“Hoje tive de ir (e regressar) de comboio. Na viagem de Cuba-Beja paguei 1,95€. Na viagem Beja-Cuba paguei 2€. A diferença é que a primeira viagem é um comboio regional e a segunda é um intercidades. Estão a brincar comigo??!! É a mesma automotora bafienta e ruidosa!! Simplesmente ridículo!”
Sugiro ao governo a redução da taxa de IVA e, também, algum incentivo fiscal, a quem usar desodorizante, principalmente naqueles dias em que parece que a água e o sabonete não são suficientes para evitar alguns odores.
As gentes agradecem.
A apresentação da candidatura de Fernanda Pereira à Assembleia Municipal de Beja.
Não, não é Fernanda Caimoto (houve por aí quem tivesse confundido os dois nomes). Assim, estamos mais descansados. Beja a sério!.
Escreve Pinho Cardão:
“Regressou o 1º Ministro e logo tudo se esclareceu. Aquilo de Tancos foi uma brincadeira de crianças. Segundo o Chefe do Estado-Maior General o material não valia mais que 34.000 euros e parte dele até estava inoperacional, a aguardar abate. E António Costa até foi mais afirmativo, generalizando a inoperacionalidade a todo o equipamento desviado.
Bom, por mim, perante as afirmações de tão circunspectas autoridades militares e políticas, só posso concluir que o alegado roubo foi uma acção virtuosa, pelas simples razão de ter poupado ao governo e ao exército as despesas de se desfazer do material.
Assim, sim, um roubo honesto e proveitoso para os contribuintes e digno dos maiores elogios!…”
Portugal jogava em França, o Euro 2016, de onde sairia campeão. Poucos dias depois da selecção ter regressado “a casa” com a taça, a Sábado noticiava que Fernando Rocha Andrade, secretário de estado dos Assuntos Fiscais, tinha viajado para França, a convite da Galp, para assistir a um jogo na fase de grupos.
Fernando Rocha Andrade era o responsável pela pasta dos Assuntos Fiscais e a Galp tem um conflito milionário com o Fisco por causa de impostos extraordinários sobre a energia. A viagem acontecera a 22 de Junho.
Um ano depois, viagens da Galp custam a Costa três secretários de Estado.
À esquerda, o norte-americano Donald Trump (e o seu penteado) curvado, na cadeira, a ouvir, expectante. À direita, o turco Recep Tayyip Erdoğan de mão no queixo, também atento. No centro, em pose de “Padrinho” da família Corleone, Vladimir Putin. A imagem está a correr mundo. Só há um problema: é falsa.
A imagem de Vladimir Putin foi escolhida a dedo. A linguagem corporal do presidente russo mostra-o dominante, confortável no papel de centro das atenções da reunião do G20 em Hamburgo, Alemanha, no final da semana passada. Mas Vladimir Putin não estava ali: no seu lugar estava uma cadeira branca, vazia (que pertencia a Theresa May, primeira-ministra do Reino Unido).
Alguém colocou naquele espaço a imagem de Putin, alterou a ficha de “United Kingdom” para “Russian Federation” e a fotografia tornou-se viral, um símbolo de subserviência de Trump (e não só) a Vladimir Putin.