Estou velho!
Dói-me o joelho
Dói-me parte do antebraço
Dói-me a parte interna
De uma perna
E parte amiga
Da barriga
Que fadiga
O que é que eu faço?
Escolho o baço ou o almoço?
Vira o osso
Dói o pescoço
É do excesso
Do ex-sexo
Alvoroço
Reboliço
Perco o viço
Já soluço
Já sobroço
Esmiúço
Os meus sintomas
E já agora, do meu médico
Os diplomas
Esmiúço
A consciência
E já agora, apresento a penitência
Ah que estou arrependido
De ter feito e de ter tido
Ai coração, ora seja
Como a que ouvi na igreja
Mea culpa, mea culpa
Minha máxima desculpa
É ter vindo p´ro presente
Conservado em aguardente
Quero ser p’ra sempre jovem
As minhas células movem
Uma campanha eficaz
Água benta e água-raz
O elixir da eterna juventude
Esse que quer que tudo mude
P’ra que tudo fique igual
Estava marado
Falsificado
É desleal!
SIM E PODES VER QUAL É O IP PORQUE ESTOU NUMA INTERNET PUBLICA MAS; AINDA ASSIM VAIS DIZER COISAS OU NÂO PUBLICAR
Se fosse por conversa bonita, já António José Seguro e os seus tinham um avanço brutal nas sondagens em relação aos outros partidos. E não é o caso.
Não. Nestes tempos e 40 anos depois do 25 de abril de 1974, já todos devemos ter em mente que um politico não se mede pela sua conversa.
Mede-se pela sua competência, ou obra realizada se for o caso.
E neste em particular particular, que tal uma voltinha por Serpa e pelo seu concelho?
E depois comparar com Beja.
Pelo que se sabe em Serpa a dívida deixada é superior a 10 MILHÕES de EUROS e o BMW escondido na garagem comprado há menos de 1 ano.
O homem não conhece nada de Beja a nível de instituições, ganha já a sua reforma completa e vem tentar ganhar mais 1/3 conforme a lei.
Sempre pensei que não fosse tanto DITADOR, mas ao falar com as pessoas de Serpa nas várias sensibilidades fiquei com o retrato completo.
Significa se Beja deve ainda 12 MILHÕES DE EUROS por causa do PCP / CDU a tendência é vir a aumentar a dívida em mais MILHÕES.
E mais não digo e escrevo porque é dar-lhe demasiada importância e hoje a arruada comunista eram 20 a 25 pessoas, como os tempos mudaram e o poder de mobilização era outro com mentiras e promessas a quem votou sempre durante 39 anos o Orçamento de Estado, criticar é fácil mas governar é difícil e a depois do PREC a oportunidade caiu no esgoto.
Mas alguém acredita que JR, a ser eleito, vai ficar 4 anos na C.M.B. isto depois de cerca de 40 anos de vida autárquica?
Para mim, esta sua presença como cabeça de lista da candidatura da CDU, não passa de um chamariz ao voto numa tentativa da CDU recuperar a Câmara. Inteligentemente aproveita o “prestígio” como autarca do JR e este, pós-eleições, seguirá o seu destino. Se aguentar até ao meio do mandato, já me parece muito.
Anda tudo doido com o J.R. qual imberbe adolescente com o chá de pintelho. Vi a “arruada” da CDU no mercado de Stº Amaro e fiquei com duas certezas. 1º O autarca modelo /sarcastic mode off – anda com uma cara de frete que se topa a quilometros. 2º Pela mobilização populacional, atrevo-me a dizer, J.R já fostes.
A entrevista é o espelho da ideologia e da pessoa: quanto pior melhor e sou o melhor, arrogância.
Quando questionado pelo papel dos Independentes do Bloco e o que pode afectar a sua candidatura, recusou falar!!!!
Creio que ira afectar tanto os comunistas quanto o Pedro Caeiro os Socialistas na votação final e haverá uma maior repartição dos votos porque as pessoas estão “fartas” dos erros políticos locais em primeiro lugar e nacionais depois.
O que poderá também influir será sem duvida as Juntas, com Beringel, Neves e Baleizão na mira PS, a Assembleia Municipal não será a mesma seja que for o vencedor.
O desígnio maior das políticas do governo é o pagamento de juros. Os governantes reduzem assim cidadãos e empresas à condição de escravos ao serviço de agiotas.
