Jun 20 2013
Beja no topo das cidades mais caras (ACT)

A Deco Proteste visitou 581 supermercados em todo o país e revela que aumentaram as diferenças. Ir às compras em Beja custa 24 por cento mais do que em Lisboa ou no Porto.
Os preços mais elevados registam-se a sul, em três lojas do distrito de Lisboa (Bilene, na cidade, Polisuper, de Porto Salvo, e Suportel, na Portela) e mais uma em Beja, o Supermercado Veríssimo.
A revista ProTeste faz ainda o ranking por cadeias, consolidando o Jumbo a primeira posição nos dois cabazes e o Pão de Açúcar fica em segundo, enquanto o Continente e Continente Modelo partilham a terceira posição.
Por distritos, Porto, Lisboa e Vila Real continuam a ser os distritos onde é possível encher o carrinho de compras com menos dinheiro, enquanto Guarda e Bragança persistem como as regiões mais caras, mas este ano acompanhadas por Beja, onde a factura disparou “de forma colossal”
Actualização: Ler – CUIDADO! Estudo da DECO Proteste sobre supermercados ignora cartões de desconto


20 de Junho de 2013 às 11:10:30
O supermercado pode ser o mais caro no estudo elaborado, mas sou seu cliente à dezenas de anos e a qualidade dos produtos essencialmente no talho não tem comparação com os demais.
Mais vale pagar mais e ser bem servido, do que comprar barato e de fraca qualidade produtos exportados.
20 de Junho de 2013 às 12:36:32
@FB:
Quis dizer produtos importados, certamente?!
Efectivamente é como diz, a qualidade dos produtos não tem comparação, mas também não nos podemos esquecer que em alturas de crise e de acrescidas dificuldades, qualquer cêntimo ou euro a menos são determinantes, se fizer a conta, num cabaz de compras. Nem sempre a carteira permite comprar carne de primeira. Todo o público consumidor, está cada vez mais depauperado, pelo que é muito sensível a qualquer publicidade ou campanha promocional (ainda que às vezes enganosa). Muitas vezes, a cegueira ou engodo pelas promoções, leva a que o consumidor faça maus, péssimos negócios, porquanto acaba por comprar o que precisa e o que não precisa, verificando-se não raras vezes, pouco critério nas quantidades e respectivos prazos de validade. Em minha opinião, o que é triste e lamentável, é que o dito supermercado tenha de arcar com o “aponte lá até ao fim do mês” e suprir as dificuldades daqueles que enquanto há dinheiro fresco, vão ao Continente ou ao Intermarché: Quando se acaba o “guito” vão ao Veríssimo e a outros Verissimos, porque o que é fiado não é caro!
Moral da história: Parabéns ao Supermercado Veríssimo e coragem para ir enfrentando a crise: O preço sendo importante, não determina tudo!.
20 de Junho de 2013 às 22:53:41
@ vigilante — subscrevo inteiramente. A qualidade da carne e dos produtos da charcutaria do Super. Verissimo são incomparávelmente superiores aqueles que encontramos nas grandes superficies.
Além da qualidade dos produtos também teremos que realçar a extrema simpatia de todos aqueles que ali trabalham.
20 de Junho de 2013 às 23:15:08
Comparar o Verissimo ao Continente é comparar David com Golias.
Enquanto o primeiro tem produtos de produção própria e adquiridos aos produtores e retalhistas locais a preços justos, o segundo aprisiona os fornecedores a contratos impondo o seu poderio económico.
Além disso, desconheço os produtos usados no cabaz comparativo, mas se foram usados produtos de marca própria, não existirá comparação possível. É bom que existam “Verissimos” e “Continentes” no mercado dando liberdade de escolha ao consumidor.
20 de Junho de 2013 às 23:36:37
@ ViGILANTE AO LONGE
Tem toda a razão no lapso anteriormente escrito é produtos importados ( essencialmente nas médias/grandes superfícies ) pelos nossos regionais.