Já agora seria útil fazer-se na comunicação social a distinção clara entre drogas leves e drogas duras, para que os mais incautos não metessem esta apreensão no mesmo saco das de heroína, cocaína e MDMA´s. Saliento ainda que o cânhamo seria uma boa aposta para o nosso regadio do alqueva, com 2-3 colheitas anuais, podendo a sua fibra ser empregue no fabrico de têxteis ou pasta de papel.
SE, SE, SE………….. o PCP não tivesse governado a CMB durante as últimas três décadas da forma incompetente e vergonhosa como todos sabem, mas alguns não dizem porque não lhes convém, Beja de certeza que era uma capital de distrito desenvolvida, ao invés de ainda estar na vergonha em que se encontra.
@Paulo Nascimento, seja qual for o assunto você não consegue mais que repetir ad-nauseum ideias e frases feitas na maioria dos casos completamente ocas de conteúdo. Pensar e ter ideias próprias não é para todos …
@dapaz – o Paulo responderá se entender. Mas dou uma pequena ajuda: você sabe qual é a diferença entre uma mini e um cálice de absinto? Após a resposta, vamos falar de critérios.
tem alguma definição para cada uma delas? pois…agora que cada qual tem os seus efeitos e uns piores que os outros, concerteza.
indiscutível.
mas droga é droga, não há as leves e as duras.
@joão, a diferença entre um drogado, como diz, e um consumidor de droga será o grau de dependência. mas não é disso que discordo. apenas reafirmo que não hà diferenças entre drogas leves ou drogas duras.
É um conceito errado. É droga e ponto.
Pertenço à mitica geração de 60. Aquela que se celebrizou no seculo passado por, “make love not war” (por acaso calhou-me guerra). Por essa altura vivia no Algarve onde despontava o princípio do turismo de massas. Os locais “in” como hoje se diria, limitavam-se às miticas “boites” (não se intitulavam discoteca) “7&meio e Silvias” em Albufeira, onde desaguava a faúna pretensamente boémia que infalívelmente era despejada às quatro da manhã sem dó nem piedade.
A convivência com espécimes oriundas do norte da Europa cedo nos colocou no caminho das “inócuas” drogas leves. Confesso a minha iniciação não passou disso mesmo. Para me sentir desinibido ou mesmo alguma euforia optava sempre pelo alcool e nem sempre pouco, até hoje. Em contrapartida os meus amigos de então, (João Calado, Fera, Alfarrobinha, Shanadoak, e Gil, optaram por uns cigarritos mal enrolados que cedo os conduziu a novas experiências e ao prematuro desaparecimento. Claro desse vasto grupo tambem desapareceu o Manuel Esteves, consumido pelo pelas sucessivas cargas de refrescante cerveja que entregava ao fígado, e este não processava com a dignidade e eficácia exigida.
Os sobreviventes, Palma, Helder Zé João, Salvador, Madeira, Capela, Ricardo, cozidos pelo alcool continuamos todos os anos a comemorar com uma almoçarada bem regada… e rasoavelmente saudáveis.
Dapaz! Resta saber se o cânhamo é uma droga! Pelo menos se é um “fumável” passível de ser mais nefasto que o primo tabaco, por exemplo. Se na matéria da dependência, o processo de encadeamento e sucessão tivesse a rigidez que lhe quer dar, e presumindo que ninguém fuma cânhamo antes de fumar tabaco, então, teoricamente, toda a moçada do meu tempo (e antes e depois de mim também) que na minha terra, fumava cigarrito & cigarrito, companhia Lda. atrás das oficinas de macanotecnia (não esquecer que é reconhecida a dependência que o tabaco gera), teria passado, a seguir, a fumar cânhamo e provavelmente já teriam batido as botas, agarradíssimos às já mencionadas “drogas pesadas” que, “pela ordem natural das coisas”, teriam que ter surgido depois.
JSC! Convivência com espécimes oriundos do norte da Europa? Em matéria de “fumos”???? Tinham tido mais sorte se pudessem ter convivido de perto com os V. tios avós. Acredite que há “artigo” (chamemos-lhe flora aromática e medicinal) a nascer espontaneamente por esses campos fora, conhecido e utilizado desde há milhares de anos, que, se certos meninos sonhassem que podiam “utilizar” para outros fins que não acabar com a insónia ou com a dor de dentes (ou tudo misturado), o Alentejo rapidamente iria parecer-se com o Chade. Assim do tipo rebanho de ovelhas com 500 cabeças num cercado de meio hectare durante uma semana.
