Quiça já não se lembra do cerco da AR promovida pelo PCP. Isso sim foi uma acção dignificadora da democracia. Pinheiro de Azevedo que o diga. 3 min de gritinhos é mais grave que 36horas de sequestro e ameaças á integridade física. Fala muito de extremismo e radicalismo, mas quem verdadeiramente o está a demonstrar é você.
Quanto a isto, não passa de folclore popularucho. Aqui o Pacheco Pereira do burgo é que se incomoda muito com o que vêm do chega.
@américo – a história repete-se. Antigamente eram os comunistas, agora são os fascistas. Se combati os comunistas, com mais força combaterei os fascistas.
@Espinho, pois olhe eu sofri no espinhaço com a trupe da foice e martelo. Assisti em 1ª mão a intolerância e a arrogância dessa cabranada toda. Os tipos da DGS até pareciam magnânimos a comparar com os do PREC. Não me querendo repetir, bardamerda mais o fascista.
Na reunião de câmara de hoje passou-se uma situação que só costuma acontecer numa república das bananas. A vereadora que vai sair entregou nessa reunião ao presidente o seu pedido de suspensão do mandato que queria começar amanhã. Mas como disse a jurista da câmara ele tinha de ser apreciado pelos membros da câmara, presidente e vereadores e só depois era votado. Ainda por cima a vereadora queria que isso acontecesse só na próxima reunião com efeitos retroativos, o que era ilegal.
Foi então colocado na ordem de trabalhos e votado logo a seguir. Ora isso é também ilegal. O que diz a lei é que a suspensão deve ser pedida por doença ou por motivos devidamente fundamentados, para serem apreciados pelos membros da câmara o que não aconteceu.
Por isso essa decisão da câmara poderá ser impugnada e se isso não acontecer deverá ser discutida na assembleia municipal.
Será que alguém tem a coragem para avançar? Se isso não acontecer tenho de concluir que política local em Beja não passa de uma palhaçada.
9 de Setembro de 2026 às 8:40:04
Quiça já não se lembra do cerco da AR promovida pelo PCP. Isso sim foi uma acção dignificadora da democracia. Pinheiro de Azevedo que o diga. 3 min de gritinhos é mais grave que 36horas de sequestro e ameaças á integridade física. Fala muito de extremismo e radicalismo, mas quem verdadeiramente o está a demonstrar é você.
Quanto a isto, não passa de folclore popularucho. Aqui o Pacheco Pereira do burgo é que se incomoda muito com o que vêm do chega.
9 de Setembro de 2026 às 15:58:56
@américo – a história repete-se. Antigamente eram os comunistas, agora são os fascistas. Se combati os comunistas, com mais força combaterei os fascistas.
9 de Setembro de 2026 às 19:04:17
@Espinho, pois olhe eu sofri no espinhaço com a trupe da foice e martelo. Assisti em 1ª mão a intolerância e a arrogância dessa cabranada toda. Os tipos da DGS até pareciam magnânimos a comparar com os do PREC. Não me querendo repetir, bardamerda mais o fascista.
9 de Setembro de 2026 às 19:09:51
@Américo- não respondo a provocações vindas da sarjeta. Abaixo o fascismo! Abaixo o Chega!
9 de Setembro de 2026 às 22:32:22
@Espinho, hold on in your knickers, advinham-se tempos difíceis para essa linha de pensamento.
9 de Setembro de 2026 às 23:39:29
Na reunião de câmara de hoje passou-se uma situação que só costuma acontecer numa república das bananas. A vereadora que vai sair entregou nessa reunião ao presidente o seu pedido de suspensão do mandato que queria começar amanhã. Mas como disse a jurista da câmara ele tinha de ser apreciado pelos membros da câmara, presidente e vereadores e só depois era votado. Ainda por cima a vereadora queria que isso acontecesse só na próxima reunião com efeitos retroativos, o que era ilegal.
Foi então colocado na ordem de trabalhos e votado logo a seguir. Ora isso é também ilegal. O que diz a lei é que a suspensão deve ser pedida por doença ou por motivos devidamente fundamentados, para serem apreciados pelos membros da câmara o que não aconteceu.
Por isso essa decisão da câmara poderá ser impugnada e se isso não acontecer deverá ser discutida na assembleia municipal.
Será que alguém tem a coragem para avançar? Se isso não acontecer tenho de concluir que política local em Beja não passa de uma palhaçada.