Nov 13 2012
Beja – depois de um aeroporto sem aviões

O presidente do Instituto Politécnico de Beja (IPB) reafirmou a sua posição crítica sobre um empreendimento que custou seis milhões de euros. A estrutura está praticamente concluída, mas não há alunos para encher as suas salas, fazer uso dos laboratórios e dos sistemas informáticos.
“Todos sabem qual é a minha posição sobre esta obra”, recorda o presidente do IPB. “Se fosse um projecto do meu tempo [Vito Carioca foi eleito para a presidência do instituto há pouco mais de três anos], não construía a segunda fase da ESTIG. (ler aqui)


13 de Novembro de 2012 às 16:25:50
Comparação simplesmente ridícula.
Ainda no ano lectivo anterior houve aulas práticas adiadas por falta de sala.
13 de Novembro de 2012 às 16:28:52
É caso para dizer e lembrar:
Um “novo rico” da minha terra foi à feira de Castro e comprou uma carteira / mala do melhor e mais caro que lá havia: Quando chegou a casa chegou à conclusão que não tinha nem dinheiro nem haveres para lá guardar, tal era o exagero da sua compra!
O empreendimento do IPB é mais um grande “elefante” a juntar a outros que teremos de pagar.
Estamos em crer e começamos a acreditar que a Troika, chegou atrasada: Se tivesse chegado mais cedo, teria evitado algumas atrocidades do “desgoverno”. Muito dinheiro se malbaratou: Será que ainda vamos a tempo de inverter o caminho ???? Não está fácil !
13 de Novembro de 2012 às 20:50:32
O Vito Carioca é um verdadeiro ” camaleão ” e tenta sempre que pode atingir os outros com que ele trabalhou e foi fiel ” aluno “, já sem esquecer o que fez com o autarca Francisco Santos e quer fazer agora com Pulido Valente e vai daí o João Paulo Ramoa, optou por o abandonar no cargo da presidência do Instituto Politécnico de Beja.
Perguntem opinião ao ex-presidente José Luis Ramalho.
13 de Novembro de 2012 às 21:42:16
@cc – vem aí lavagem de roupa suja?
13 de Novembro de 2012 às 22:18:50
@ joão espinho— ainda me lembro quando o Carioca chegou ao Liceu ,na altura da Abrilada , demonstrando nessa época ser um ” comuna ” do mais ortodoxo além de ter um feitio intrágavel.
Concerteza que deve ter tido uma grande evolução ideológica e social , chegando ao ” must” de já se deslocar num Luxuoso MERCEDES.
Não me admira nada se ainda o chegarmos a ver aderir ao PSD ou ao CDS.
PS : para mim continuará sempre a ser um ” m….. comuna “
14 de Novembro de 2012 às 7:42:45
Subscrevo na integra o comentário de @tarzan por ser não 100 mas 1000% verdadeiro!
14 de Novembro de 2012 às 9:15:34
Aeroporto sem aviões, Escola sem alunos, Querem uma autoestrada que depois não vão ter carros… depois sou eu que sou o maluco….
14 de Novembro de 2012 às 11:07:08
Mas os alunos podem vir para cá! Ou não?!
Tratem mas é de os atrair!
Uma maneira seria a de disponibilizarem alojamentos mais em conta, em vez de os andarem a oferecer a uma certa etnia!
14 de Novembro de 2012 às 22:01:11
Vejo e confirmo que ninguém pode dizer ou afirmar nada nesta cidade, que vem logo uma multidão atirar pedras.
Porra…
14 de Novembro de 2012 às 22:04:48
Vou dar a minha opinião, mesmo já esperando a mesma multidão cheia de pedras: o homem (Vito Carioca) tem razão. E teve a inteligência de arranjar uma solução para o problema, ao disponibilizar, a instituições regionais aquilo que o IPB tem em excesso (instalações física).
Parabéns!
14 de Novembro de 2012 às 22:48:08
@ P
A iniciativa não partiu dele ( Vito Carioca ), mas sim dos interessados no espaço disponível, o que muda radicalmente o lado da questão colocada ele perante a evidência fez o mínimo e deu parabéns pela visão dos actuais inquilinos.
E existe ainda espaço limitado para outras novas iniciativas.
14 de Novembro de 2012 às 23:01:29
Já agora, vão aqui
16 de Novembro de 2012 às 23:08:58
Beja é uma cidade inédita no mundo. Se há investimento público é uma tragédia. Se não há somos discriminados e não temos poder político. Não vejo mais ninguém a criticar ests coisas. Nas grandes cidades construiram-se equipamentos às moscas, rotundas sobre rotundas, auto-estradas ao lado de auto-estradas. Aqui (Beja) está sempre tudo mal. O problema não está em construir equipamentos. O problema está na incapacidade de os aproveitar.
20 de Novembro de 2012 às 14:56:00
Depois de ver a entrevista do Presidente do Politécnico de Beja no Youtube (a partir de um seviço informativo da SIC) fiquei muito mais sossegado. Para que de ora em diante não subsista dúvida de espécie alguma, foi o assunto minunciosamente dissecado e cada detalhe esclarecido com rigor. Podemos estar descansados pois é matéria que não não nunca mais vai ser alvo de chacota ou servir de tema para anedotas. Bem haja.