Ago 02 2016

Happy Birthday MTV!

Publicado por João Espinho

mtv1

The Rolling Stones 35 years ago attempting to make an ad for the station:

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Ago 02 2016

Universidade de Verão à la gauche

Publicado por João Espinho

univ bloco
foto: joão espinho

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Ago 01 2016

Socialismo à portuguesa

Publicado por João Espinho

varanda paga imi

As casas que venham a ser reavaliadas podem ter de pagar mais IMI caso tenham maior exposição solar ou uma vista privilegiada. Coisas da geringonça.

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Ago 01 2016

Windows

Publicado por João Espinho

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foto: joão espinho

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Ago 01 2016

Por que será?

Publicado por João Espinho

dívida pública

Novo máximo da dívida pública, que chegou aos 222 mil milhões no final do primeiro semestre do ano.
(ler aqui)

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Jul 31 2016

Até sempre, professor!

Publicado por João Espinho

monizpereira1

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Jul 30 2016

O silêncio

Publicado por João Espinho

auschwitz

” Bergen-Belsen, Dachau, Treblinka, Buchenwald, Auschwitz-Birkenau. Cinco nomes que todos conhecemos e que identificam, na Europa, o pior do que o homem é capaz. Mas havia mais, muitos mais construídos pelos nazis entre campos de concentração, subcampos e campos de passagem, uma viagem de suplício para milhões de pessoas e uma das histórias europeias mais negras de sempre. “Nunca mais” prometeram os alemães depois da guerra e a promessa pode aplicar-se a tudo – à guerra, ao extermínio, à destruição, a perseguições lançadas cirurgicamente sobre os outros. Conhecemos os nomes dos campos, vemos os filmes, seguimos as séries de televisão, lemos os livros que contam o mesmo horror. Olhando para a Europa de hoje, não é nada certo que tenhamos aprendido a lição. Talvez seja também por isso que cada uma das viagens papais a Auschwitz continue a ser classificada como “histórica”. João Paulo II esteve aqui em junho de 1979, Bento XVI em maio de 2006, ontem veio Francisco. Há 37 anos, o papa polaco pediu o fim da guerra em Auschwitz e o papa alemão questionou o silêncio de Deus perante tanto sofrimento. Nesta sexta-feira, o papa argentino pediu o perdão divino para tanta crueldade. Mesmo antes de passar os portões, Francisco disse aos jornalistas que gostaria de ir àquele lugar do horror sem discursos nem multidões. Queria entrar sozinho e rezar. E que lhe fosse dada “a Graça de chorar”. Há qualquer coisa que muda quando se passa para o outro lado do arame farpado. Em Buchenwald, lê-se ainda sobre os portões “Jedem dem Seine”, a cada um aquilo que merece, palavras mais cínicas ainda do que aquelas que se continuam a ler em Auschwitz (o trabalho liberta). Talvez seja o vento, o lugar vazio e agora raso onde antes se erguiam as camaratas dos prisioneiros, a terra seca onde não se vê crescer uma única erva, as chaminés ao longe que não precisam de legenda. Pelo menos uma vez na vida devemos passar pelos portões silenciosos de Auschwitz, Buchenwald ou Treblinka. Não há nada para ver, mas tudo para sentir.”
Mónica Bello – Editorial do DN

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Jul 29 2016

Sem palavras

Publicado por João Espinho

papa em auschwitz

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Jul 29 2016

Bom fim de semana

Publicado por João Espinho

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foto: michael nemkov

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Jul 29 2016

Quer fazer sauna?

Publicado por João Espinho

automotora
Quem paga o intercidades Beja-Lisboa-Beja sabe como é mau o serviço prestado pela CP.
No passado fim de semana tivemos um extra. No trajecto Casa Branca-Beja tivemos que fazer mais uma mudança. Desta vez em Vila Nova da Baronia. Também no trajecto Beja-Casa Branca aconteceu o mesmo. Não nos foi dada qualquer explicação. Dizem que as automotoras sofrem de sobreaquecimento. No interior das carruagens, sem ar condicionado, o ar era irrespirável. Houve pessoas muito mal dispostas. Esta situação já se prolonga há demasiado tempo. Para que serviu a viagem do PR numa daquelas automotoras? E por que razão pagamos bilhete de intercidades se o serviço prestado é regional? Ninguém pode inverter esta situação?
Beja merecia outra atenção.

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Jul 29 2016

Não se atropelem

Publicado por João Espinho

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Jul 29 2016

Diário do Alentejo

Publicado por João Espinho

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