Ago 27 2020

Contingência?

Publicado por João Espinho

Governo prepara endurecimento das medidas de proteção
Nos próximos 15 dias tudo vai ficar na mesma, no que toca a regras de segurança sanitária, mas a meio de setembro todo o país passará para um nível mais elevado de proteção.
É isso: o governo vai “encerrar” o país, mas só depois da festa comunista.
Enfim….

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Ago 25 2020

Alvito já tem

Publicado por João Espinho

A partir de hoje, uma empresa para produção de vídeos e documentários. Chama-se Mundobtuso, Lda. Votos de muitos e nada obtusos sucessos. (aqui)

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Ago 25 2020

Faz sentido

Publicado por João Espinho

CIMBAL a precisar de um Psicólogo. Podem, já agora, abrir concurso para técnico na área da psiquiatria. Pode vir a fazer falta.

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Ago 25 2020

Serpa – a teimosia do PCP

Publicado por João Espinho

Será que a Câmara Municipal de Serpa não tem a verba necessária para comparticipar na despesa da obra, ou trata-se unicamente da habitual teimosia comunista?
Avante!

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Ago 21 2020

Bom fim-de-semana

Publicado por João Espinho


foto: Oleg Smolyaninov

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Ago 18 2020

A teia socialista

Publicado por João Espinho

O PSD denunciou uma “teia de relações partidárias” entre a administração de saúde e segurança social no Alentejo e exigiu o apuramento de responsabilidades pela morte de 18 doentes com covid-19 em Reguengos de Monsaraz.
Em comunicado, o partido social-democrata fala numa “teia de relações partidárias que se estabelece com a Administração Regional de Saúde e o Centro Distrital da Segurança Social” e exige o apuramento de “responsabilidades políticas municipais e distritais” na morte dos 18 idosos num lar de Reguengos de Monsaraz “por alegada falta de cuidados médicos adequados”.

“A ocupação generalizada das estruturas da administração local e regional por parte do Partido Socialista é uma prática que atinge no Alentejo uma dimensão insuportável”, sublinha o partido.

Também o facto de a presidência da Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão da Silva coincidir com a presidência da Câmara Municipal de Reguengos revela, segundo o partido, “a promiscuidade política que domina as relações institucionais naquele município do Alentejo”.

Ler aqui.

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Ago 18 2020

As autarquias do Alentejo nunca se uniram a uma só voz

Publicado por João Espinho

Florival Baiôa, rosto do Movimento Beja Merece + considera que, “contrariamente a outras regiões, onde os autarcas se unem, no Baixo Alentejo, isso não acontece” lamenta.

Florival Baiôa vai mais longe ao afirmar que “se o Distrito de Beja não aproveitar os fundos comunitários que tem à sua disposição, no quadro comunitário 2020, e no âmbito do 2030, não vai ter, tão cedo, outra oportunidade de concretizar os projectos infraestruturantes que carece há décadas” lembra. Para ler e ouvir aqui.

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Ago 18 2020

Encalhados

Publicado por João Espinho

Paulo Arsénio: “O Hospital Privado do Alentejo está “encalhado” por falta de acessibilidades.”

Paulo Arsénio, presidente do Município de Beja disse à Rádio Pax que em cima da mesa está a hipótese de “criar uma nova rotunda na estrada que liga o Bairro do Pelame ao Bairro de Nossa Senhora da Conceição”.

O autarca salienta que quando esse “problema estiver resolvido, o projeto pode avançar, [porque] está praticamente pronto”.

Eu diria mais: a Câmara de Beja está encalhada na sua dependência do governo de António Costa. Pensava-se que, por serem todos da mesma “loja”, a cidade viesse a beneficiar qualquer coisinha. Afinal….
Leia aqui e aqui.

