Ago 08 2016
Ago 08 2016
Beja está viva
Publicado por João Espinho
Contrariamente ao que se anda por aí a escrever em determinados blogs, a cidade de Beja está a viver um momento de viragem, sendo um pólo de atracção turística, trazendo muitos forasteiros para a denominada capital de distrito. Mas do que vêm eles à procura? Das festas e bailaricos na Praça da República? Das feiras e festas romanas? Da street art do “Beja na Rua”? Dos magníficos concertos e convívios musicais das “Noites ao Fresco”? Será que vão participar nas procissões e cortejo histórico das Festas de Santa Maria?
Não, nada disso.
As multidões que invadiram recentemente as ruas da nossa cidade andam à procura de Pokémons. Uma afiliada da Nintendo fez saber que Beja estava a morrer e que aqui os Pokémons poderiam andar livremente e procriar-se à vontade, sem necessidade de pílulas ou preservativos. A comunidade internacional de jogadores da coisa fez eco desta liberdade e de imediato as nossas praças, avenidas, viadutos e alamedas se encheram de milhares de caçadores de pokémon. O próprio Diário do Alentejo publica, na sua mais recente edição, uma reportagem sobre esta súbita “movida” bejense.
Beja já merecia uma coisa assim.
Ago 08 2016
Graças a Deus!
Publicado por João Espinho
foto: joão espinho
“Uma das novidades das Festas de Santa Maria, em 2016, é a alteração do local: segundo um elemento da Comissão de Festas, o Largo do Museu tornou-se pequeno para receber a quantidade de pessoas que habitualmente participa no evento, por isso, este ano, a escolha recaiu na Praça da República.” (aqui)
Ago 05 2016
Começam hoje
Publicado por João EspinhoAgo 04 2016
Os dias estão mais inquietos
Publicado por João Espinho
“Andam por aqui uns dias inquietos. E não é do calor, certamente.
Parece que cada vez que alguém ousa afrontar ou criticar, ou até mesmo questionar, S.ª Ex.ª o Presidente da Câmara de Beja, se transforma de imediato num alvo a abater. Também já sofri dessa inquietude. E embora não a tema e aqueles que recentemente a têm sofrido também não a temem, com certeza, não deixa de ser preocupante o clima que se vive. Tão preocupante que se transforma numa forte vontade de lutar pela mudança!
Apregoam-se a democracia e a liberdade com tal ligeireza que assusta não as saberem praticar. Como se opinar, divergir, opor-se não fossem princípios fundamentais da democracia. Como se questionar, desejar (exigir) o esclarecimento não fossem razões naturais da cidadania.
Assim como não existem verdades absolutas também não há poderes absolutos (pelo menos em democracia e no pensamento dos homens livres!). Podem as críticas ser injustas, podem as dúvidas ser descabidas, pode tudo, incluindo pode cada um ter a sua legitimidade que aqui não há donos e Beja não está à venda nem à mercê de um homem só!
Porque se manifestam estes comportamentos? Será do medo? Será da incerteza que desejam abafar com uma confiança falsa?
Seja o que for, seja como for, está comprovado que é preciso continuar, dar luta ao ostracismo, vencer a resignação e criticar, criticar sempre que for preciso!
P.S.: A foto é escolha propositada e para relembrar que ninguém é acrítico!”
Jorge Barnabé
Ago 03 2016
Operação Pé na Areia
Publicado por João EspinhoAgo 03 2016
Todos juntos acabamos com isto mais depressa…
Publicado por João Espinho
“Quando há uns largos anos os autóctones olhavam para nós (turistas ou visitantes de curta duração) como um povo invasor, pensava, bem, isto um dia muda… Quando marcavam os lugares para as suas viaturas, com garrafões, cadeiras de esplanada, grades de minis (vazias) ou mais recentemente a bela da palete, pensava, bem, isto um dia muda…
Quando nos riscavam os carros ou esvaziavam os pneus, por algum equívoco, pensava, bem, isto um dia muda…
Quando numa aprazível esplanada esperava por um simpático funcionário/a e afinal quem tinha de se servir era o cliente, porque o dono estava sentado ao fundo do estabelecimento e não podia ser incomodado, pensava, bem, isto um dia muda…


Quando mais recentemente a CM resolveu colocar parquímetros nos parques da praia, pensava, bem isto um dia muda, não devem ser muitos os frequentadores. ..
Não mudou além desses vieram mais, para as ruas da vila … mesmo que mais de metade estejam vazios.
Quando às 7h da manhã há gente a correr para as praias para marcar lugar num palmo de chão, com uma sombrinha vazia, porque entende que tem mais direito que qualquer um que quando lá chegue seja para ficar, mesmo numa praia com 20km de costa, estamos perante problemas mentais graves de uma sociedade … não podemos esperar grandes mudanças.
Talvez o melhor seja mesmo taxar o sol, ou pegar nos parquímetros e colocá-los junto de cada sombrinha vazia nas nossas praias, ou dos garrafões de água do luso que marcam estacionamentos. Isto com civismo, respeito e ética não vai lá, venham as taxas, TODOS JUNTOS, acabaremos mais depressa com o “TURISMO” …”
Luís Figueira no Facebook









