Um evento interessante para quem gosta, mas malta que vive à volta da Casa da Cultura, preparem-se para dormir depois das 3 ou 4 da matina. Incluindo o domingo pro pessoal ir ensonado para o trabalho na 2ª feira. Vai ser bonito, até a barraca abana. E no sábado à 1 e 20, Vai-te xxxxxx e não refiles.
É claro que mais uma vez a Câmara fecha os olhos e autoriza. Siga o baile.
É então mesmo esta salganhada que acontece todos os anos na Casa da Cultura de Beja.
Isto porque estou saindo agora de casa, para passar o fim-de-semana mais um ano fora.
Já que ninguém nas redondezas consegue dormir em casa devido ao barulho ensurdecedor, que dali emana.
Pena é que sejam sempre os mesmos castigados, ano após ano.
Porque não dividir o esta barulheira anualmente por outras zonas da cidade, ou estão mandá-la para o Parque de Feiras e Exposições, que fica apenas um pouco mais a baixo?
Não. Têm que ser os mesmos de sempre a serem castigados ano após ano, e até à exaustão…
Certamente não há Deus, ou então há alguns que são filhos de um Deus menor, como é o caso
A divisão está feita … nunca vi nenhum dos que mora perto da Casa da Cultura, a reclamar que quer a Ovibeja, o Festival do Petisco, os Disturbios Culturais, o Mastro Popular e todas as outras 150 noites de barulho anuais que acontecem na nossa cidade, Semanas Académicas e Rececções a Caloiros junto das suas casas. Só querem uma coisa empurrar as 3 noitinhas de barulho para junto dos outros que já estão bem servidos todo o ano…
O Parque de estacionamento do Aeroporto de Beja, na sua qualidade de espaço deserto, sem qualquer actividade social e/ou económica, podia ser o destino destes eventos mais ruidosos. Mas isso seria admitir que o evento é ruidoso e consequentemente que viola (admitamos que existem indícios audíveis que viola) o regime jurídico do ruído. E se viola o rjr e nenhuma das entidades com jurisdição intervém, então é porque alguém está a fazer “ouvidos de mercador”. É melhor ficar onde está e quem lá mora que se lixe, terá pensado quem deferiu a pretensão.
11 de Junho de 2015 às 18:00:43
Um evento interessante para quem gosta, mas malta que vive à volta da Casa da Cultura, preparem-se para dormir depois das 3 ou 4 da matina. Incluindo o domingo pro pessoal ir ensonado para o trabalho na 2ª feira. Vai ser bonito, até a barraca abana. E no sábado à 1 e 20, Vai-te xxxxxx e não refiles.
É claro que mais uma vez a Câmara fecha os olhos e autoriza. Siga o baile.
13 de Junho de 2015 às 0:19:43
É então mesmo esta salganhada que acontece todos os anos na Casa da Cultura de Beja.
Isto porque estou saindo agora de casa, para passar o fim-de-semana mais um ano fora.
Já que ninguém nas redondezas consegue dormir em casa devido ao barulho ensurdecedor, que dali emana.
Pena é que sejam sempre os mesmos castigados, ano após ano.
Porque não dividir o esta barulheira anualmente por outras zonas da cidade, ou estão mandá-la para o Parque de Feiras e Exposições, que fica apenas um pouco mais a baixo?
Não. Têm que ser os mesmos de sempre a serem castigados ano após ano, e até à exaustão…
Certamente não há Deus, ou então há alguns que são filhos de um Deus menor, como é o caso
14 de Junho de 2015 às 9:40:16
A divisão está feita … nunca vi nenhum dos que mora perto da Casa da Cultura, a reclamar que quer a Ovibeja, o Festival do Petisco, os Disturbios Culturais, o Mastro Popular e todas as outras 150 noites de barulho anuais que acontecem na nossa cidade, Semanas Académicas e Rececções a Caloiros junto das suas casas. Só querem uma coisa empurrar as 3 noitinhas de barulho para junto dos outros que já estão bem servidos todo o ano…
15 de Junho de 2015 às 10:00:41
O Parque de estacionamento do Aeroporto de Beja, na sua qualidade de espaço deserto, sem qualquer actividade social e/ou económica, podia ser o destino destes eventos mais ruidosos. Mas isso seria admitir que o evento é ruidoso e consequentemente que viola (admitamos que existem indícios audíveis que viola) o regime jurídico do ruído. E se viola o rjr e nenhuma das entidades com jurisdição intervém, então é porque alguém está a fazer “ouvidos de mercador”. É melhor ficar onde está e quem lá mora que se lixe, terá pensado quem deferiu a pretensão.