Ago 17 2018
Ago 17 2018
Cuba – esclarecimento
Publicado por João Espinho
Sobre o que aqui escrevi, esclarece a Coordenadora da UCSP Cuba:
“Agradecemos o alerta, mas os recipientes em questão não são do tipo dos utilizados no Centro de Saúde de Cuba, nem noutros Serviços da ULSBA. Vamos tentar identificar a origem dos mesmos.”
Ago 16 2018
Hora de Verão – consulta pública
Publicado por João Espinho
Termina hoje a consulta pública sobre eventuais alterações às disposições relativas à hora de verão em vigor. Leia aqui mais informações. Pode também, no mesmo sítio, participar no questionário. (se o sítio estiver com problemas*, tente uma, duas, tantas vezes até que se aborreça e mande a Comissão Europeia dar uma volta). Eu consegui responder ao questionário.
* The EUROPA server is temporarily unavailable – We apologise for any inconvenience this may cause you.
Ago 16 2018
Uma imprensa livre precisa de si
Publicado por João Espinho
In 2018, some of the most damaging attacks are coming from government officials. Criticizing the news media — for underplaying or overplaying stories, for getting something wrong — is entirely right. News reporters and editors are human, and make mistakes. Correcting them is core to our job. But insisting that truths you don’t like are “fake news” is dangerous to the lifeblood of democracy. And calling journalists the “enemy of the people” is dangerous.
(leia aqui)
Vamos estar atentos ao Tweet de Trump.
Ago 15 2018
Crime sem castigo?
Publicado por João EspinhoAgo 14 2018
John Coltrane. Ressuscitar a arqueologia do jazz
Publicado por João Espinho
2018, ano não oficial do resgate do jazz aos eruditos, graças a nova geração de músicos e de ouvintes, é também de John Coltrane. As gravações que se julgavam perdidas de “Both Directions at Once” foram desvendadas pela família da primeira mulher, Naima, e têm o valor de um acontecimento (leia aqui)
Ago 14 2018
Sobre Rui Rio
Publicado por João Espinho
Pedro Correia in ” O idílio entre Rio e Costa:
“(…)
Matéria mais que suficiente para a intervenção do maior partido da oposição? Claro que sim. Mas onde andou Rui Rio? Ninguém sabe.
O presidente do PSD não se dignou comparecer no Algarve envelhecido, pobre e esquecido, no Algarve do interior rural e serrano de que Monchique é por estes dias um pungente símbolo.
Nem uma palavra de conforto, nem um gesto de solidariedade e amparo às populações flageladas pelo fogo: não lhe ouvimos o mais vago sussurro. Nem um leve reparo nem sequer um tímido franzir de sobrolho perante a desastrada actuação do Executivo, reincidente na insensibilidade perante as desprotegidas populações do interior.
É uma estranha forma de “liderar” a oposição, enquanto o primeiro-ministro – certamente não por acaso – escolhe esta mesma ocasião para demonstrar uma calorosa palavra de apreço ao PSD.
O idílio entre Rio e Costa está no ar. A tal ponto que apetece perguntar se existe neste momento oposição ao Governo em Portugal.”











