Não. Não posso concordar com a V. postura.
Nestas eleições está em jogo o futuro deste concelho e regiões circundantes.
E todos nós, aqueles que votámos em JPV e no PS há 4 anos, mesmo sem sermos socialistas, para retirar da Câmara um grupo de pessoas que ali se tinham instalado e que pouco contribuiam para o seu desenvolvimento.
Agora temos que decidir se queremos lá manter os atuais, e para isso temos estes últimos 4 anos para sabermos o que aí vem.
Ou então apostarmos numa pessoa que já deu provas suficientes de competencia à frente de uma outra autarquia vizinha.
E se for esta última a decisão dos bejenses, e daqui a 4 anos não mostrar que cumpriu e se deu um salto qualitativo digno desse nome, depressa o tiramos de lá e colocamos outro, seja de que partido for.
O problema é que aquelas pessoas que tu e outros quiseram tirar lá da Câmara, há 4 anos, se agora votares JR vão voltar para lá, ainda com maior poder daquele que já tinham. Esse é o problema! Entre um Pulido que não cumpriu as expectativas e um JR desgastado e com uma séquito ávido de poder, voto Pulido.
Tudo bem, mas JPV teve tudo para tirar Beja e a sua região do buraco em que se encontra. E não venha lá com a conversa dos 12 milhões. Pois pode não se ter dinheiro e atrair investimentos. Uma coisa não é incomptivel com a outra. Veja-se o caso de Évora.
Só que passou três anos sem fazer ponta de um corno, implicando com tudo e com todos que não lhe diziam Amén, e que até motivou aquele artigo do Dr José Barriga no Diário do Alentejo.
Depois, no ultimo ano, faz umas quantas obras, e agora quer que nps esqueçamos dos outros três. E sobretudo que na área do desenvolvimento e dos investimentos na economia da região nada foi feito.
Logo, se porventura voltar a ganhar estas eleições, alguém aqui tem a minima dúvida que volta a repetir tudo de novo e de forma igual?
@Maria – E quais foram os investimentos que JR conseguiu para Serpa? Tanto quanto me apercebo de cada vez que tenho de ir a Moura e passo ao lado do parque industrial de Serpa, vejo-o na mesma há mais de 15 anos.
Entre um que nada fez em 4 anos e outro que só sabe fazer festas, prefiro votar no JPC e no Mais Beja. Esse, pelo menos, não tem maus vícios de governação e e’ de Beja.
Para além disso, no debate de ontem o JR foi uma autentica desilusão e o JPV também não esteve nada bem. Para mim, o melhor foi mesmo o JPC, que apenas confirmou a imagem positiva que já tinha dele. Por isso, vou votar JPC e Mais Beja.
relembrando o João Pedro Caeiro e a conta que fez de que cada membro do executivo atendeu 120 pessoas por ano (deve dar uma media de 5 pessoas/instituições de 15 em 15 dias)
veja-se também a partir dos 3m45s http://www.youtube.com/watch?v=Av-EGCN0KN8
e para os jovens e a revitalização do centro da cidade veja-se a partir do 2m46s http://youtu.be/F5dfcjEjZTI
e por hoje fico-me por aqui porque este já não me engana
As contas e a interpretação do Caeiro estão erradas porque ele não compreendeu o que foi dito e eu assisti ao vivo !
O Jorge Pulido Valente ( só ele pessoalmente ) ao longo de 4 anos atendeu e estão registadas com os respectivos assuntos tratados mais de 2.000 pessoas e não é a dividir por 4 como abusivamente foram feitas as citadas contas, entendido ?
Agradeço ao J. Espinho e aos demais por me terem aturado durante este tempo todo, mas tal como o Henrique Monteiro, também eu estou farta desta gente. Sobretudo depois de ouvir ontem o debate. E em particular o atual presidente da Câmara e ainda o ver aqui ser defendido. Não há pachorra…
Farto disto… desta gente
Por:Henrique Monteiro
Não sei por quantos portugueses perpassa esta sensação. Mas eu estou farto da nossa pequenez e mesquinhice política. Não quero atacar os partidos, defendo a democracia e não há democracia sem partidos. Mas, por vezes, tenho a sensação de que estes partidos, com estas direções políticas, estão a desacreditar-se não só a si próprios, o que não sendo bom era um problema próprio, mas a fazer as pessoas descrerem na própria democracia.
