Jul 06 2025

Podem explicar?

Publicado por as 12:28:24 em A minha cidade

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8 Resposta a “Podem explicar?”

  1. Bejense diz:

    Chama-se a isto começar a casa pelo telhado. Um projecto do século XXI num centro histórico do século XIX.

  2. Galeno diz:

    Sinceramente acho que isto é gozar com os bejenses no geral e com os lojistas em particular. Mas alguém acredita no que estas pessoas escrevem????A CMB é o NERBE acreditam mesmo que esta é a transformação de que o centro histórico precisa??? Mas alguém vai faturar 1€ a mais por isto??? Mas algum Bejense vai voltar a ir às portas d emertola por causa disto??? Não gozem com as pessoas sff!!! As necessidades são reais, a miséria do centro histórico também e vem com estes mimimis? Impressionante!

  3. A caminho diz:

    Com estes seguidores e com esta converseta muito em breve PA vai dizer que ele próprio está a valorizar sozinho o Beja Digital.
    Vergonha não têm nenhuma noção também não

  4. Zé Zorro diz:

    Consta que o Machado da financeira entra para um lugar na lista do Arsénio, o desespero é tal que já só é possível recrutar dentro de casa. Isto é valorizar alguma coisa?

  5. Guga diz:

    Mas o Machado não foi PC , daqueles com cartão e tudo ? Não foi daqueles PC que rebentaram com a Cooperativa Proletário Alentejano?

  6. Gugu diz:

    @Guga. Errado. Vá ler as noticias da época. Tentou salvar essa cooperativa. Alguém, ou algum grémio partidário não permitiram. Consulte o Diário do Alentejo da época. Desinformação e má formação. E já agora tb pode dizer que o tal fulano também tem responsabilidade nos “altíssimos” resultados financeiros da autarquia… 🤣🤣🤣

  7. The Future Boss diz:

    É uma autêntica vergonha os posts e os comentários que por aqui se fazem, mas é compreensível pois é isto que dá visualizações, e falo por experiência própria pois já fui administrador de um Blogue, embora com uma temática totalmente diferente…terminando nos comentadeiros que nem teço comentários… Mas há situações que são inqualificaveis, como o comentário deste “Senhor/a Guga”…

    Vamos a factos que foi por isso que aqui vim perder quase 4 minutos da minha vida escrever isto…

    A ser verdade que o “Machado” como você carinhosamente o chama será candidato, no meu entendimento em política (se é que isto se pode chamar) não pode valer tudo.. Se ele não fosse candidato ou possível candidato esta conversa da cooperativa nunca vinha à baila… Mas quando não se tem argumentos é sempre mais fácil desviar as atenções para o lado que interessa, lado esse que será a maior pandemia deste século… a DESINFORMAÇÃO!!! Demonstra ainda a total falta de empatia pela pessoa que estará por trás do candidato ou possível candidato, colocando em causa não só a pessoa como profissionalismo da mesma. pois se o “Machado” é a pessoa que eu estou a pensar que é, o meu amigo Guga só anda atento ao que lhe interessa… pois é mais que evidente o excelente trabalho desenvolvido pelo “Machado” na CMBeja, de referir ainda, que até “quem faz a verdadeira política” na Camara Municipal de Beja(Oposição) nada tem a apontar neste campo.

    A ser verdade a informação que por aqui anda a circular, o Paulo Arsénio sacou um coelho da cartola que ninguém estava a espera e que o fará com grande probabilidade voltar a vencer as próximas autárquicas!

  8. analista diz:

    Mais recrutamentos internos: Paulo Arsénio transforma os serviços municipais em viveiro eleitoral

    A confirmação de mais recrutamentos internos é mais uma evidência clara do que se tem tornado regra nesta fase terminal do projeto de Paulo Arsénio: a ausência total de apoio político externo obriga-o a recorrer aos próprios quadros do universo municipal, câmara e não só, reforçando a perceção de que Paulo Arsénio está a usar os recursos humanos do universo municipal como último recurso para manter de pé uma candidatura já fragilizada e politicamente esvaziada.

    Esta prática, além de demonstrar um preocupante isolamento político, levanta sérias dúvidas sobre a separação entre funções administrativas e ambições eleitorais. Quando funcionários públicos e trabalhadores de empresas participadas são convidados, ou pressionados, a integrar listas de um executivo em funções, misturam-se perigosamente os limites entre o poder político e a estrutura técnica, com implicações sérias para a ética e a transparência democrática.

    Mais do que um sinal de força, estes recrutamentos expõem o contrário: um presidente incapaz de mobilizar militância, sem apoio interno no PS, sem confiança nas freguesias e agora dependente de quem trabalha sob sua autoridade direta ou indireta.

    É legítimo perguntar: que margem têm esses funcionários ou trabalhadores para recusar, quando o convite parte de quem influencia ou decide sobre os seus percursos profissionais? E que tipo de autonomia terão enquanto candidatos, se forem eleitos?

    Beja não pode continuar a ser governada por um poder que confunde o município com o seu aparelho pessoal. Esta instrumentalização das estruturas públicas para fins eleitorais é um sinal claro do fim de um ciclo — e da urgência de mudança.

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