser o PCP.
Será que não há coisas mais importantes onde gastar o dinheiro?
É que por estranho que pareça, há ainda quem não saiba ou não se lembre que estamos no meio de uma crise de proporções gigantescas e há casais e casais desempregados sem hipótese sequer de alimentar os seus filhos.
17 de Junho de 2013 às 17:52:38
Qual foi a parte q a dona maria da ancha nao percebeu de que a obra principal é a requalificaçao da estrutura pela sua funçao de abastecimento de agua que vocemessê nao percebeu???? O aproveitamento que se faz com um projecto adicional e que vai valorizar a cidade faz-lhe muita comichão? Sinceramente! Irrrrrrrrrraaaaaaaaa
17 de Junho de 2013 às 21:42:30
Bem isto deve ser porque a torre do castelo está fechada e então deve ser necessário um novo poiso!
17 de Junho de 2013 às 23:24:37
Não me chame de comunista, tá?
Pode-me chamar o que quiser, mas comunista não, porque não sou.
Agora o que me parece é que como não tem argumentos, e não sabe defender uma obra sem sentido e utilidade prática alguma, vá de meter os comunistas ao barulho. Até porque uma coisa são obras de recuperação, outra bem diferente é construir um miradouro. E porque não também um restaurante panorâmico para fechar logo a seguir por falta de clientes.
Dantes eram os judeus até quase se acabar com eles. Agora e até que os haja, são os comunistas; vão dando jeito para estas situações…
18 de Junho de 2013 às 9:11:18
Percebo-te muito bem, Maria vai com as outras.
E o PS e Jorge Pulido Valente deviam ler aqui os teus sábios conselhos, em vez de te apelidarem do que quer que seja.
Isto porque o tempo das obras e obrinhas para eleitor ver e quase sempre sem rentabilizar de forma alguma o dinheiro investido, deveria ser posto de lado como algo do passado que nos conduziu a este beco sem saída em que nos encontramos.
Cito por exemplo a rotunda à entrada de Mombeja.
Sempre que ali passo, penso sempre no quer é que estaria na mente de quem ali aplicou aquele dinheiro de todos nós. Pois certamenta sabia de antemão que o transito que por ali passaria não seria assim tanto que justificasse a construção daquela infra-estrutura numa povoação como aquela.
E em relação à futura Torre Panorâmica de Beja, cito o caso do Castelo de Vidigueira, que também foi recuperado para o mesmo efeito, mas que depressa se transformou numa espécie de “cagadouro”. Motivo que levou ao seu encerrameno, tal era o espectáculo vergonhoso de quem subia lá acima para observar o panorama à sua volta.
18 de Junho de 2013 às 11:28:46
Bom dia Bloguistas!
Já estou a ficar farto de gente que não tem jeito nem para comentar nem para justificar um argumento.
Pergunto….
Será que os seres humanos e chamo-lhe seres humanos porque estou farto de ler adjetivos em relação aos COMUNISTAS….
Será que esses seres que defendem o seu ideal, não terão direito a declamarem o mesmo?
Se não for assim acabem com eles, pois quem os despreza e fala tão mal desses seres, torna-se num, também ser, DITADOR….
Pensem nisso seus idealistas de meia tijela.
18 de Junho de 2013 às 11:32:56
Mais um comentário para que os Bloguistas de meia tijela façam uma reflecção…
Será que uma instalação desta categoria “Reservatório de água potável para consumo humano”, não deveria estar reservada e restrita ao público em geral?
Pensem nisso seus bloguistas de meia tijela.
18 de Junho de 2013 às 14:58:07
@Montanheiro:
Vá chamar de “meia tijela” à……………… que o pôs!
Este forum está a ficar muito “mal frequentado”!
Há muito “pseudo filósofo” a debitar perfeitas atoardas!
Juízo e ideias novas …….. precisam-se (e urgentemente)!
18 de Junho de 2013 às 20:38:33
Montanheiro,
Parece que ficou chateado com o adjetivo…
Pois realmente precisa-se de ideias novas… Não de SECTÁRIOS.
Pense nisso e faça uma reflexão interior e veja qual a sua prestação perante a sociedade.
18 de Junho de 2013 às 20:41:10
Vigilante ao Longe,
Parece que ficou chateado com o adjetivo…
Pois realmente precisa-se de ideias novas… Não de SECTÁRIOS.
Pense nisso e faça uma reflexão interior e veja qual a sua prestação perante a sociedade.
18 de Junho de 2013 às 22:44:21
Sim, um montanheiro em plena planície é como que um peixe fora de água!
