Fev 02 2011
Reforma administrativa do território

A discussão entre governo, autarcas e especialistas está marcada para a primavera.
Antes que nos venham apresentar mapas e soluções pré-cozinhadas, seria bom que se olhasse com seriedade para o assunto e se desse início a uma discussão alargada.
Depois não se queixem.


2 de Fevereiro de 2011 às 10:09:08
Agora é a altura certa para discutir este assunto, quando não se vislumbram eleições nos próximos tempos.
E que de acordo com a lei é possível lançar eleições para as novas unidades territoriais.
Ficando ainda dois anos de mandato para os executivos dos novos territórios.
Melhor seria se isto fosse incluído no processo de regionalização, de forma a ser referendado, já com os critérios para a nova organização regional e territorial
2 de Fevereiro de 2011 às 10:31:53
@paulo – se ficamos à espera do processo de regionalização, nunca mais de reforma a administração do território. Comece-se por algum lado que, neste caso, me parece ser a extinsão/fusão de freguesias. Para além disso, não sei se a regionalização será sujeita a referendo (nos moldes em que actualmente está previsto na CRP).
2 de Fevereiro de 2011 às 18:14:38
Proposta:
1. Beja – Santa Clara de Louredo
2. Beringel – Trigaches – S.Brissos – S.Matias
3. Mombeja – Santa Vitória – Abernoa – Trindade
4. Cabeça Gorda – Salvada – Quintos – Baleizão – Neves
2 de Fevereiro de 2011 às 22:09:24
???
Santa Clara do Louredo? Porquê??? Com 700 habitantes???
Por essa ordem de ideias também o Penedo Gordo, à mesma distância de Beja, passaria a freguesia.
Se a sua ideia é formar 4 agrupamentos, e só porque Santa Clara do Louredo não encaixa geográficamente em nenhum deles não seria muito mais coerente integrá-la na “Freguesia de Beja”, conforme defende?
3 de Fevereiro de 2011 às 9:14:52
@ Vitor
Proposta:
1. Beja – Santa Clara de Louredo
O sr. não está com atenção. Ambas estão integradas na mesma freguesia.
3 de Fevereiro de 2011 às 11:43:58
Sobre a nova organização territorial.
Devem ser definidos critérios o mais objectivos possíveis, para que o processo seja o mais consensual. Para que as populações compreendam e aceitem as alterações mais facilmente.
Assim, e com base na realidade do concelho de Beja podíamos usar os seguinte critérios, entre outros.
1º Número de habitantes
2º Relacionar realidades semelhantes.
3º Ligações directas de todos os pólos populacionais de uma freguesia á sede da mesma
4º Continuidade geográfica
No caso do concelho de Beja, eu propunha o seguinte:
1º As novas freguesias deveriam ter no mínimo 1000 habitantes
2º No nosso concelho existem três tipos de pólos populacionais (realidades)
Tipo 1 – Zonas Urbanas
Tipo 2 – Zonas semi-urbanas – onde o factor dormitório é mais relevante.
Tipo 3 – zonas rurais – Onde o peso da aldeia se faz sentir com bastante relevância.
As preocupações e problemas de um habitante da cidade são diferentes de um habitante das Neves e de um de Albernoa por ex.
3 de Fevereiro de 2011 às 11:47:02
Com base no critérios acima definidos eu propunha o seguinte:
Freguesia da Cabeça Gorda -1571 habitantes
Freguesia da Salvada e a extinta freguesia de Quintos -1555habitantes
Freguesia de Albernoa e a extinta freguesia da Trindade -1235 habitantes
Freguesia de Baleizão -1056 habitantes
Freguesia de Beringel e as extintas freguesias de Trigaches e São Brissos) -2166 habitantes
Freguesia de Nossa Senhora das Neves -1895 habitantes
Freguesia de Pax Julia resultante da fusão das freguesias urbanas e separação do Penedo Gordo ~21975 habitantes
Freguesia de Santa Clara do Louredo mais a aldeia do Penedo Gordo ~1500 habitantes
Freguesia de Santa Vitória e a extinta freguesia de Mombeja) -1195 habitantes
Freguesia de São Matias -654 habitantes
Assim de um total de 18 Freguesias ficaríamos com apenas 10 e apenas uma delas (são Matias) com menos de 1000 habitantes, (de acordo com o 3º critério). E todas elas agrupas realidades semelhantes.
Urbanas- Beja/Pax Julia
Predominantemente Urbanas (dormitórios) – Neves, Penedo/Boavista
Predominantemente Rurais – As restantes
3 de Fevereiro de 2011 às 15:46:30
Cá estão os teóricos de pacotilha!!!!!!
3 de Fevereiro de 2011 às 20:45:49
Ao Sr. db: da forma como foi escrito dá azo a alguma confusão, mas tem razão, pelo que estamos de acordo; peço desculpa pelo lapso (ou falta de atenção).
Abraço
3 de Fevereiro de 2011 às 21:00:49
@antonio nasc.
Esse seu comentário merece um prémio, cujo nome(do prémio) não revelarei.
È suposto demonstrar a sua superioridade com tiradas dessas? E eu sentir-me ofuscado com a sua brilhante genialidade ?
Mas afinal isto é um blogue onde só os eruditos podem falar ? ou melhor o sr antonio.
que eu saiba não estamos numa comissão de especialistas, mas num fórum de opiniões livres. (pelo menos a mim ninguém me paga para)
Como é evidente , eu não sou estudioso da matéria, e uso a minha própria terminologia, como forma de organizar as minhas ideias e me fazer entender.
Mas se em vez de mandar bocas, o sr antonio explicasse o que pensa do assunto, este debate seria mais enriquecido.
Eu pelo menos dei-me ao trabalho de explicar a minha opinião, não me limitando a atirar números ao ar.
E o sr antonio ? tem algo a acrescentar ao assunto ? ou prefere apenas mandar bocas ?
3 de Fevereiro de 2011 às 21:21:53
@paulo n. – perdeste demasiado tempo com o sr antónio. Mas subscrevo o teu comentário.
4 de Fevereiro de 2011 às 1:28:10
Este assunto me lembra um pouco os comboios…não os modernizam – menos passageiros aparecem – fecham-se as linhas
Neste caso: não há desenvolvimento – as pessoas vão viver para fora dessa zona – juntam-se as freguesias por falta de habitantes… minha nossa, que parvoíce!