Fev 08 2007
ARRANJINHOS
A reorganização que se vai verificar na Câmara Municipal de Beja não tem nada a ver com a eficiência dos serviços. Se a redistribuição de pelouros é uma questão técnica interna, já a criação de Gabinetes de Projectos tem a ver com equilíbrios políticos e com a tentativa de deixar bem claro quem manda em quem. Nesta última distribuição de poderes estranha-se que nomes como o de Figueira Mestre não sejam contemplados. O anterior responsável pela Casa da Cultura – Rui Aldegalega – vê assim o seu percurso recompensado, sendo-lhe atribuída a chefia do gabinete de museologia. Resta saber se estes equilíbrios não irão criar maiores clivagens entre as duas tendências (ocultas mas perceptíveis) no seio da CMB.
Ignorada foi a criação de um gabinete que se dedicasse em exclusivo a “vender” a imagem de Beja no exterior.
Provavelmente porque não há nada para promover.
Aguardemos então os resultados práticos do novo organograma da Câmara de Beja.


8 de Fevereiro de 2007 às 20:56:27
“Ignorada foi a criação de um gabinete que se dedicasse em exclusivo a “vender” a imagem de Beja no exterior.
Provavelmente porque não há nada para promover.”
Certeiro! Nem mais!
Abraço!