Abr 04 2011
Vamos queimar livros?

Queimar livros?
Não! Isso é coisa de Pacheco Pereira “queimo-os. É um destino mais nobre que o papel a peso. As cinzas são um bom adubo“.
Nós preferimos oferecê-los. Livros. Com fartura.
Está pois na hora de fazer uma limpeza à sua biblioteca. E um bom gesto.



4 de Abril de 2011 às 22:02:30
Li há pouco uma noticia hoje dada pela Voz da Planicie.
Não tem a mesma nada a ver com a campanha de recolha de livros usados ,no entanto gostaria de partilhar convosco esta pérola que estes dois ” puxa saco ” o PS de Beja mandou passear , á nossa custa , para Lisboa.
É absolutamente inacreditável que em 2011 seja possivel alguem ter um discurso tão retrogado.Mais parecem dois ferrenhos PC´s , do pós 25-04 , que imputavam todas as desgraças á reacção e aos fascistas.
Ainda se torna mais lamentável quando este vergonhoso acto de campanha foi realizado no Governo Civil. De facto , mais uma vez , o GC demonstrou que não passa de um pau mandado do PS.
Estes dois puxa saco que nunca tiveram a coragem de divergir do discurso do Governo , quando o Distrito foi e continua a ser vergonhosamente prejudicado pelo governo de Socrates , vêm agora num local propriedade do Estado realizar um comicio contra tudo e contra tudo.
TENHAM VERGONHA.
A NOTICIA DA VOZ DA PLANICIE REZA ASSIM :
PS: Deputados criticam partidos de “esquerda” e “direita” Conceição Casanova e Pita Ameixa criticaram esta manhã, em conferência de imprensa, a esquerda e a direita “radicais”. Um rol de criticas à direita e à esquerda marcaram a conferência de imprensa que os deputados do PS,e eleitos por Beja, Conceição Casanova e … (Rádio Voz da Planície)
4 de Abril de 2011 às 22:21:47
Em complemento do post anterior solicito a vossa atenção para o ponto -6 do comunicado lido por um dos puxa saco.
6. Igualmente, sendo o Baixo-Alentejo uma região altamente beneficiária de grandes investimentos do Estado, pode haver o risco de se pretender parar ou atrasar os mesmos, o que quebraria o ritmo de desenvolvimento regional que se tem procurado imprimir a esta região.
O aeroporto de Beja, o Alqueva e a auto-estrada em construção podem ser exemplos elucidativos.
Isto chama-se CHANTAGEM . Como será possivel alguem que pertence a um partido que está no poder há seis anos , eleito ( mal) em nome de uma Região , vem agora ameaçar que os investimentos aqui realizados estão colocados em risco porque Socrates foi corrido ?
Que desenvolvimento regional Socrates realizou ? só mentiras e aldrabices.
Se chamam desenvolvimento regional é ” oferta ” das minas de aljustrel á dupla Martifer/Mota Engil , se chamam desenvolvimento regional á espera de anos que o Aeroporto arranque e que a ANA faça a certificação da pista , se chamam desenvolvimento regional á inexistência de ligações directas de comboios aos principais centros urbanos , então o Sr Ameixa e a Srª Casanova que fiquem com essa esmola , e não tentem enganar os Baixo-Alentejanos com mais mentiras.
Terem a espinha direita custa , mas dá satisfação e alegria aqueles que genuinamente defendem a sua terra .
4 de Abril de 2011 às 23:50:52
MARIA FLORES – para o bem e para o mal os poucos votos do Alentejo têm pouca ou nenhuma expressão na eleição do novo Parlamento do qual irá sair o novo Governo. Deixá-los falar … 😉
5 de Abril de 2011 às 2:55:24
Ainda bem que no mundo os “Pachecos Pereiras “são poucos. Claro que esta minha observação “acarreta” a simpatia que nutro pelo senhor . Será reciproca 🙂
Felizmente há quem pense de forma bem diferente e faz com que os livros se tornem especiais. Ainda mais.
Esta iniciativa é um exemplo disso.
Em meu nome , em nome do projecto e de todos os “beneficiários” , um muito obrigado ao João e a todos aqueles que queiram “oferecer um livro com um sorriso”.
5 de Abril de 2011 às 12:37:12
Há homens que por serem re-conhecidos na rua, já lhes dá o direito de dizer barbaridades… e até deve haver quem concorde com eles! O Pacheco Pereira é um deles! Aquilo deve ser falta de quem lhe…cof cof
7 de Abril de 2011 às 15:50:46
Que tal criarem mais pontos de entrega dos livros e mais acessíveis? Por exemplo, na sede do Instituto Politécnico de Beja ou na própria Biblioteca Municipal. Isso facilitaria a participação da comunidade.