Portugal em recessão
13 de Maio de 2011“Este é o resultado de um permanente estado de negação do engenheiro Sócrates, de um fazer de conta de omissões, há políticos responsáveis por esta situação e têm de ser responsabilizados”
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“Este é o resultado de um permanente estado de negação do engenheiro Sócrates, de um fazer de conta de omissões, há políticos responsáveis por esta situação e têm de ser responsabilizados”
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Como, por exemplo, saber-se agora que o negócio da China, perdão, o negócio das pilhas, afinal, não passou de (mais) uma treta do anterior executivo camarário.

foto: álvaro barriga
Durante a visita de Passos Coelho à Ovibeja, não passou despercebido o ar festivo vivido no stand da Câmara Municipal de Beja. É caso para perguntar: está em marcha uma aliança PS/PSD para concorrer em Beja às autárquicas de 2013?

Tomem nota dos espectáculos.
No palco da Praça da República
02/06 – 5ª feira – AUREA
03/06 – 6ª feira – MUDDY WATERS JR
04/06 – sábado – JOANA AMENDOEIRA
05/06 – domingo – BAILE POPULAR
08/06 – 4ª feira – MAYRA ANDRADE
09/06 – 5ª feira – BANDA ORQUESTRA DO FUBÁ
10/06 – 6ª feira – CANTE ALENTEJANO
11/06 – sábado – DIEGO EL CIGALA
12/06 – domingo – LILA DOWNS
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Reforma da lei eleitoral autárquica, com os seguintes objectivos:
– Consagrar o princípio da homogeneidade e transparência do governo local. Em caso de ausência de maioria de um único partido ou lista de cidadãos, deve a Assembleia Municipal funcionar como órgão do qual emana o apoio político aos executivos (de coligação ou não). Os executivos devem responder de um modo coeso pela sua acção, deixando de ser câmaras de representação, tarefa a assegurar pelas Assembleias Municipais.
– Simplificar o processo eleitoral, fazendo com que haja uma única eleição, a eleição da Assembleia Municipal, ao contrário das duas eleições hoje existentes. Nesta solução, só o Presidente da Câmara, o primeiro candidato da lista mais votada, é eleito directamente pelos eleitores, sendo a vereação escolhida pelo Presidente da Câmara e aprovada pela Assembleia Municipal.
– Consagrar o princípio de maior eficácia e responsabilização na governação. Assim, o Presidente da Câmara deve ter liberdade de escolha dos seus vereadores podendo fazer remodelações ao longo do mandato.
– Diminuir o número de membros das Assembleias Municipais, para garantir a sua operacionalidade e reforçar os poderes de fiscalização política do executivo.