Qualquer dia tem que elaborar um projecto e concretiza-lo,repondo esta arquitectura que não deveria ter sido mexida.Esta fotografia diz bem da diferença.Salta à vista de toda a gente.Este é um exemplo do que fizeram à n/cidade,mas há mais…
Existe espaço para peões onde os carros não são invasores.
Local propício a feiras e eventos, ou será que já se esqueceram do último?
Esta praça pública que outrora era um estacionamento de carros, hoje pertence (e muito bem) aos peões.
Concordo que deveriam recolocar o Pelourinho onde pertence, mas dizer mal de um espaço bem frequentado?
Queixam-se de barriga cheia!
Todos dizem mal da praça, do jardim do bacalhau, mas o que é certo é que são nestes dois espaços que a juventude mais experiente que temos passa lá o tempo.
@Chaparreira, como passageiro destes 2 lugares que referiu digo-lhe que não é muito frequente ver jovens na Praça da República e no jardim do bacalhau. E mesmo que esteja enganado, digo-lhe que também não compreendo que ligação conseguirá ver entre a actual arquitectura de ambos os locais com a presença de jovens no mesmo. O jardim do bacalhau, esse magnifico espaço, é provavelmente uma das maiores aberrações construídas na nossa região, com tonalidades dignas de inspirar o espírito sombrio dos dirigentes antes das reuniões de direcções sindicais. Quanto à praça da República que está na foto e que eu nunca conheci, penso que a beleza, a arquitectura, a transmissão cultural e histórica transmite-me muito mais que aquilo que transmite a actual praça…
@Mascherano:
Não me fale em reuniões de direcções sindicais que aqui ninguém falou de política.
Jovens? Quem falou em jovens? Juventude experiente, disse eu. Velhos são os trapos.
Sim, a praça perdeu a calçada portuguesa, mas o tempo é de mudança e tudo evolui.
O J.Bacalhau é uma aberração na sua opinião, mas também não estou aqui para discutir preferências.
Espírito sombrio? Já viu as novas construções civis da actualidade?
Reparou na modernice da construção cubista? E as cores?
Certamente, irá julgar também as tonalidades dignas de inspirar espíritos sombrios.
Os tempos evoluem. Não viva agarrado ao passado. A mudança faz sempre bem!
eu acho que primeiro deveriam voltar a colocar no governo o salazar ou pessoa do genero, depois obrigar a gnr a malhar nos ciganos e depois viria a praça antiga, não?
E teria sido tão simples e tão mais económico valorizar esta Praça com respeito pelo que lá existia antes … Tivesse havido o bom senso e o bom gosto de unir (sem destruir) os três tabuleiros existentes num único tabuleiro central com o pelourinho ao centro em calçada à portuguesa “preenchendo” os espaços entre eles com pedra calcária branca … O trânsito continuaria a circular na praça e comtinuaria a haver lugares de estacionamento em redor da mesma … o tabuleiro central em calçada à portuguesa teria exactamente as mesmas funções das actuais lages que, como é sabido, se partem com toda a facilidade e são escorregadias “comó caraças” com a chuva e humidade.
Interessante o pormenor de terem retirado a antena da rvp para tirarem a fotografia … 😉
Defendo a antiga praça, como é óbvio com condicionalismos na circulação de trânsito.
A antena da rvp não se vê porque à data ( veja-se os modelos de carros com para choques metálicos ) da foto a referida rádio não existia e nem pirata era.
Dou uma achega na requalificação coloquem os cidadãos bejenses a opinar e a discutir com a autarquia as aberrantes obras do POLIS.
Aindo sou do teeeeempo em que se deu voltas à praça nos casamentos, também assim o fiz! A praça já se foi, o meu casamento também (lol) são os novos tempos, as coisas têm que evoluir.
A minha opinião sobre a praça e todo o Centro Histórico é completamente diferente da maior parte dos bejenses, mas essa já é ooooutra história 😉
Ora bem, vamos lá a ver: os resultados das mexidas no J. do Bacalhau não terão sido lá muito felizes, mas na P. da República, notem bem, por exemplo, algumas diferenças: agora há árvores, e de noite mais luz…
11 de Janeiro de 2011 às 9:50:03
Que saudades…Isto sim era a Praça da Republica de Beja
11 de Janeiro de 2011 às 10:09:27
Qualquer dia tem que elaborar um projecto e concretiza-lo,repondo esta arquitectura que não deveria ter sido mexida.Esta fotografia diz bem da diferença.Salta à vista de toda a gente.Este é um exemplo do que fizeram à n/cidade,mas há mais…
enxoe
11 de Janeiro de 2011 às 10:34:00
Concordo que a praça não devia ter sido mexida como foi.
Poderia-se ter um retoque aqui e outro ali mas mantendo o pelourinho.
11 de Janeiro de 2011 às 12:06:47
Como era linda a Praça da República, o que lhe fizeram certos ” criminosos ” políticos e arquitectos num passado recente !
Já agora, porque não se faz também um debate público e um levantamento de custos para lhe dar a imagem da foto e requalificá-la !
11 de Janeiro de 2011 às 13:33:06
Pois eu acho muito bom o actual estado da Praça.
Existe espaço para peões onde os carros não são invasores.
Local propício a feiras e eventos, ou será que já se esqueceram do último?
Esta praça pública que outrora era um estacionamento de carros, hoje pertence (e muito bem) aos peões.
Concordo que deveriam recolocar o Pelourinho onde pertence, mas dizer mal de um espaço bem frequentado?
Queixam-se de barriga cheia!