Refiro-me às birras de Portas, à teimosia de Passos, à total incapacidade de Seguro em dialogar (e ao medo que ele tem de António Costa). E isto para não falar dos outros, do PCP e do Bloco, que sempre foram como são, catastróficos, capazes de separar o mundo em bons e maus, sendo que os bons, puros e amigos dos pobres são só eles.
Refiro-me à ideia de que a nossa salvação não depende de nós, mas dos favores ou reformas que outros façam. Refiro-me aos discursos indignados e grandiloquentes que nunca partem do princípio que estamos quase na bancarrota e que isto foi obra de muitos anos, talvez 30 – anos esses durante os quais muitos deles foram decisores. Refiro-me às mentiras – tanto às de Rui Machete, a que ele chama elegantemente ‘incorreções factuais’ – como às de Seguro quando diz que com o PS não haverá cortes. Não haverá cortes? Valha-me Deus! Porque se insiste em ocultar a verdade.
Refiro-me às rendas excessivas das empresas monopolistas. Da EDP, de que toda a gente fala, sem que nenhum de nós consiga compreender inteiramente o que diz cada fatura da empresa, mas sobre a qual ninguém age. Refiro-me à incapacidade total de reformar o Estado, porque o Tribunal Constitucional, vigilante, não permite que se corte na despesa, embora possamos ficar à mesma sem dinheiro via aumento da receita, ou seja dos impostos, taxas, multas e coimas que todos os dias vamos descobrindo.
É difícil escrever sem, de vez em quando, pelo menos, despejar a alma. Amanhã estarei mais confiante, mas hoje estou sinceramente farto desta malta toda. Não do país, mas da gente que manda nele.
Não consegui ouvir até ao fim…
Pareceu-me que a única solução apontada para Beja e o seu concelho sairem deste subdesenvolvimento a que foi remetido, será o desenvolvimento da agricultura e das agro-industrias. Ou seja, o regresso embora com todas as novas tecnologias, ao mundo rural.
Tirando isso, não há mais nada a fazer, pois a tanga do triangulo Alqueva-Sines-Aeroporto já não parece convencer ninguém.
Depois perdeu-se tempo e tempo com os serviços publicos que foram deslocalizados para Évora, ou que foram ou serão extintos a curto/médio prazo. Para quê? Não está na nossa mão fazer nada…
Mas a impressão fundamental com que fiquei, foi que todos os candidatos não sabem o que fazer ou não têm respostas para os graves problemas da cidade e do concelho.
Também não consegui ouvir todo o debate, apenas excertos, mas concordando com quase tudo o que Anónimo da Silva diz, discordo nas suas conclusões.
Temos viver com o que temos.
E tal como vem na Bíblia, com os sete anos de vacas gordas e os outros tantos de vacas magras. Há que enfrentar agora estes últimos, e parece que não vão ser apenas sete. Talvez algumas vezes sete.
Mas esta cidade e esta região já passaram por períodos de decadência muito maiores e conseguiram resistir estoicamente aos ditos.
E embora não seja vidente, tenho alguma esperança que os próximos anos sejam mais frutuosos do que todos os quarenta juntos desde o 25 de Abril de 1974
23 de Setembro de 2013 às 0:13:31
Não posso votar antes no Chuck Norris?
23 de Setembro de 2013 às 0:24:48
Pode. Numas eleições presidenciais votei na Laura Palmer 🙂
23 de Setembro de 2013 às 8:38:07
Yes !
Como posso criticar com legitimidade se não exercer a democracia através do voto.
23 de Setembro de 2013 às 9:20:47
Não. Não posso concordar com a V. postura.
Nestas eleições está em jogo o futuro deste concelho e regiões circundantes.
E todos nós, aqueles que votámos em JPV e no PS há 4 anos, mesmo sem sermos socialistas, para retirar da Câmara um grupo de pessoas que ali se tinham instalado e que pouco contribuiam para o seu desenvolvimento.
Agora temos que decidir se queremos lá manter os atuais, e para isso temos estes últimos 4 anos para sabermos o que aí vem.
Ou então apostarmos numa pessoa que já deu provas suficientes de competencia à frente de uma outra autarquia vizinha.
E se for esta última a decisão dos bejenses, e daqui a 4 anos não mostrar que cumpriu e se deu um salto qualitativo digno desse nome, depressa o tiramos de lá e colocamos outro, seja de que partido for.
