Cá para mim é um pouco de coisa nenhuma!
Um bando de pseudo intelectuais a armar ao “fino”:
O povo pode estar e está teso e passa inúmeras dificuldades, mas está farto de lirismos: Haja que saiba mandar e dê exemplos e o resto arranja-se!
Ao ler os comentários anteriores sou levado a acreditar que no fundo de cada coração bloquista há uma inconfessável admiração pelos sistemas totalitários. Quer parecer-me que são comentários que encerram princípios tão redutores que se forem gritados com convicção de cima de um púlpito por um fulano de bota de cano alto, bigode à escovinha e poupa a condizer, até podem soar bem. Na Alemanha do início do século passado diziam-se coisas semelhantes mas então, quem punha os interesses à frente de tudo eram os judeus. O resultado foi o que se viu. Mas também Franco e Mussolini, Estaline ou Mao tinham discursos semelhante. Assertivo, radical e redutor. Os males do mundo explicam-se, atribuindo-os a qualquer um que tenha ideias diferentes. Sem apelo nem agravo. Acontece que (felizmente) a realidade é muito mais complexa e tanto existe na esquerda quem ponha os interesses à frente das pessoas (e nem por isso passa a ser de direita) como na direita há quem ponha as pessoas à frente dos interesses (e de esquerda nunca será). Haja paciência.
@Paulo Nascimento:
Explica lá como se eu fosse muito burro: As dívidas são para pagar ou não?? Isto é tudo nosso ou como é que é ?
E se os partidos, associações são o espelho daquilo que pretendem para os países, diz-me lá, qual é o teu país ideal?
Coreia, Cuba ?????? URSS já não existe e a China é cada vez mais capitalista: Não percebo qual é o país onde as tuas teorias e lirismos estão aplicados: Talvez na terra do nunca ou como quem diz num mundo imaginário onde vocês trucidariam tudo e todos. Felizmente que são só meia dúzia de “gatos pingados” e agora que o outro entregou a pasta, mais rapidamente desaparecem os que cá ficaram; Não têm futuro!
Começa a faltar a pachorra para ler tanta imbecilidade de @Paulo Nascimento: A Democracia e a Liberdade a isso nos condenam; cada qual poder dizer as alarvidades que julgar certas: Este senhor cumpre esses desígnios à letra!
@Campaniço: Você anda distraído ? Não viu já que BE, PCP e algum PS, entendem e defendem que as dividas não são para pagar (assim disse o sr. Sócrates)! BE e PCP, têm argumentação coerente: sempre os ouvi dizer o mesmo, quanto ao PS é mais triste, melhor dizendo, é mais grave: Depois de terem armado o “calote”, não têm o menor pejo em arranjar as mais esfarrapadas desculpas de mau pagador.
Eu por mim, não tenho dúvida nenhuma, que era melhor renegociar prazos e juros e aplicar a receita que o Dr. Miguel Cadilhe defende em artigo da Visão (Nº 1027 de 8 a 14/11 – Página 58).
Pagar e não cometer + erros: Expurgar o aparelho de estado, empresas publicas, fundações, autarquias, etc. etc. de tudo quanto é parasita e superfúlo
11 de Novembro de 2012 às 19:13:24
Cá para mim é um pouco de coisa nenhuma!
Um bando de pseudo intelectuais a armar ao “fino”:
O povo pode estar e está teso e passa inúmeras dificuldades, mas está farto de lirismos: Haja que saiba mandar e dê exemplos e o resto arranja-se!
11 de Novembro de 2012 às 19:14:03
Haja quem saiba mandar!
11 de Novembro de 2012 às 20:12:34
@João
Quando o PS quiser voltar a ser um partido de esquerda, ficas a saber.
11 de Novembro de 2012 às 21:48:38
@paulo – acreditas no Pai Natal, presumo.
11 de Novembro de 2012 às 22:34:30
É o contrário do da ploítica do actual .
12 de Novembro de 2012 às 1:22:24
Como diria a Lili Caneças, ser de esquerda é o contrário de ser de direita.
Já me fartei de rir com um comentário daqui de um dos teus leitores:
«Um bando de pseudo intelectuais a armar ao “fino”»
quase que me deu vontade de dizer que um governo de direita é assim tipo
Um bando de “finos” a armar em pseudo intelectuais
(desculpem-me os intelectuais e os pseudo de eu estar a incluir os Relvas no vosso grupo, desculpam?)
12 de Novembro de 2012 às 11:28:17
Um governo de esquerda é um governo que pões as pessoas á frente dos negócios.
Um governo de perante a escolha entre credores e defender os direitos do povo, NUNCA HESITA. o povo está primeiro.