Todos dizem mal da praça, do jardim do bacalhau, mas o que é certo é que são nestes dois espaços que a juventude mais experiente que temos passa lá o tempo.
11 de Janeiro de 2011 às 14:24:03
@Chaparreira, como passageiro destes 2 lugares que referiu digo-lhe que não é muito frequente ver jovens na Praça da República e no jardim do bacalhau. E mesmo que esteja enganado, digo-lhe que também não compreendo que ligação conseguirá ver entre a actual arquitectura de ambos os locais com a presença de jovens no mesmo. O jardim do bacalhau, esse magnifico espaço, é provavelmente uma das maiores aberrações construídas na nossa região, com tonalidades dignas de inspirar o espírito sombrio dos dirigentes antes das reuniões de direcções sindicais. Quanto à praça da República que está na foto e que eu nunca conheci, penso que a beleza, a arquitectura, a transmissão cultural e histórica transmite-me muito mais que aquilo que transmite a actual praça…
11 de Janeiro de 2011 às 15:14:06
@Mascherano:
Não me fale em reuniões de direcções sindicais que aqui ninguém falou de política.
Jovens? Quem falou em jovens? Juventude experiente, disse eu. Velhos são os trapos.
Sim, a praça perdeu a calçada portuguesa, mas o tempo é de mudança e tudo evolui.
O J.Bacalhau é uma aberração na sua opinião, mas também não estou aqui para discutir preferências.
Espírito sombrio? Já viu as novas construções civis da actualidade?
Reparou na modernice da construção cubista? E as cores?
Certamente, irá julgar também as tonalidades dignas de inspirar espíritos sombrios.
Os tempos evoluem. Não viva agarrado ao passado. A mudança faz sempre bem!
11 de Janeiro de 2011 às 15:48:39
eu acho que primeiro deveriam voltar a colocar no governo o salazar ou pessoa do genero, depois obrigar a gnr a malhar nos ciganos e depois viria a praça antiga, não?
11 de Janeiro de 2011 às 16:51:38
Meus caros
Rápidamente dão cabo da discussão.O que está em causa aqui e´sim ou não a esta Praça,mais nada.É por isso que estamos como estamos
Cumprimentos
enxoe
11 de Janeiro de 2011 às 18:33:20
E teria sido tão simples e tão mais económico valorizar esta Praça com respeito pelo que lá existia antes … Tivesse havido o bom senso e o bom gosto de unir (sem destruir) os três tabuleiros existentes num único tabuleiro central com o pelourinho ao centro em calçada à portuguesa “preenchendo” os espaços entre eles com pedra calcária branca … O trânsito continuaria a circular na praça e comtinuaria a haver lugares de estacionamento em redor da mesma … o tabuleiro central em calçada à portuguesa teria exactamente as mesmas funções das actuais lages que, como é sabido, se partem com toda a facilidade e são escorregadias “comó caraças” com a chuva e humidade.
Interessante o pormenor de terem retirado a antena da rvp para tirarem a fotografia … 😉
11 de Janeiro de 2011 às 18:53:36
a praça ta assim porque o salazar ou outro do genero não esta no governo e porque os ciganos tem mais direitos e não tem deveres…!
11 de Janeiro de 2011 às 19:09:10
Estava um dia lindo!
Como linda era a Praça do nosso descontentamento…
Lembram-se do alemão que tentou subir ao cimo do pelourinho!
Histórias da velha Praça da República.
11 de Janeiro de 2011 às 20:53:28
Defendo a antiga praça, como é óbvio com condicionalismos na circulação de trânsito.
A antena da rvp não se vê porque à data ( veja-se os modelos de carros com para choques metálicos ) da foto a referida rádio não existia e nem pirata era.
Dou uma achega na requalificação coloquem os cidadãos bejenses a opinar e a discutir com a autarquia as aberrantes obras do POLIS.
11 de Janeiro de 2011 às 21:03:07
1940 – CMB
11 de Janeiro de 2011 às 21:45:11
@Qualidade da Democracia
“a referida rádio não existia e nem pirata era.”
A séeeeeeeeeerio?! não diga!! 😉
11 de Janeiro de 2011 às 23:44:08
Era assim.
Agora é o que for!
Por mim pode ficar como está.
E quem não gosta? Fazer o quê? Vender e dar o dinheiro às pessoas?!
12 de Janeiro de 2011 às 0:38:05
Aindo sou do teeeeempo em que se deu voltas à praça nos casamentos, também assim o fiz! A praça já se foi, o meu casamento também (lol) são os novos tempos, as coisas têm que evoluir.
A minha opinião sobre a praça e todo o Centro Histórico é completamente diferente da maior parte dos bejenses, mas essa já é ooooutra história 😉
12 de Janeiro de 2011 às 19:31:47
Ora bem, vamos lá a ver: os resultados das mexidas no J. do Bacalhau não terão sido lá muito felizes, mas na P. da República, notem bem, por exemplo, algumas diferenças: agora há árvores, e de noite mais luz…
12 de Janeiro de 2011 às 23:46:28
@José Frade,
E para plantar árvores e iluminar a Praça era preciso destruir tudo o que lá existia antes?! …
13 de Janeiro de 2011 às 1:01:24
Manuel de Jesus:
Era meu colega na Base, estava tão bêbado nesse dia que não sabia o que fazia…e foi directamente recambiado à sua pátria – realmente, outros tempos!
13 de Janeiro de 2011 às 11:48:52
Ó anonimo, para dizer o que disse não precisa esconder-se! Resposta: claro que não havia “nexexidade”…