Ago 28 2025
Politécnico de Beja

Uma das instituições mais relevantes de Beja tem vindo, ao longo dos anos, a perder importância e interesse por parte da comunidade académica. Remetendo-se ao silêncio, a sua presidente assume a responsabilidade pelo mau caminho que o IPB está a levar. Está na hora de destapar e tornar pública a incompetência desta senhora. Não podemos deixar morrer o IPB.


28 de Agosto de 2025 às 14:06:28
O IPB, assim como outros politecnicos perdidos pelo interior de Portugal, ja nao tem razao de ser. Para se manter a tona tem que importar PALOPs as paletes, e mesmo assim ve-se a rasca.
O sonho de ter uma instituicao de ensino superior em cada capital de distrito era bonito mas nao passava disso – um sonho. Nao temos que escala para ter tantas instituicoes com qualidade. Resta-nos umas dezenas de escolas secundarias avancadas, com reitores e catedraticos a mamar a fartazana e a cocar a real micose.
Bem que me ri quando soube que iam construir uma nova residencia.
28 de Agosto de 2025 às 15:41:41
É inadmissível que numa zona de excelência agrícola o curso de agronomia não ter um único candidato. Com a quantidade de empresas, sociedades modernizadas, penso que era extremamente fácil arranjar estágios, trabalhos de fim de curso, mestrados, especializações e até doutoramentos no ramo. Do olival aos frutos secos, passando pelas vinhas, citrinos, pomóideas, milho, tanta opção…sem falar no estudo das regas, pragas, erosão, solo e clima. O difícil até é escolher.
Outra aposta que nunca foi feita, foi na aeronáutica, com um aeroporto nas portas da cidade, não há um simples curso de manutenção, nem de gestão aeroportuária, nem nada que se pareça. Já para não falar na vertente da proteção civil, nos bombeiros… todo um cluster que poderia e deveria ser aproveitado e está vetado ao abandono e esquecimento. Ponham os olhos em Ponte de Sôr, por exemplo.
Se fossem pessoas sérias, apresentavam a demissão e um pedido de desculpas á sociedade e á cidade. Cedam lugar a quem queira trabalhar e desenvolver o IPB.
28 de Agosto de 2025 às 19:08:55
@Marco o que escreve estaria muito correcto se tivesse Escola Agrária uma Direção competente, um conjunto de Professores motivados e competentes , seria possível chamar mais alunos. Concerteza que muitas empresas teriam todo o interesse em desenvolver trabalho com a Escola Agrária.Agora com o actual quadro docente , cada um bem instalado na sua Quintinha , trabalhando cada um unicamente com o objectivo de manter os seus previlegios, está tudo arrasado
seria interessante ,para a comunidade de Beja , sabe-se como foi organizado e ministrado uma celebre Pós-graduação em olivicultura.
29 de Agosto de 2025 às 20:35:47
Trabalhei há uns anos num polo musicológico na cidade, ao ajudar alunos finalistas do curso de turismo a elaborarem um trabalho de fim de curso da disciplina de património, e certa vez, ao falar a um aluno sobre o património da cidade, e lhe falar no museu regional, …. Tive que lhe explicar que era o “edifício antigo, perto do Caras”!! No fim do curso, não conhecia!! …
1 de Setembro de 2025 às 16:59:39
IPBeja – uma importante peça de xadrez num território em mudança!
Muito se tem dito e escrito, referente ao baixo número de colocações no Instituto Politécnico de Beja, na primeira fase do concurso nacional de acesso.
Quem vive e sente a região do baixo alentejo, terá certamente orgulho nesta instituição, que já formou inúmeros quadros, e que possui um papel fundamental para o desenvolvimento deste território, instituição que vê reforçada a capacidade de instalação de alunos e investigadores com a sua nova residência para mais de 500 pessoas.
Neste âmbito, certamente ninguém poderá ter ficado satisfeito com a constatação da baixa taxa de alunos colocados numa primeira fase, pelo que importa, i) compreender os motivos que levaram a esta situação, e ii) Como rapidamente inverter esta situação!
