Set 02 2016
Cidade sem luz

foto: joão espinho
E terá sido por isso que a zona alta ficou sem água? Como funcionava o reservatório (agora desmantelado) nestas ocasiões?
Set 02 2016

foto: joão espinho
E terá sido por isso que a zona alta ficou sem água? Como funcionava o reservatório (agora desmantelado) nestas ocasiões?
3 de Setembro de 2016 às 11:27:45
Ilustre nem com o reservatório, e dado o tempo de interrupção de energia eléctrica evita a falta de água na zona alta! Actualmente, e na ausência deste reservatório, bastava que a entidade de gestão em alta tivesse alguns grupos geradores de emergência que evitaria este tipo de situações!
3 de Setembro de 2016 às 12:03:07
A que entidade é que os consumidores pagam a água?
4 de Setembro de 2016 às 19:15:34
À emas! E o que tem a ver esta entidade com a falta de água na zona alta da cidade devido a falta de luz! Provavelmente os defensores de manter o reservatório “esqueceram-se” de explicar o funcionamento desta infra-estrutura!
4 de Setembro de 2016 às 22:36:12
@pl
1 – Normalmente queixo-me a quem pago. Se for a um hipermercado e comprar uma embalagem de arroz com uma baratinha lá dentro, vai queixar-se a quem?
2 – O que é que os defensores do depósito têm a ver com o que escrevi? Coloquei uma questão. Gostaria de ser esclarecido.
5 de Setembro de 2016 às 11:49:37
@João Espinho
Se queixa-se a quem paga, questiono se já reclamou com a EDP? quase de certeza que lhe criou alguns constrangimentos? ou tem algum gerador em casa?
Quantos aos defensores do deposito, e quanto à sua referencia, na fase discussão sobre manter ou não esta infraestrutura esta questão da possível falta de água nas zonas altas da cidade de Beja devido à falta de energia não foi esclarecido nem questionado.
5 de Setembro de 2016 às 14:55:32
Fase de discussão? Onde? Quando?
5 de Setembro de 2016 às 17:27:58
Ao Sr. PL,
Nada, mais assertivo… Parece que o Sr. João Espinho começou a engolir a veneno que emite para fora, ou será que não tem conteúdo às afirmações emanadas por esse grande técnico que sabe tudo e não sabe nada.
6 de Setembro de 2016 às 20:26:10
@joao espinho
Não entendo as suas interrogações? Este assunto foi discutido, através de uma iniciativa de um blog de um dos diversos defensores do reservatório, onde foram expostos os dois pontos de vista para esta infraestrutura! Não participou?
6 de Setembro de 2016 às 21:32:11
Não tive possibilidades de participar.
6 de Setembro de 2016 às 20:29:26
@Atento
Revolta-me o disparo para todas as direcções sem ter conhecimento de causa procurando justificar um “posição” do contra e contra todos!!!!
6 de Setembro de 2016 às 21:52:12
Os dois pontos de vista? Tem a certeza, PL? É que os eleitos da CDU primaram pela ausência, por isso ninguém ficou a saber qual era o seu. A não ser que se refira ao Alexandre Leal da Emas que meteu os pés pelas mãos quando foi confrontado pelo Rui Marreiros com questões técnicas sobre o depósito. Se calhar também está a falar da Conceição Lopes que disse que para ela o depósito até podia continuar porque as escavações faziam-se na mesma, com ele ou sem ele. Depois parece que mudou de opinião, mas nesse dia todos os que estavam no Lidador ouviram isso mesmo.
7 de Setembro de 2016 às 3:49:50
@bejense
Sim dos dois pontos de vista? Se esteve presente um ponto de vista esteve a favor da manutenção e reabilitação do reservatório enquanto o outro explicou que o abastecimento não estaria comprometido com a existência ou não desta infra-estrutura! Certo?Relativamente as questões técnicas sobre o funcionamento do depósito que o Eng.Rui Marreiros explicou, nomeadamente desta infra-estrutura servir para garantir as normalização das pressões nesta zona da cidade, estas mesmas foram apresentadas pelo Eng. Alexandre Leal referindo-se a existência da possibilidade de cortes no abastecimento pelas razões que referi no primeiro comentário aqui colocado.
7 de Setembro de 2016 às 12:48:56
Vejam lá não se confundam e vão ler o que já tinha sido escrito pelo Rui Marreiros sobre o que ia acontecer: mais roturas e falta de água quando não houvesse energia.
Muito pouco falada, foi também a questão do desequilíbrio de pressões que vai ocorrer naquela zona da rede de águas da cidade, na medida em que uma das funções do reservatório era a de funcionar como, aquilo a que se chama na gíria, “chaminé de equilíbrio” permitindo aliviar a pressão nas tubagens quando esta ocorre em excesso. Esta função perde-se agora, perdendo-se também a possibilidade de fornecer água por gravidade durante alguns períodos, passando o abastecimento a ser feito, em permanência, com recurso a pressão gerada artificialmente por bombagem com o natural aumento dos custos com energia, maior desgaste dos equipamentos, quebra de abastecimento em caso de falta de energia e maior número de roturas que resultarão desta alteração das condições de pressão da rede.O que não foi feito como devia! A alternativa segura para retirar o reservatório de funcionamento só se poderia processar depois da remodelação da rede de águas da zona alta da cidade que, à altura, iria ser a próxima fase de intervenção na remodelação da rede de águas da cidade e Beja, que vinha a ser levada a cabo de forma estrutura e foi entretanto interrompida e substituída por intervenções aleatórias e casuísticas realizadas segundo critérios, novamente desconhecidos…..
7 de Setembro de 2016 às 12:51:40
Aqui mesmo no Blog:
http://www.pracadarepublicaembeja.net/2016/05/a-minha-cidade/o-triunfo-do-general-2/
7 de Setembro de 2016 às 13:14:23
[…] A propósito do apagão e consequente falta de água, comentário deixado aqui: […]