Contrariamente a muitas outras localidades portuguesas e europeias, que valorizam, apoiam e apostam no seu centro histórico, em Beja o mesmo está ao abandono.
Muitas são as causas desta situação. Desde logo a falta de visão, estratégia, aposta por parte dos executivos autárquicos que até ao presente conduziram os destinos de Beja.
Ter um imóvel no centro Histórico é um drama para muitos. Sem apoios, são só obrigações e restrições, licenciamentos que dependem de “Évora” (IGESPAR) ou seja Beja não controla o seu destino, nesta e noutras matérias, tais como ordenamento do território com um PDM redutor que tem a cidade de Beja enclausurada numa reserva agrícola, impedindo-a de crescer! Ou ainda no que se refere às limitações impostas pela IP (infraestruturas de Portugal) no que se refere a alargamento de vias, novas vias,… Para já não falar da ferrovia, A26 onde o Baixo alentejo é para esquecer! Contentamo-nos com migalhas e promessas vãs que tardam em vir.
Em suma por um lado a incompetência e falta de visão a que se alia a dependência das vontades regionais de Évora ou de Lisboa
Neste contexto e voltando ao centro histórico, quem arrisque obras, e que encontre achados arqueológicos, pode em tempo e custos contar com todo um drama da sua vida a partir daí.
Neste cenário, qual a opção de muitos? Não fazer obras ou alugar aos Migrantes (empresas de prestação de serviços) no fundo os novos habitantes do centro histórico.
Depois há quem queira é taxar as casas devolutas, mais impostos (É esta a ajuda a dar a quem tem imóveis no centro histórico??). Não deveria antes existir um gabinete de apoio (Projetos, financiamento, facilitação a quem quisesse recuperar imóveis? )
Na dimensão municipal porque não recuperar uma “rua das Lojas”, transformar a Praça da republica com explanadas dignas de uma capital de Distrito (abertas todo o ano), criar apoios para quem queira viver ou montar o seu negócio no Centro histórico à semelhança do que fizeram várias cidades históricas espanholas,….
Fica a dica para o novo executivo!
14 de Janeiro de 2026 às 0:17:27
Daqui a 4 anos estará melhor ou pior?
14 de Janeiro de 2026 às 18:02:18
Centro histórico de Beja ao Abandono
Contrariamente a muitas outras localidades portuguesas e europeias, que valorizam, apoiam e apostam no seu centro histórico, em Beja o mesmo está ao abandono.
Muitas são as causas desta situação. Desde logo a falta de visão, estratégia, aposta por parte dos executivos autárquicos que até ao presente conduziram os destinos de Beja.
Ter um imóvel no centro Histórico é um drama para muitos. Sem apoios, são só obrigações e restrições, licenciamentos que dependem de “Évora” (IGESPAR) ou seja Beja não controla o seu destino, nesta e noutras matérias, tais como ordenamento do território com um PDM redutor que tem a cidade de Beja enclausurada numa reserva agrícola, impedindo-a de crescer! Ou ainda no que se refere às limitações impostas pela IP (infraestruturas de Portugal) no que se refere a alargamento de vias, novas vias,… Para já não falar da ferrovia, A26 onde o Baixo alentejo é para esquecer! Contentamo-nos com migalhas e promessas vãs que tardam em vir.
Em suma por um lado a incompetência e falta de visão a que se alia a dependência das vontades regionais de Évora ou de Lisboa
Neste contexto e voltando ao centro histórico, quem arrisque obras, e que encontre achados arqueológicos, pode em tempo e custos contar com todo um drama da sua vida a partir daí.
Neste cenário, qual a opção de muitos? Não fazer obras ou alugar aos Migrantes (empresas de prestação de serviços) no fundo os novos habitantes do centro histórico.
Depois há quem queira é taxar as casas devolutas, mais impostos (É esta a ajuda a dar a quem tem imóveis no centro histórico??). Não deveria antes existir um gabinete de apoio (Projetos, financiamento, facilitação a quem quisesse recuperar imóveis? )
Na dimensão municipal porque não recuperar uma “rua das Lojas”, transformar a Praça da republica com explanadas dignas de uma capital de Distrito (abertas todo o ano), criar apoios para quem queira viver ou montar o seu negócio no Centro histórico à semelhança do que fizeram várias cidades históricas espanholas,….
Fica a dica para o novo executivo!
15 de Janeiro de 2026 às 16:10:13
Esta foto fez-me lembrar o Vicente dos sapatos.