Brutal a tenacidade dos criadores gráficos da CM. A subtileza do “Don Sebastião” camuflado de balão, em forma de sensual traseiro, é digna de um Mestre! Afinal o mês do Amor acaba na cama né?
Na imagem consegue ver (eventualmente ) um”das caldas” vulgo “car*lho com a sua cabecinha encarnada” a reluzir; também um belo recorte de um traseiro feminino (isso agora já nem tem sentido dizer…Obrigado BE e Sócrates). Não me diga que não percebe o paralelismo com o mês do amor….. Acaba na cama né? (cama, pode ser substituído pelos bancos traseiros -ou dianteiros, não importa- de um carro, ou qualquer outro local onde se pode…(seria com “f” esta ultima palavra?))
@Amoroso
Bem, o amigo tem uma imaginação muito fértil.
Mas na verdade a leitura que faz do cartaz não tem nada ver com o que diz (escreve). Onde está aqui o Don Sebastião? Que me lembre, Don Sebastião desapareceu em terras de África e a lenda diz que ele regressará um dia, montado num lindo cavalo branco, numa manhã de nevoeiro. 🙂
Interpretações várias, podem facilmente ser feitas olhando para o mesmo. Mas depende realmente da imaginação do indíviduo.
É como aquela interpretação que a menina faz de um enorme quadro pintado de azul em cima e castanho em baixo. Diz ela então, que o quadro representa uma vaca a comer erva. Perguntaram-lhe onde via ela, a vaca e a erva. Ela respondeu que a vaca tinha comido a erva toda e que de seguida tinha ido para outras pastagens.
Como vê, interpretações diversas podem ser feitas deste panfleto, carecendo de uma explicação do interpretador.
Pronto, obrigado pela sua explicação.
Cumprimentos.
@ juanito: Não é o primeiro a dizer que tenho imaginação fértil. Felizmente não me obrigam a pagar imposto por isso. Se conhecer a expressão “D. Sebastião” em Lisboa, talvez perceba que a sua memória está avivada em várias paredes, mesmo sem nevoeiro.
Numa imaginação muito fértil até poderia ver Jesus Cristo no cartaz. Limitei-me a interpretar os traços intuitivos que “li”. Repare como o João apanhou logo a deixa.
Limitei-me a elogiar a capacidade criadora do(s) gráficos responsáveis pelo cartaz, que, reafirmo, está MUITO BOM, deveras perspicaz e subtil!
4 de Fevereiro de 2013 às 22:11:46
Brutal a tenacidade dos criadores gráficos da CM. A subtileza do “Don Sebastião” camuflado de balão, em forma de sensual traseiro, é digna de um Mestre! Afinal o mês do Amor acaba na cama né?
Muito bom mesmo!
4 de Fevereiro de 2013 às 22:32:34
Ahhhhahah. Brilhante!
6 de Fevereiro de 2013 às 14:51:35
Pôxa!!! Isto é muito acima!!
Não entendi nada do que escreveu o Amoroso!!!
6 de Fevereiro de 2013 às 16:23:54
@juanito. relê e olha para a imagem.
6 de Fevereiro de 2013 às 18:11:32
Não capto!
Deixa deve ser da idade! 🙂
6 de Fevereiro de 2013 às 23:23:06
@ juanito: Da idade, ou dos óculos. lol.
Na imagem consegue ver (eventualmente ) um”das caldas” vulgo “car*lho com a sua cabecinha encarnada” a reluzir; também um belo recorte de um traseiro feminino (isso agora já nem tem sentido dizer…Obrigado BE e Sócrates). Não me diga que não percebe o paralelismo com o mês do amor….. Acaba na cama né? (cama, pode ser substituído pelos bancos traseiros -ou dianteiros, não importa- de um carro, ou qualquer outro local onde se pode…(seria com “f” esta ultima palavra?))
É preciso ver além das imagens que são subtis….
Cumprimentos
7 de Fevereiro de 2013 às 9:13:08
@Amoroso
Bem, o amigo tem uma imaginação muito fértil.
Mas na verdade a leitura que faz do cartaz não tem nada ver com o que diz (escreve). Onde está aqui o Don Sebastião? Que me lembre, Don Sebastião desapareceu em terras de África e a lenda diz que ele regressará um dia, montado num lindo cavalo branco, numa manhã de nevoeiro. 🙂
Interpretações várias, podem facilmente ser feitas olhando para o mesmo. Mas depende realmente da imaginação do indíviduo.
É como aquela interpretação que a menina faz de um enorme quadro pintado de azul em cima e castanho em baixo. Diz ela então, que o quadro representa uma vaca a comer erva. Perguntaram-lhe onde via ela, a vaca e a erva. Ela respondeu que a vaca tinha comido a erva toda e que de seguida tinha ido para outras pastagens.
Como vê, interpretações diversas podem ser feitas deste panfleto, carecendo de uma explicação do interpretador.
Pronto, obrigado pela sua explicação.
Cumprimentos.
7 de Fevereiro de 2013 às 22:42:47
@ juanito: Não é o primeiro a dizer que tenho imaginação fértil. Felizmente não me obrigam a pagar imposto por isso. Se conhecer a expressão “D. Sebastião” em Lisboa, talvez perceba que a sua memória está avivada em várias paredes, mesmo sem nevoeiro.
Numa imaginação muito fértil até poderia ver Jesus Cristo no cartaz. Limitei-me a interpretar os traços intuitivos que “li”. Repare como o João apanhou logo a deixa.
Limitei-me a elogiar a capacidade criadora do(s) gráficos responsáveis pelo cartaz, que, reafirmo, está MUITO BOM, deveras perspicaz e subtil!
Cumprimentos.
16 de Fevereiro de 2013 às 23:45:40
Afinal cadê o chocolate?!
Praticamente não havia chocolates!!!!
Bem…enfim!!!!