Como em quase tudo da vida também nesta matéria, é uma questão de conhecimento, de dose e de regularidade. É como o café, a masturbação, o cozido de grão, o xanax, a caça, o Benfica, a novela, o comun….. comun…..comun zzzzz . . . Tudo coisas que em excesso fazem mal.
Épá!!!! Seria capaz de jurar que vi ainda agora um gnomo a esconder-se atrás daquela porta!
Como alguns sabeides, sou Bloquista, mas ainda não vi nenhum camarada a fumar alguma coisa alucinógenica, (mas que os há, há, e não é só no bloco)
Temos a fama, mas pouco proveito.
Este ano passei as férias em Amesterdão, onde podia fumar canabis. Mas sou tão puritano com estas coisas, que o mais proximo que estive, foi quando levava com as baforadas que saíam da Coffee Shops.
Não bebo alcool, nem fumo. só me falta ir á missa e estaria bem no CDS.(e já agora, não ser um radical de esquerda)
26 de Agosto de 2010 às 13:08:30
Se legalizassem a canabis , já a policia podia procupar-se com coisas sérias, em vez de andarem a fazerem figura de parvos com uma planta inofensiva.
Mais drogas perigosas são enfiadas todos os dias na nossa alimentação e ninguém se preocupa, algumas vendidas a 6% de IVA, como a coca cola e a pepsi.
O Álcool é uma das mais perigosas drogas que existe, e ninguém controla essa epidemia.
26 de Agosto de 2010 às 14:31:02
Já agora seria útil fazer-se na comunicação social a distinção clara entre drogas leves e drogas duras, para que os mais incautos não metessem esta apreensão no mesmo saco das de heroína, cocaína e MDMA´s. Saliento ainda que o cânhamo seria uma boa aposta para o nosso regadio do alqueva, com 2-3 colheitas anuais, podendo a sua fibra ser empregue no fabrico de têxteis ou pasta de papel.
26 de Agosto de 2010 às 15:42:49
Mais uma machada no desenvolvimento dos novos agricultores.
26 de Agosto de 2010 às 19:07:08
“Se legalizassem a canabis….” ??!
SE, SE, SE………….. o PCP não tivesse governado a CMB durante as últimas três décadas da forma incompetente e vergonhosa como todos sabem, mas alguns não dizem porque não lhes convém, Beja de certeza que era uma capital de distrito desenvolvida, ao invés de ainda estar na vergonha em que se encontra.
Cumpts,
26 de Agosto de 2010 às 19:54:10
@Paulo Nascimento, seja qual for o assunto você não consegue mais que repetir ad-nauseum ideias e frases feitas na maioria dos casos completamente ocas de conteúdo. Pensar e ter ideias próprias não é para todos …
26 de Agosto de 2010 às 20:02:39
Acalmem-se, pois a vida são dois dias e o Sporting é o maior!
26 de Agosto de 2010 às 22:03:22
Diga-me paulo nascimento, no seu entender, qual é a(s) diferença(s) entre drogas leves e drogas?qual é o seu critério?
26 de Agosto de 2010 às 22:22:57
@dapaz – o Paulo responderá se entender. Mas dou uma pequena ajuda: você sabe qual é a diferença entre uma mini e um cálice de absinto? Após a resposta, vamos falar de critérios.
26 de Agosto de 2010 às 22:53:17
@joão, droga é droga, certo?
26 de Agosto de 2010 às 23:32:28
@dapaz – ãh?
27 de Agosto de 2010 às 0:13:04
tem alguma definição para cada uma delas? pois…agora que cada qual tem os seus efeitos e uns piores que os outros, concerteza.
indiscutível.
mas droga é droga, não há as leves e as duras.
27 de Agosto de 2010 às 0:24:14
@dapaz – não há no seu ponto de vista. Mas olhe à sua volta e vai reparar a diferença entre um drogado e um consumidor de droga.
27 de Agosto de 2010 às 0:32:22
@joão, a diferença entre um drogado, como diz, e um consumidor de droga será o grau de dependência. mas não é disso que discordo. apenas reafirmo que não hà diferenças entre drogas leves ou drogas duras.
É um conceito errado. É droga e ponto.
27 de Agosto de 2010 às 0:39:27
@dapaz – por vezes tenho a sensação de ser este blog uma droga. Será leve, será dura? Chuva não é certamente.
27 de Agosto de 2010 às 0:50:06
@joão, não vou por ai. só quis contrariar o comentário do andré e não do paulo nascimento, como inicialmente referi. as minhas desculpas ao paulo.