🙂
19 de Junho de 2013 às 0:20:37
Pois a mim parece-me uma ideia fantástica.
A vista deve ser magnifica e se vão reabilitar a estrutura da torre, porque não aproveitar para que a torre fique visitavel? Quem deve agradecer são os técnicos da EMAS e da CMB que têm de aceder à torre em condições, actualmente cheias de porcaria (e perigosas!)
19 de Junho de 2013 às 9:20:31
Eu também acho uma grande ideia, juntando esta ideia á do Futre, parece-me que é desta que vamos ver o aeroporto a funcionar… Charters, muitos charters de chineses só para se virem “assumar” de cima da torre!
19 de Junho de 2013 às 10:15:27
Sou totalmente contra que se gaste dinheiro em obras de fachada e sem utilidade alguma, como é o caso.
Uma coisa é conservar o depósito de água para garantir a sua qualidade e criar condições para que os técnicos e trabalhadores desempenhem as suas funções.
Outra bem diferente é gastar os parcos recursos que uma autarquia superendividada ainda tem ou até o que é mais grave, recorrendo a dinheiro a crédito. Para criar toda uma pesada estrutura envolvente e de acesso com o minimo de segurança, para muita gente aí suba, apenas por motivos recreativos.
Isto quando temos uma soberba torre de menagem do castelo, que sempre desempenhou estas funções.
Alguém sabe, mesmo que seja um valor aproximado, qual o montante a mais que toda esta estrutura vai implicar para além das obras de conservação?
19 de Junho de 2013 às 10:19:04
Fico muito mais descansado. Vamos poder avistar os sarracenos ao longe e preparar atempadamente a defesa da cidade. Muito útil!
19 de Junho de 2013 às 10:46:10
Para finalizar a minha prestação neste tema deixo aqui uma questão já colocada e que passou ao lado dos Bloguistas e que eu acho de grande importância e onde todos se deveríamos debruçar e partilhar algumas ideias.
Será que é boa ideia abrir-se uma instalação desta importância “reservatório de água potável para consumo humano” ao público em geral, onde não vai haver controlo, nem seleção, daqueles que pretendem ter acesso?
Partilhem as Vossas opiniões sobre a questão formulada.
19 de Junho de 2013 às 12:29:24
Sem controlo nem seleção? “Vade retro”! Sarracenos, portadores(as) de havaianas e gajos com piercings não entram! Poderão, quando muito, ficar do lado de fora, no miradouro, sem acesso à nossa preciosa água. E vigiados de perto!
19 de Junho de 2013 às 14:26:54
Poder-se-á até usar poderosos jactos de água para repelir qualquer qualquer tentativa de toma da cidade.
🙂
Na verdade concordo que essa infraestrutura seja só usada para o fim para que foi concebida, se necessita de obras de conservação, pois as autoridades competentes que se pronunciem.
Deixemo-nos de megalomanias, já bastaram as expo 98, mundial 2004 e outras mostras de sumptuosidades que o país não pode suportar.
Sempre disse que era fazer “figura de rico”, agora temos a realidade, que é o pagamento dessas ousadias.
19 de Junho de 2013 às 15:02:46
@Montanheiro:
Olhe…… “rapazito”: Reflexão interior faço-a diáriamente e várias vezes e quanto à minha prestação perante a sociedade, nada tenho que me sinta em falta ou me cause remorsos ou arrependimentos: Poderá você dizer o mesmo? (acho que não…… acho que não?!).
19 de Junho de 2013 às 15:09:51
Como isto tem a ver com água, lá está outra vez o parceiro financeiro da Câmara a financiar o projecto, e ao mesmo tempo para preparar a entrada do Sr. Marreiros para vice-presidente da Câmara! Falam dos outros, mas deixem lá estar que dão um belo exemplo para andarem a criticar o PSD e a CDU.
19 de Junho de 2013 às 21:00:40
Isto é com cada um lol, até parece que as pessoas vão andar a mergulhar, chapinhar, escarrar, urinar etc para dentro do reservatório. Uma coisa é o acesso interior, que de certeza vai ficar vedado apenas à EMAS e a quem de direito. Outra coisa é a zona exterior que vai ser aproveitada, vão criar uma mais valia.
Se fosse uma obra criada de “início” claro que era uma futilidade, mas já que o reservatório vai ser intervencionado, porque não acrescentar essa nova valência?
Ainda se está na fase de apresentação de propostas, e não na adjudicação e já se anda a falar em gastos supérfluos.