O Porquê da baixa taxa de colocação de alunos
Os motivos, são variados e diversificados, e não respeitam unicamente à Instituição:
1) Os Institutos Politécnicos na sua gênese, ministravam uma oferta formativa mais prática, que os diferenciava das
Universidades, Com “Bolonha” essa diferenciação desapareceu, e passou a competir-se e a ter-se uma mesma oferta
formativa;
2) A Gestão interna de 4 escolas, a fundir e gerir numa única instituição, nunca foi tema pacifico e consensual, processo lento
de integração efetiva, que levanta constrangimentos diversos, na gestão da instituição (ex: O Conselho Geral do IPBeja viu
este mês de setembro de 2025, a emissão de Declaração de Invalidade administrativa por parte das autoridades
competentes)
3) Lutas de poder e interesses instalados (alguns porventura complexos), face à proximidade de eleições para a presidência
do IPBeja;
4) Aumento do Número de vagas a nível Nacional, diminuição do número de alunos candidatos ao Ensino superior;
5) Oferta do IPBeja, nomeadamente da ESAB, em termos de agricultura e agro industria, em declínio em todo o território
nacional, fruto de políticas que não valorizam nem potenciam o mundo rural e o interior do País;
6) Não existe uma oferta diferenciadora nos cursos ministrados no IPBeja, sendo que a oferta que existe compete com
Instituições inseridas em territórios com muito maior densidade populacional, melhor servidas de transporte públicos, e
com mais atrativos para jovens;
7) Cidade de Beja, pouco atrativa para jovens universitários, transmitindo insegurança, com comércio decrepito no seu
centro, pouca oferta cultural e fraco ambiente estudantil; ausência de uma estratégia de Marketing territorial; limitações
diversas, tais como nos transportes públicos ( ferrovia muito condicionada com pouca oferta de horários e sem ligação ao
algarve; Obras no IP8; deslocações por autocarro para Lisboa, quase na generalidade via Évora, Transportes de Lisboa para
Beja a partir das 20h, são Inexistentes,…)
As soluções
Sem uma visão de território e cidade, em que se juntem esforços e se assuma uma estratégia e depois se aposte no Marketing Territorial, não só o IPBeja, bem como todas as demais instituições vão definhar. É fundamental um trabalho em rede entre o IPBeja, a CMBeja e demais Municípios do Baixo Baixo alentejo, os empresários\empregadores, o aeroporto de Beja, a EDIA, a ACOS,..
Rever com o Ministério, a oferta Formativa do IPBeja (facilitando este processo que é extremamente complexo), oferta que deverá ser inovadora e diferenciada da demais oferta existente, articulando as diferentes escolas nessa nova oferta adequada aos novos tempos e oportunidades, não só territoriais, mas também de dimensão global, que permitam a atração de alunos de todas as geografias.
Continuar a apostar e reforçar os polos do IPBeja, com formações práticas diferenciadoras e ajustadas às necessidades dos respetivos territórios.
Tudo isto só será possível num ambiente interno à instituição de grande espírito de união entre Presidência, escolas, órgãos, professores e investigadores, e num ambiente externo de ligação à comunidade e mundo empresarial.
(Em período autárquico seria importante que nos debates a realizar, os candidatos se pronunciassem sobre este tema!)
O Baixo alentejo, o IPBeja e Beja Tem futuro, vamos todos ajudar a contruir um território mais próspero!
2 de Setembro de 2025 às 17:57:12
A baixa qualidade e exigência atrai poucos e maus alunos e torna-se uma pescadinha-de-rabo-na-boca. Há licenciados sem saber falar ou escrever português. A mediocridade auto-alimenta-se. Vão seguir o rumo das escolas profissionais. Esperemos, com fé e mais nada, que ninguém se magoe.
3 de Setembro de 2025 às 9:31:04
Essa senhora será a coveira do IPB. Está na altura de sair e que seja o mais rapidamente possível. Depois tragam alguém de fora do bafon para por ordem nisso e romper com de vez com as capelas internas