23 de Setembro de 2013 às 10:47:51
O problema é que aquelas pessoas que tu e outros quiseram tirar lá da Câmara, há 4 anos, se agora votares JR vão voltar para lá, ainda com maior poder daquele que já tinham. Esse é o problema! Entre um Pulido que não cumpriu as expectativas e um JR desgastado e com uma séquito ávido de poder, voto Pulido.
23 de Setembro de 2013 às 12:50:32
Vamos lá a ver se esta sondagem não é igual aquelas do Lopes Guerreiro.
@ maria vai—acredita que caso JR seja eleita , situação totalmente indesejável , ele cumpriria o mandato ????
23 de Setembro de 2013 às 14:56:38
Tudo bem, mas JPV teve tudo para tirar Beja e a sua região do buraco em que se encontra. E não venha lá com a conversa dos 12 milhões. Pois pode não se ter dinheiro e atrair investimentos. Uma coisa não é incomptivel com a outra. Veja-se o caso de Évora.
Só que passou três anos sem fazer ponta de um corno, implicando com tudo e com todos que não lhe diziam Amén, e que até motivou aquele artigo do Dr José Barriga no Diário do Alentejo.
Depois, no ultimo ano, faz umas quantas obras, e agora quer que nps esqueçamos dos outros três. E sobretudo que na área do desenvolvimento e dos investimentos na economia da região nada foi feito.
Logo, se porventura voltar a ganhar estas eleições, alguém aqui tem a minima dúvida que volta a repetir tudo de novo e de forma igual?
23 de Setembro de 2013 às 15:45:46
eheh axo que vou votar a Lamego.
http://www.tabonito.pt/primeira-vez-de-uma-jovem-nas-urnas-e-mote-de-video-sexy-de-apelo-ao-voto
23 de Setembro de 2013 às 23:07:53
@ maria — atrair investimentos quando estamos em recessão profunda , com empresas a encerrar , sem crédito , queria que investissem com o quê ?
23 de Setembro de 2013 às 23:59:16
Mais do mesmo em 35 anos de PCP e da CDU é demais, prefiro o certo via PS e não o incerto comunista sedentos de poder.
24 de Setembro de 2013 às 2:08:36
@Maria – E quais foram os investimentos que JR conseguiu para Serpa? Tanto quanto me apercebo de cada vez que tenho de ir a Moura e passo ao lado do parque industrial de Serpa, vejo-o na mesma há mais de 15 anos.
Entre um que nada fez em 4 anos e outro que só sabe fazer festas, prefiro votar no JPC e no Mais Beja. Esse, pelo menos, não tem maus vícios de governação e e’ de Beja.
Para além disso, no debate de ontem o JR foi uma autentica desilusão e o JPV também não esteve nada bem. Para mim, o melhor foi mesmo o JPC, que apenas confirmou a imagem positiva que já tinha dele. Por isso, vou votar JPC e Mais Beja.
24 de Setembro de 2013 às 4:10:52
Sobre o debate de hoje e porque de palavras estamos fartos relembro algumas pérolas:
a partir dos 3m06s.
E note-se a clarividência com que o homem diz a verdade 4 anos depois.
http://youtu.be/FIJBXcOtrMs
E sobre o museu, a partir dos 3m20s
http://youtu.be/1B2NptYlVwE
relembrando o João Pedro Caeiro e a conta que fez de que cada membro do executivo atendeu 120 pessoas por ano (deve dar uma media de 5 pessoas/instituições de 15 em 15 dias)
veja-se também a partir dos 3m45s
http://www.youtube.com/watch?v=Av-EGCN0KN8
e para os jovens e a revitalização do centro da cidade veja-se a partir do 2m46s
http://youtu.be/F5dfcjEjZTI
e por hoje fico-me por aqui porque este já não me engana
24 de Setembro de 2013 às 8:55:50
Como é que se podem comparar 4 anos com 30? Não percebo algumas das vossas cabeças… mas o que é certo é que a CDU anda sedenta de vingança…
24 de Setembro de 2013 às 12:55:48
As contas e a interpretação do Caeiro estão erradas porque ele não compreendeu o que foi dito e eu assisti ao vivo !
O Jorge Pulido Valente ( só ele pessoalmente ) ao longo de 4 anos atendeu e estão registadas com os respectivos assuntos tratados mais de 2.000 pessoas e não é a dividir por 4 como abusivamente foram feitas as citadas contas, entendido ?
