Só não me pareceu muito bem a parte em que a sra Raquel dizia qualquer coisa do género como : “não sei muito bem o que aconteceria se a policia me mandasse parar com tantas ossadas na carrinha”…
Não era suposto eles saberem as leis e regras (desconheço quais são e se existem) dos transportes que fazem?
No mínimo não devia fazer referência a algo que desconhece.
Como costumo dizer, vamos lá por partes.
1 – aquando do alargamento da Av. Fialho de Almeida (1973 ou 1974, já não sei bem), alargamento esse bem visível pela diferença no empredrado da rua ( corte para metade do passeio junto ao muro do Liceu ) foram postas a descoberto bastantes sepulturas, o que desmonstra a existência duma necróple e não meia dúzia de enterramentos “ocasionais”.
2 – há apenas um par de anos topou-se com mais sepulturas no início da rua de Mértola, não sei se as obras na altura eram para gás, água ou electricidade, mas isso não interessa para o caso.
3 – parece que já na altura da construção do Liceu se tomou conhecimento dessa mesma necrópole.
Não estamos, portanto, perante algo de tão inusitado. O que é importante neste momento é realmente a preservação da maior parte de dados possível, sem prejuízo da celeridade necessária às obras.
Quanto à questão de a escola ficar com um “mini”-museu do espólio, não acho só de louvar como absolutamento justificável e quase obrigatório.
26 de Fevereiro de 2011 às 19:06:05
Só não me pareceu muito bem a parte em que a sra Raquel dizia qualquer coisa do género como : “não sei muito bem o que aconteceria se a policia me mandasse parar com tantas ossadas na carrinha”…
Não era suposto eles saberem as leis e regras (desconheço quais são e se existem) dos transportes que fazem?
No mínimo não devia fazer referência a algo que desconhece.
27 de Fevereiro de 2011 às 1:32:33
Como costumo dizer, vamos lá por partes.
1 – aquando do alargamento da Av. Fialho de Almeida (1973 ou 1974, já não sei bem), alargamento esse bem visível pela diferença no empredrado da rua ( corte para metade do passeio junto ao muro do Liceu ) foram postas a descoberto bastantes sepulturas, o que desmonstra a existência duma necróple e não meia dúzia de enterramentos “ocasionais”.
2 – há apenas um par de anos topou-se com mais sepulturas no início da rua de Mértola, não sei se as obras na altura eram para gás, água ou electricidade, mas isso não interessa para o caso.
3 – parece que já na altura da construção do Liceu se tomou conhecimento dessa mesma necrópole.
Não estamos, portanto, perante algo de tão inusitado. O que é importante neste momento é realmente a preservação da maior parte de dados possível, sem prejuízo da celeridade necessária às obras.
Quanto à questão de a escola ficar com um “mini”-museu do espólio, não acho só de louvar como absolutamento justificável e quase obrigatório.