Finalmente, a perspectiva (é mesmo de esperar até ver se…) de adopção de uma verdadeira medida de contenção da chulice institucionalizada! Espero que se estenda ao sector privado! Rapidamente!
Com tudo o que tem de enquadramento económico e financeiro, em Portugal, decerto muitos personagens que ” mamam ” em duas ou três tetas ao mesmo tempo, irão na prática abdicar dos postos de trabalho e optarem pela reforma, ou quem mais lhe paguem, o que significa na prática menor despesa pública e como resultado o equacionar de número de postos de trabalho que ficarão sem dono e abertos a quem está no desemprego com qualificações para o desempenho.
Desejo que seja uma realidade e não uma vaga promessa, se assim fôr é uma óptima medida !!!
sinceramente discordo que a medida siga depois pro sector privado. No público acho muito bem, pois está em causa o dinheiro dos contribuintes, agora no privado devemos ver o revés da medalha: um reformado que recebe pensão por DIREITO, devido aos descontos que efectuou durante 3 décadas ou mais, pode ainda querer trabalhar e muito bem, pois não só continua a contribuir para a Segurança Social, como ainda produz, e combate as depressões causadas na velhice pelo ócio. Ninguém deve ser impedido de trabalhar e receber pelo que trabalha.
No público a história é bem diferente pois está em causa pensões vitalicias, adquiridas não pelos descontos, mas pelos cargos que ocuparam. Situações de grande injustiça social…e moral!
@Regina:
Então o dinheiro das pensões no sector privado, veio dos constribuintes ou caíu do céu?
Está reformado? Ceda o lugar a outro e contribua dessa forma para minorar o elevadíssimo índice de desemprego que nos comprime! E não é só no Público que existem as situações chocantes que todos conhecemos… Quer trabalhar pós reforma?Muito bem: conceda-se esse direito. Mas suspenda-se o pagamento da pensão… O Direito à pensão é tão Direito no privado como no público.
Concordo inteiramente.
Publico e Privado.
É devido aos que acumulam 2 ou 3 empregos que depois há quem não tenha um.
E se está reformado, que se governe com a pensão e semeie batatas, procure ser auto-suficiente, que tem tempo para isso.
Agora, toda a gente está é à espera de um tecto para as pensões.
Essa é que vai ser a cereja do bolo…mas só sairá mais perto de eleições legislativas, porque quem tiver tomates para o fazer (PS a implementar o PSD a propor) ganha.
Acho bem tambem a proposta do PSD de querer levar a Tribunal e responsabilizar judicialmente algumas pessoas, porque politicamente já se viu que não dá resultado, enchem os bolsos e acobardam-se…
Na Islandia, mais de meio Governo foi preso.
Porque esperam???
4 de Novembro de 2010 às 18:44:10
Finalmente, a perspectiva (é mesmo de esperar até ver se…) de adopção de uma verdadeira medida de contenção da chulice institucionalizada! Espero que se estenda ao sector privado! Rapidamente!
4 de Novembro de 2010 às 22:51:07
Com tudo o que tem de enquadramento económico e financeiro, em Portugal, decerto muitos personagens que ” mamam ” em duas ou três tetas ao mesmo tempo, irão na prática abdicar dos postos de trabalho e optarem pela reforma, ou quem mais lhe paguem, o que significa na prática menor despesa pública e como resultado o equacionar de número de postos de trabalho que ficarão sem dono e abertos a quem está no desemprego com qualificações para o desempenho.
Desejo que seja uma realidade e não uma vaga promessa, se assim fôr é uma óptima medida !!!
5 de Novembro de 2010 às 12:50:00
sinceramente discordo que a medida siga depois pro sector privado. No público acho muito bem, pois está em causa o dinheiro dos contribuintes, agora no privado devemos ver o revés da medalha: um reformado que recebe pensão por DIREITO, devido aos descontos que efectuou durante 3 décadas ou mais, pode ainda querer trabalhar e muito bem, pois não só continua a contribuir para a Segurança Social, como ainda produz, e combate as depressões causadas na velhice pelo ócio. Ninguém deve ser impedido de trabalhar e receber pelo que trabalha.
No público a história é bem diferente pois está em causa pensões vitalicias, adquiridas não pelos descontos, mas pelos cargos que ocuparam. Situações de grande injustiça social…e moral!
5 de Novembro de 2010 às 19:00:51
@Regina:
Então o dinheiro das pensões no sector privado, veio dos constribuintes ou caíu do céu?
Está reformado? Ceda o lugar a outro e contribua dessa forma para minorar o elevadíssimo índice de desemprego que nos comprime! E não é só no Público que existem as situações chocantes que todos conhecemos… Quer trabalhar pós reforma?Muito bem: conceda-se esse direito. Mas suspenda-se o pagamento da pensão… O Direito à pensão é tão Direito no privado como no público.
6 de Novembro de 2010 às 13:35:00
Concordo inteiramente.
Publico e Privado.
É devido aos que acumulam 2 ou 3 empregos que depois há quem não tenha um.
E se está reformado, que se governe com a pensão e semeie batatas, procure ser auto-suficiente, que tem tempo para isso.
Agora, toda a gente está é à espera de um tecto para as pensões.
Essa é que vai ser a cereja do bolo…mas só sairá mais perto de eleições legislativas, porque quem tiver tomates para o fazer (PS a implementar o PSD a propor) ganha.
Acho bem tambem a proposta do PSD de querer levar a Tribunal e responsabilizar judicialmente algumas pessoas, porque politicamente já se viu que não dá resultado, enchem os bolsos e acobardam-se…
Na Islandia, mais de meio Governo foi preso.
Porque esperam???