Já uma vez usei aqui o teu blog para chamar a atenção para o curioso que é verificar que todos os dias quando de manhã saio de Beja e tenho que passar pela Rotunda da Força Aérea, há sempre alguém que não respeita as novas regras de contornar uma rotunda.
E como a situação se mantem, sem que nada se altere, aqui vai mais uma chamada de atenção para o problema.
Ou seja, enquanto estão nas duas vias que a antecedem, colocam-se do lado direito, para depois quando já dentro dessa rotunda e do lado de fora, não seguem na primeira saída em direção a Serpa e continuam em frente.
Isto para depois acharem que têm toda a prioridade em relação a quem segue na faixa do meio.
Pelo que só não houve ainda nenhuma acidente, porque Deus não quis.
Mas mais, seguindo-se pelo IP 2, lá mais à frente, surge-nos outra rotunda, em que o transito se separa entre quem continua nesse IP e que segue para a Base Aérea.
E não é que ao longo de todo estes tempos, todos esses condutores sem exceção que não respeitaram as regras da prioridade na rotunda anterior, se dirigem invariavelmente para a referida base aérea!?
Seria possível, uma vez que tu trabalhas aí, interceder junto do respectivo comandante de forma a poder alterar o modo como os seus subordinados contornam a Rotunda da Força Aérea?
Não me parece de todo, que assim seja João. Lembro-me do tempo em que na base também estavam os alemães, e cada um deles que armava problemas na cidade, o comandante alemão tomava decisões.
Quanto à GNR, deixa estar que quando houver o primeiro acidente, não deixará de estar presente.
@josua – obviamente que não será indiferente ao Comandante o comportamento do seu pessoal. Quanto aos alemães, a situação era diferente, pois tratava-se de militares estrangeiros (e familiares) a residir aqui, e o respectivo Comandante não era complacente com situações que pudessem, minimamente, beliscar o relacionamento com a comunidade bejense. O exemplo do Pelourinho da Praça é paradigmático.
Pois é, mas é injustificável uma vez atrás de outra, o comportamento dos militares e civis da Base Aérea de Beja na dita Rotunda da Força Aérea. E não me parece que seja só pelo desconhecimento das regras da prioridade.
Será caso para dizer, tal como os nossos soldados nas matas na Guerra do Ultramar:
“Deus nos proteja dos nossos inimigos e da nossa Força Aérea”.
16 de Setembro de 2017 às 15:21:35
Caro J. Espinho,
Já uma vez usei aqui o teu blog para chamar a atenção para o curioso que é verificar que todos os dias quando de manhã saio de Beja e tenho que passar pela Rotunda da Força Aérea, há sempre alguém que não respeita as novas regras de contornar uma rotunda.
E como a situação se mantem, sem que nada se altere, aqui vai mais uma chamada de atenção para o problema.
Ou seja, enquanto estão nas duas vias que a antecedem, colocam-se do lado direito, para depois quando já dentro dessa rotunda e do lado de fora, não seguem na primeira saída em direção a Serpa e continuam em frente.
Isto para depois acharem que têm toda a prioridade em relação a quem segue na faixa do meio.
Pelo que só não houve ainda nenhuma acidente, porque Deus não quis.
Mas mais, seguindo-se pelo IP 2, lá mais à frente, surge-nos outra rotunda, em que o transito se separa entre quem continua nesse IP e que segue para a Base Aérea.
E não é que ao longo de todo estes tempos, todos esses condutores sem exceção que não respeitaram as regras da prioridade na rotunda anterior, se dirigem invariavelmente para a referida base aérea!?
Seria possível, uma vez que tu trabalhas aí, interceder junto do respectivo comandante de forma a poder alterar o modo como os seus subordinados contornam a Rotunda da Força Aérea?
16 de Setembro de 2017 às 16:51:03
@rotunda – esse é um assunto para a GNR e não para o Comandante da Base.
17 de Setembro de 2017 às 0:24:39
Excelente escolha.
17 de Setembro de 2017 às 11:43:43
Não me parece de todo, que assim seja João. Lembro-me do tempo em que na base também estavam os alemães, e cada um deles que armava problemas na cidade, o comandante alemão tomava decisões.
Quanto à GNR, deixa estar que quando houver o primeiro acidente, não deixará de estar presente.
17 de Setembro de 2017 às 12:03:43
@josua – obviamente que não será indiferente ao Comandante o comportamento do seu pessoal. Quanto aos alemães, a situação era diferente, pois tratava-se de militares estrangeiros (e familiares) a residir aqui, e o respectivo Comandante não era complacente com situações que pudessem, minimamente, beliscar o relacionamento com a comunidade bejense. O exemplo do Pelourinho da Praça é paradigmático.
17 de Setembro de 2017 às 16:25:54
Pois é, mas é injustificável uma vez atrás de outra, o comportamento dos militares e civis da Base Aérea de Beja na dita Rotunda da Força Aérea. E não me parece que seja só pelo desconhecimento das regras da prioridade.
Será caso para dizer, tal como os nossos soldados nas matas na Guerra do Ultramar:
“Deus nos proteja dos nossos inimigos e da nossa Força Aérea”.