Sobre o PCP, e salvaguardando as devidas diferenças, não tenho duvidas. Sobre o PS, infelizmente ainda não posso dizer o mesmo.
já que gostam de fazer comparações entre a economia e a família. deixo esta.
Um pai perante a escolha de pagar dividas ou alimentar os filhos.
Se fosse aplicada a analogia.
Um pai de esquerda alimenta os filhos.
Um pai de direita, vendia os filhos como escravos.
…..
Mas isto são analogias injustas.
…
Apenas digo o seguinte.
quem põe as pessoas á frente dos interesses, é de esquerda
quem faz o contrario, é simplesmente um criminoso.
12 de Novembro de 2012 às 13:07:23
@Paulo Nascimento: Comentário profundamente democrático…
12 de Novembro de 2012 às 14:18:50
@alentejano – o que mais se respira no BE é Democracia
12 de Novembro de 2012 às 14:32:11
@joão
Sei que ironizas. mas não tenhas duvidas que o que mais se respira é democracia.
E digo isto com a autoridade de quem pertence á oposição interna. E darei o meu melhor para ajudar o bloco no caminho que escolheu na convenção.
No final cantamos todos a internacional.
uns com a letra socialista
outros com a letra anarquista.
e outros como eu, a letra comunista.
Numa cacofonia de palavras entoada sob uma mesma musica. uma imagem perfeita do que é o bloco.
12 de Novembro de 2012 às 16:53:16
Ao ler os comentários anteriores sou levado a acreditar que no fundo de cada coração bloquista há uma inconfessável admiração pelos sistemas totalitários. Quer parecer-me que são comentários que encerram princípios tão redutores que se forem gritados com convicção de cima de um púlpito por um fulano de bota de cano alto, bigode à escovinha e poupa a condizer, até podem soar bem. Na Alemanha do início do século passado diziam-se coisas semelhantes mas então, quem punha os interesses à frente de tudo eram os judeus. O resultado foi o que se viu. Mas também Franco e Mussolini, Estaline ou Mao tinham discursos semelhante. Assertivo, radical e redutor. Os males do mundo explicam-se, atribuindo-os a qualquer um que tenha ideias diferentes. Sem apelo nem agravo. Acontece que (felizmente) a realidade é muito mais complexa e tanto existe na esquerda quem ponha os interesses à frente das pessoas (e nem por isso passa a ser de direita) como na direita há quem ponha as pessoas à frente dos interesses (e de esquerda nunca será). Haja paciência.
12 de Novembro de 2012 às 18:49:07
Estiveram reunidos 2 dias a discutir… o PS! Fantástico.
12 de Novembro de 2012 às 19:50:19
@falcão – coisas de bicéfalos
12 de Novembro de 2012 às 22:02:52
@Paulo Nascimento:
Explica lá como se eu fosse muito burro: As dívidas são para pagar ou não?? Isto é tudo nosso ou como é que é ?
E se os partidos, associações são o espelho daquilo que pretendem para os países, diz-me lá, qual é o teu país ideal?
Coreia, Cuba ?????? URSS já não existe e a China é cada vez mais capitalista: Não percebo qual é o país onde as tuas teorias e lirismos estão aplicados: Talvez na terra do nunca ou como quem diz num mundo imaginário onde vocês trucidariam tudo e todos. Felizmente que são só meia dúzia de “gatos pingados” e agora que o outro entregou a pasta, mais rapidamente desaparecem os que cá ficaram; Não têm futuro!
13 de Novembro de 2012 às 10:50:06
Começa a faltar a pachorra para ler tanta imbecilidade de @Paulo Nascimento: A Democracia e a Liberdade a isso nos condenam; cada qual poder dizer as alarvidades que julgar certas: Este senhor cumpre esses desígnios à letra!
@Campaniço: Você anda distraído ? Não viu já que BE, PCP e algum PS, entendem e defendem que as dividas não são para pagar (assim disse o sr. Sócrates)! BE e PCP, têm argumentação coerente: sempre os ouvi dizer o mesmo, quanto ao PS é mais triste, melhor dizendo, é mais grave: Depois de terem armado o “calote”, não têm o menor pejo em arranjar as mais esfarrapadas desculpas de mau pagador.
Eu por mim, não tenho dúvida nenhuma, que era melhor renegociar prazos e juros e aplicar a receita que o Dr. Miguel Cadilhe defende em artigo da Visão (Nº 1027 de 8 a 14/11 – Página 58).
Pagar e não cometer + erros: Expurgar o aparelho de estado, empresas publicas, fundações, autarquias, etc. etc. de tudo quanto é parasita e superfúlo