Fev 02 2017
Beja – nomeações políticas

A 8 meses das eleições, o sr. Rocha começa continua a fazer nomeações políticas. É a chamada distribuição de tachos. Coisa habitual, também no PCP.
Avante!

Fev 02 2017

A 8 meses das eleições, o sr. Rocha começa continua a fazer nomeações políticas. É a chamada distribuição de tachos. Coisa habitual, também no PCP.
Avante!

2 de Fevereiro de 2017 às 20:01:07
Os partidos adoram tachos. Ainda mais dos que dão para pagar a dizima ao partido. Por falar em tachos, será que a rainha do lixo se vai manter no cargo ou será que já planeia outros voos?? Pessoas com este elevado currículo merecem sempre um tachinho melhor.
3 de Fevereiro de 2017 às 11:08:27
Quem é quem, e as competências ?
3 de Fevereiro de 2017 às 13:08:31
só v.exa. o mais digno bloguista da cidade é que nunca teve um tacho
ninguém lhe pega…..
3 de Fevereiro de 2017 às 14:08:55
@balacov/littbarsky – quem se pica come cardos. 🙂
3 de Fevereiro de 2017 às 14:49:54
Cá está. Ao boy nomeado para chefe de gabinete sucede a girl como adjunta do senhor Rocha, para a cultura e desporto. É caso para perguntar para que serve a vereadora e a sua adjunta. Já para não falar nos técnicos da câmara que nesses o senhor do minho, serpa e beja não passa cartão.
Pela nota curricular da senhora vê-se que deve conhecer bem o concelho de Beja, veio alguma vez à Ovibeja. Se lhe disserem que vai almoçar ao Tói Faróis em Porto Peles deve ficar engasgada pela sua ignorância.
Só mais um pequeno pormenor, estas duas nomeações fazem-se a 8 meses das eleições. Porque será?
https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/106398106/details/maximized?serie=II&parte_filter=36&dreId=106394940
3 de Fevereiro de 2017 às 15:46:31
littbarsky ?? sou mais Manfred Kaltz.
4 de Fevereiro de 2017 às 19:44:47
É a “guerra dos tachos”.
Proponho a J. Espinho que tal como faz aqui com o número de visitantes, que ponha também um contador para o PC & friends e para o PS & friends, para se ver no computo final, quem é que mais nomeia.
Já que para se aferir a sua qualidade, seja mais difícil. Embora aí, deva andar ela por ela.
4 de Fevereiro de 2017 às 21:02:39
@outras – em Beja não necessitamos de contador. 🙂
5 de Fevereiro de 2017 às 11:15:35
Não sei, J. Espinho. Não sei.
E a prova é o estado decrépito a que a cidade chegou, mesmo com todos os investimentos feitos na agricultura circunvizinha.
Quer a nível local, quer os representantes da região junto das estruturas do poder central, e ao contrário de Évora, não têm cumprido minimamente as suas obrigações em relação a quem os elegeu. E o motivo principal foi certamente porque não foram escolhidas as pessoas mais competentes para o efeito, ou então andaram apenas a defender os seus interesses em detrimento dos da região.
De modo que se se quer mesmo mudar este paradigma, tem também que se mudar a visão estrita da politica tal como a conhecemos ao longo dos últimos quarenta anos.
Ou seja, se é deste partido é bom, se é daquele ou do outro é sempre mau. Daí que acho muito bem que aqui se refiram sempre o que foi mal feito e não nos agrada na autarquia, agora acho estranho que se esqueçam outras situações similares feitas por outros a outros níveis.
Pode-se não gostar deles, mas não é correto culpar os sempre os comunistas, ou os judeus ou como agora os muçulmanos, pela nossa incompetência e incapacidade para se poder fazer melhor.
5 de Fevereiro de 2017 às 11:48:43
@maria vai – inteiramente de acordo. Vou dizer-lhe uma coisa: não acredito em nada, mesmo nada, nos deputados que, dizem, nos representam. Principalmente quando aqui vieram aterrar devido a jogadas políticas. Sim, refiro-me à deputada do PSD. Está tão ligada à região como eu estou à região de Marco de Canaveses. Elogio a acção dos deputados do PCP, mas considero-a quase inconsequente. Sabemos das questões que colocam aos governos mas depois ficamos sem saber quais as respostas e medidas tomadas por quem questionou. Os deputados do PS (e também do PSD) fazem parte do “sistema”. Umas visitas aqui e acolá, umas intervenções de quando em vez e depois aguardam que as rádios regionais lhes façam a devida propaganda. Vou relatar-lhe um episódio: no Verão passado viajei, como faço muitas vezes, no comboio Lisboa-Beja. Sob um calor tórrido, sem ar condicionado, em carruagens inqualificáveis, assisti as pessoas a sentirem-se mal, tendo, inclusivamente, assistido uma senhora que desmaiou. A situação piorou quando, na Baronia, tivemos que sair daquela coisa para aguardar a chegada de uma nova automotora, pois a nossa estava a colapsar. Escrevi, através do Facebook, à deputada do PSD, a manifestar a minha indignação. Você respondeu-me? Assim respondeu ela. Mais. À chegada a Beja sabe quantas pessoas se dirigiram ao chefe de estação para reclamar? Duas (vinham cerca de duas dezenas). Ninguém quer saber se é maltratado ou não. Somos demasiado pacíficos. E a nossa massa crítica esfumou-se ou migrou. Lançados à nossa própria sorte, estamos (a maior parte) a viver numa confortável inércia. E nas eleições lá vamos, alegremente, cumprir o nosso dever: contribuir para o salário de quem nos devia representar.
5 de Fevereiro de 2017 às 16:22:58
@ J. Espinho: Bem haja por manter este blog tão ativo e interveniente.
5 de Fevereiro de 2017 às 16:53:34
@maria das outras – haja saúde, que motivos não faltam para manter esta coisa activa.