Ago 14 2018
John Coltrane. Ressuscitar a arqueologia do jazz

2018, ano não oficial do resgate do jazz aos eruditos, graças a nova geração de músicos e de ouvintes, é também de John Coltrane. As gravações que se julgavam perdidas de “Both Directions at Once” foram desvendadas pela família da primeira mulher, Naima, e têm o valor de um acontecimento (leia aqui)


14 de Agosto de 2018 às 23:11:11
Provavelmente o maior compositor e saxofonista de todos os tempos que nos deixou demasiado cedo, vagueando não poucas vezes pelo mundo do rock. Ainda assim prefiro o experimentalismo e improviso de John Zorn… mas reconheço, se não houvesse Coltrane talvez também não tivéssemos Zorn.
https://www.youtube.com/watch?v=VLRcr5An5xY
15 de Agosto de 2018 às 18:50:36
@vp – esteve na Gulbenkian dia 27/7
17 de Agosto de 2018 às 17:36:51
É pá, nem me diga, optei pelo FMM, com muita pena minha… . Mas são opções.
17 de Agosto de 2018 às 18:09:30
Foi no habitual “Jazz em Agosto” (começou este ano em Julho). Curiosamente teve uma programação especial inteiramente dedicada a John Zorn (e com a participação do próprio).
17 de Agosto de 2018 às 21:24:55
Eu sabia mas o Finlandês do acordeão e as suas duas filhas bem como Scurú Ftchadu chamavam por mim e tive de optar.