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Ago 17 2020

Sobre os concursos para a Câmara de Beja

Publicado por João Espinho

Destaco comentário de leitor/a:

“Mas já alguém analisou as atas dos concursos para ver como é que a senhora de Évora ganhou?
Podia ser interessante. Ao que parece até a nota de uma candidata foi publicada antes de ter feito a entrevista.
Entre outros mistérios.”

Enquanto a CMB se mantém em silêncio, pergunto: já foi escolhido alguém para a Divisão de Educação?

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Ago 14 2020

Bom fim-de-semana

Publicado por João Espinho


Foto: Alexander Fess

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Ago 12 2020

Beja Care

Publicado por João Espinho

Descubra você mesmo. Aqui.

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Ago 11 2020

Reguengos de Monsaraz – Um filme de terror

Publicado por João Espinho

Transcrevo do “Expresso”:

As mortes por covid em Portugal têm sido pouco mais do que um número. Não têm nome, não têm rosto e, tirando a região e o intervalo etário, quase nada se sabe sobre quem eram ou as circunstâncias em que partiram. Mas das 1579 vítimas registadas até ontem há, no entanto, 16 que agora sabemos como morreram. E não foi do vírus. Foi de abandono. No lar de Reguengos de Monsaraz, onde um surto iniciado em junho contagiou 80 idosos e 26 profissionais, não tiveram quem lhes desse os medicamentos ou sequer quem lhes matasse a sede. A maioria morreu de desidratação e por descompensação das doenças crónicas de que já sofriam, segundo as conclusões do inquérito conduzido pela Ordem dos Médicos (OM).

O relatório, divulgado sexta-feira, mostra que falhou quase tudo. O lar não tinha condições para cumprir as orientações mais básicas da Direção-Geral da Saúde (DGS), como o isolamento dos infetados ou o distanciamento dos casos suspeitos, o que fez disseminar o vírus como fogo num palheiro. Muitos funcionários, que já antes eram poucos, foram contagiados e mandados para casa, sem haver quem os substituísse. Em consequência, “vários doentes estiveram alguns dias sem as terapêuticas habituais, por falta de quem as preparasse ou administrasse”. Mais: “deixaram de ter alguém com tempo para lhes dar água e alimentar“, denunciou este fim de semana em entrevista ao Expresso a coordenadora da comissão de inquérito da OM.

Totalmente dependentes, frágeis e doentes, foram mantidos em “circunstâncias penosas“. Duas semanas depois do início do surto, e numa altura em que já havia oito mortes, os idosos infetados foram transferidos para um pavilhão, “que não tinha condições para ser sequer um hospital de campanha”. A auditoria da Ordem culpa não apenas os responsáveis do lar, gerido por uma fundação a cujo conselho de administração pertence o presidente da câmara, mas também a autoridade de saúde e a Administração Regional de Saúde do Alentejo. Em última análise, a própria DGS, a quem o bastonário apela a que “controle mais de perto estas situações que envolvem lares”.

O caso, que devia envergonhar o país, está agora a ser investigado pelo Ministério Público. Apesar da extrema gravidade do que aconteceu, poucas foram as vozes que se ouviram. “[Os idosos] Morreram porque foram abandonados à sua sorte. O que se seguiu? Gritos histéricos nas redes sociais? Não. Gritos histéricos dos partidos da oposição? Não. Palavras de conforto de Marcelo Rebelo de Sousa? Não. Mensagem grave, em direto para o telejornal das 20h, da Ministra da Saúde, da diretora-geral da Saúde ou da ministra do Trabalho e da Segurança Social? Não. Admito que me possa ter falhado alguma notícia, mas de facto não assisti a nenhuma comoção nacional”, espantou-se ontem no Expresso Luís Aguiar-Conraria.

O que aconteceu em Reguengos de Monsaraz é “um filme de terror”, que configura “um retrato brutal do falhanço do Estado português, do desinteresse pelos mais fracos, da cobardia dos responsáveis locais, da incúria dos responsáveis nacionais”.

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