27 de Agosto de 2010 às 5:37:01
Pertenço à mitica geração de 60. Aquela que se celebrizou no seculo passado por, “make love not war” (por acaso calhou-me guerra). Por essa altura vivia no Algarve onde despontava o princípio do turismo de massas. Os locais “in” como hoje se diria, limitavam-se às miticas “boites” (não se intitulavam discoteca) “7&meio e Silvias” em Albufeira, onde desaguava a faúna pretensamente boémia que infalívelmente era despejada às quatro da manhã sem dó nem piedade.
A convivência com espécimes oriundas do norte da Europa cedo nos colocou no caminho das “inócuas” drogas leves. Confesso a minha iniciação não passou disso mesmo. Para me sentir desinibido ou mesmo alguma euforia optava sempre pelo alcool e nem sempre pouco, até hoje. Em contrapartida os meus amigos de então, (João Calado, Fera, Alfarrobinha, Shanadoak, e Gil, optaram por uns cigarritos mal enrolados que cedo os conduziu a novas experiências e ao prematuro desaparecimento. Claro desse vasto grupo tambem desapareceu o Manuel Esteves, consumido pelo pelas sucessivas cargas de refrescante cerveja que entregava ao fígado, e este não processava com a dignidade e eficácia exigida.
Os sobreviventes, Palma, Helder Zé João, Salvador, Madeira, Capela, Ricardo, cozidos pelo alcool continuamos todos os anos a comemorar com uma almoçarada bem regada… e rasoavelmente saudáveis.
27 de Agosto de 2010 às 11:01:56
Dapaz! Resta saber se o cânhamo é uma droga! Pelo menos se é um “fumável” passível de ser mais nefasto que o primo tabaco, por exemplo. Se na matéria da dependência, o processo de encadeamento e sucessão tivesse a rigidez que lhe quer dar, e presumindo que ninguém fuma cânhamo antes de fumar tabaco, então, teoricamente, toda a moçada do meu tempo (e antes e depois de mim também) que na minha terra, fumava cigarrito & cigarrito, companhia Lda. atrás das oficinas de macanotecnia (não esquecer que é reconhecida a dependência que o tabaco gera), teria passado, a seguir, a fumar cânhamo e provavelmente já teriam batido as botas, agarradíssimos às já mencionadas “drogas pesadas” que, “pela ordem natural das coisas”, teriam que ter surgido depois.
JSC! Convivência com espécimes oriundos do norte da Europa? Em matéria de “fumos”???? Tinham tido mais sorte se pudessem ter convivido de perto com os V. tios avós. Acredite que há “artigo” (chamemos-lhe flora aromática e medicinal) a nascer espontaneamente por esses campos fora, conhecido e utilizado desde há milhares de anos, que, se certos meninos sonhassem que podiam “utilizar” para outros fins que não acabar com a insónia ou com a dor de dentes (ou tudo misturado), o Alentejo rapidamente iria parecer-se com o Chade. Assim do tipo rebanho de ovelhas com 500 cabeças num cercado de meio hectare durante uma semana.
Como em quase tudo da vida também nesta matéria, é uma questão de conhecimento, de dose e de regularidade. É como o café, a masturbação, o cozido de grão, o xanax, a caça, o Benfica, a novela, o comun….. comun…..comun zzzzz . . . Tudo coisas que em excesso fazem mal.
Épá!!!! Seria capaz de jurar que vi ainda agora um gnomo a esconder-se atrás daquela porta!
28 de Agosto de 2010 às 0:09:43
@Dapaz
Não precisa pedir desculpas. Ás vezes também respondo á pessoa que não proferiu os comentários. Acontece.
@Rato dos Pomares
Belo texto, hilariante. (só para não escrever LOL)
Foi um gnomo que viste ou foi o Francisco Lopes do PCP ? É que mal se vê .
28 de Agosto de 2010 às 0:16:22
Como alguns sabeides, sou Bloquista, mas ainda não vi nenhum camarada a fumar alguma coisa alucinógenica, (mas que os há, há, e não é só no bloco)
Temos a fama, mas pouco proveito.
Este ano passei as férias em Amesterdão, onde podia fumar canabis. Mas sou tão puritano com estas coisas, que o mais proximo que estive, foi quando levava com as baforadas que saíam da Coffee Shops.
Não bebo alcool, nem fumo. só me falta ir á missa e estaria bem no CDS.(e já agora, não ser um radical de esquerda)
28 de Agosto de 2010 às 0:38:29
@paulo – no CDS? Deus te perdoe 🙂
28 de Agosto de 2010 às 11:27:29
@João Espinho
Seria tipo um vampiro na festa do dadores de sangue.
🙂