24 de Setembro de 2013 às 13:28:13
Agradeço ao J. Espinho e aos demais por me terem aturado durante este tempo todo, mas tal como o Henrique Monteiro, também eu estou farta desta gente. Sobretudo depois de ouvir ontem o debate. E em particular o atual presidente da Câmara e ainda o ver aqui ser defendido. Não há pachorra…
Farto disto… desta gente
Por:Henrique Monteiro
Não sei por quantos portugueses perpassa esta sensação. Mas eu estou farto da nossa pequenez e mesquinhice política. Não quero atacar os partidos, defendo a democracia e não há democracia sem partidos. Mas, por vezes, tenho a sensação de que estes partidos, com estas direções políticas, estão a desacreditar-se não só a si próprios, o que não sendo bom era um problema próprio, mas a fazer as pessoas descrerem na própria democracia.
Refiro-me às birras de Portas, à teimosia de Passos, à total incapacidade de Seguro em dialogar (e ao medo que ele tem de António Costa). E isto para não falar dos outros, do PCP e do Bloco, que sempre foram como são, catastróficos, capazes de separar o mundo em bons e maus, sendo que os bons, puros e amigos dos pobres são só eles.
Refiro-me à ideia de que a nossa salvação não depende de nós, mas dos favores ou reformas que outros façam. Refiro-me aos discursos indignados e grandiloquentes que nunca partem do princípio que estamos quase na bancarrota e que isto foi obra de muitos anos, talvez 30 – anos esses durante os quais muitos deles foram decisores. Refiro-me às mentiras – tanto às de Rui Machete, a que ele chama elegantemente ‘incorreções factuais’ – como às de Seguro quando diz que com o PS não haverá cortes. Não haverá cortes? Valha-me Deus! Porque se insiste em ocultar a verdade.
Refiro-me às rendas excessivas das empresas monopolistas. Da EDP, de que toda a gente fala, sem que nenhum de nós consiga compreender inteiramente o que diz cada fatura da empresa, mas sobre a qual ninguém age. Refiro-me à incapacidade total de reformar o Estado, porque o Tribunal Constitucional, vigilante, não permite que se corte na despesa, embora possamos ficar à mesma sem dinheiro via aumento da receita, ou seja dos impostos, taxas, multas e coimas que todos os dias vamos descobrindo.
É difícil escrever sem, de vez em quando, pelo menos, despejar a alma. Amanhã estarei mais confiante, mas hoje estou sinceramente farto desta malta toda. Não do país, mas da gente que manda nele.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/farto-disto-desta-gente=f832002#ixzz2foPpXy8F
24 de Setembro de 2013 às 14:30:45
O melhor do debate, foi quando o pulido disse que tinha sido ele a meter o aeroporto a funcionar! llllloooooooollllll
24 de Setembro de 2013 às 17:08:40
Não consegui ouvir até ao fim…
Pareceu-me que a única solução apontada para Beja e o seu concelho sairem deste subdesenvolvimento a que foi remetido, será o desenvolvimento da agricultura e das agro-industrias. Ou seja, o regresso embora com todas as novas tecnologias, ao mundo rural.
Tirando isso, não há mais nada a fazer, pois a tanga do triangulo Alqueva-Sines-Aeroporto já não parece convencer ninguém.
Depois perdeu-se tempo e tempo com os serviços publicos que foram deslocalizados para Évora, ou que foram ou serão extintos a curto/médio prazo. Para quê? Não está na nossa mão fazer nada…
Mas a impressão fundamental com que fiquei, foi que todos os candidatos não sabem o que fazer ou não têm respostas para os graves problemas da cidade e do concelho.
24 de Setembro de 2013 às 20:47:10
Também não consegui ouvir todo o debate, apenas excertos, mas concordando com quase tudo o que Anónimo da Silva diz, discordo nas suas conclusões.
Temos viver com o que temos.
E tal como vem na Bíblia, com os sete anos de vacas gordas e os outros tantos de vacas magras. Há que enfrentar agora estes últimos, e parece que não vão ser apenas sete. Talvez algumas vezes sete.
Mas esta cidade e esta região já passaram por períodos de decadência muito maiores e conseguiram resistir estoicamente aos ditos.
E embora não seja vidente, tenho alguma esperança que os próximos anos sejam mais frutuosos do que todos os quarenta juntos desde o 25 de Abril de 1974