19 de Junho de 2013 às 22:13:57
Vejam lá bem se há algum mal nisto: não se vai construir nada de novo mas sim reabilitar uma estrutura antiga, afinal aquilo que muitos hoje defendem como o caminho mais correto; vai reabilitar-se uma coisa que serve para dar água à cidade que tem um aspeto velho e degradado para ficar com uma nova cara, sem perigo de cair e em melhores condições para guardar água; se em cima de utod isto se puder permitir a visita a bejenses e turista sem por em causa a segurança…..qual a razão para não dizer que é uma ideia excelente venha ela de onde vier ….não sejam destrutivos e deixem trabalhar quem pode melhorar a cidade …
20 de Junho de 2013 às 9:51:40
Como fiz uma pergunta que ninguém respondeu, e que osdois últimos comentários pretendem passar por cima.
Volto a recolocá-la:
QUANTO É QUE CUSTA A MAIS A COLOÇÃO DO MIRADOURO EM RELÇÃO ÁS NORMAIS OBRAS RECUPERAÇÃO QUE A TORRE NECESSITARIA.
OU SEJA, QUANTO É QUE NOS FICA A TODOS NÓS, A BRINCADEIRA PRÉ-ELEITORAL ?
20 de Junho de 2013 às 10:54:00
Beja, a Toronto da planura (desde que vi a pela primeira vez o projecto que a imagem não me sai da cabeça)!http://pt.wikipedia.org/wiki/Toronto
Mas (corrijam-me, por favor), Beja, já tem um miradouro (e com muita pinta) ao qual não se pode aceder porque (dizem) não oferece condições de segurança (há também a versão que diz que, como mete nojo e a manutanção sai cara, melhor é mantê-lo fechado e dizer que vai cair). Quanto custo recuperá-lo? É tecnicamente mais difícil ou financeiramente mais oneroso fazê-lo (do que construir o miradouro do depósito)? Quam vai suportar os encargos do miradouro do depósito? Não poderá (por incompatibilidade ética, administrativa/formal ou finaceira) suportar os encargos da recuperação do varandim do castelo?
Deixem-se de defecações (ocorre-me outro termo mas não digo), recuperam com dignidade e sobriedade o depósito e revejam a indexação amoral das taxas fixas (de legalidade inquestionável) cobradas pelo EMAS (isto partindo do princípio – que até admito que possa estar errado – que o EMAS goza de supervit e, como não sabe o que fazer ao graveto, vai empatar “algum” em mais esta convulsão ostensiva da “arquite-cultura pindérica” bejense).
20 de Junho de 2013 às 11:58:13
Alguém tem ido à praia de Quintos, essa grande obra. Se não foi já não vai porque foi a àgua abaixo…
20 de Junho de 2013 às 12:09:18
Muito sábios e conhecedores alguns dos comentadores que por aqui circulam. Só é pena que no meio disto tudo tenham esquecido de referir que como se nao bastassem todos os outros benéficos, esta obra também esta enquadrada numa intervenção maior que dará corpo aos importantes achados arqueológicos daquela zona tornando-se num ponto de observação privilegiado para a sua observação …
20 de Junho de 2013 às 12:13:07
@banhista – tanto quanto sei vai ser “reconstruída” noutro local. O que é algo inovador, pois não se conhecem praias que andem de um lado para o outro. Esta vai.
20 de Junho de 2013 às 14:58:13
Ah bom! Então se é para ver “importantes achados arqueológicos”, construa-se o miradouro!http://www.correioalentejo.com/?diaria=8673&page_id=36
Caro herói lusitano dos Montes Hermínios, vamos ter esperança que o parcial não venha a ser muito redutor (visto do alto), não tenha a NASA que vir a Beja aprender a construir com telhados de vidro.
Nota: Entretanto estive a pesquisar acerca estruturas de protecção (coberturas) com carácter permanente utilizadas em “importantes achados arqueológicos” (acredite que é coisa mais comum que depósitos de água com miradouro) e chego à conclusão que é assunto sem relevância para o caso em apreço, considerando que assumem cumulativamente carácter permanente e opaco! Em relação a “todos os outros benefícios”, nada a acrescentar (mas para mim, aproveitando a onda até porque o assunto também mete água, benéfico benéfico, seria a tal revisão dos factores, tendente à diminuição das taxas fixas cobradas pelo EMAS).
20 de Junho de 2013 às 16:46:35
Porque não privatizar de vez e a sério o EMAS, de forma a que empreendimentos como este, não onerem mais os bolsos dos contribuintes?
20 de Junho de 2013 às 22:51:18
http://videos.sapo.pt/YbzZFyPPmo1z7l0JUtzV