Por:Paulo Morais, Professor Universitário
“Em 2002 disseram-nos que estávamos de tanga. Fizemos orelhas moucas e elegemos Sócrates para PM. Hoje estamos com uma mão na frente e outra atrás. Mas a de trás não nos serve de muito. E só temos o que merecemos.”
A intervenção externa, a que estamos condenados desde 2011, já teve por primeiro objetivo garantir que o estado português disporia de recursos para pagar os juros usurários a que se tinha comprometido ao longo dos anos, em particular nos últimos meses da era Sócrates. Os sucessivos empréstimos da troika não vieram resgatar o estado português, mas sim os bancos a quem este devia dinheiro.
Com o resgate da banca veio o sequestro do estado português. A maior das despesas públicas é agora o pagamento de serviço da dívida, que orça em cerca de oito mil milhões de euros anuais. Mais do que à educação, à saúde ou à segurança social, os impostos dos portugueses destinam-se ao pagamento de dívidas mal contratualizadas ao longo dos anos. Gastar mais em juros do que em qualquer área social é irracional. Seria o equivalente, em termos de economia doméstica, a uma família despender mais em perfumes do que em alimentação.
Para sustentar um orçamento monstruoso e enviesado, o governo endurece a carga fiscal, agrava o IVA na restauração, aumenta o IRS a quem ganha mil euros, baixa as pensões e as reformas. A quebra do poder de compra reflete-se na diminuição do consumo e consequente redução da riqueza do país. Fecham empresas, aumenta o desemprego. O modelo de gestão das finanças públicas destrói a economia.
Cidadãos e empresas ficam assim sujeitos ao empobrecimento e reduzidos à condição de servidores do orçamento de estado. Até as verbas da segurança social são, de forma perversa, desviadas para títulos de dívida pública. Ao obrigar os pensionistas à condição de credores do estado, o governo inviabiliza qualquer renegociação de dívida. Pois doravante a redução de juros ou o alargamento da maturidade dos empréstimos virá prejudicar fortemente as reformas e pensões.
Voltamos ao sistema feudal. Assim como na Idade Média rural os portugueses eram servos da gleba, hoje, em época de predomínio financeiro, estamos condenados à condição de meros servos da dívida.
A arruada de hoje da CDU / PCP com quase todos os candidatos rondava 25/30 pessoas, mas atenção por 1 voto se ganha e por 1 voto se perde, caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém, agora os comunistas a seguir ao 25 de Abril aqui no Alentejo foram terríveis e é pouco, sem respeito pela democracia e confiança, honestidade que hoje apelam nos cartazes.
Mais um Tesourinho, com a permissão de JE, para continuar a desenjoar de JR.
Eles ‘andem’ aí
Por: Henrique Monteiro
Há muitos anos, talvez 15, dediquei-me a fazer no Expresso um exercício simples: se uma determinada autarquia tinha dois campos de ténis e uma piscina para – digamos – três mil eleitores, utilizando o mesmo rácio quantos campos de ténis e piscinas deviam ter alguns bairros (para não dizer ruas) dos grandes centros?
Eu sei que as contas não podem ser feitas assim, a cru. Que há a interioridade (embora eu sustente, há muito, que os custos da suburbanidade são muito maiores dos que os da interioridade ou mesmo os da insularidade). Mas quem diz piscinas, diz centros culturais, bibliotecas, cinemas e muitas outras estruturas construídas pelas autarquias e pagas por todos nós. Se pensarem que Vila de Rei (concelho) tem 3000 eleitores e um campo de jogos, piscina coberta, piscina descoberta, skate park, polidesportivo e ginásio – tudo galhardamente apresentado pela Câmara, vejam bem a que tem direito o pessoal da Falagueira ou da Póvoa de Santo Adrião.
A verdade é que o país da reforma de Mouzinho mudou. Não é o mesmo. Terras que ficavam a uma hora de distância estão a 10 minutos. Outras, que estavam a 10 minutos, estão, por via da filias de trânsito, a uma ou duas horas. Mas ninguém fez nada para alterar este estado de coisas, porque não têm coragem. Lá arranjaram umas uniões de freguesias, mas nos concelhos – onde se podia efetivamente poupar – ninguém mexeu.
Para ajudar à festa, ouve-se a campanha e conclui-se que – como dizia o outro – ‘eles andem aí’. Só ouço promessas que custam dinheiro (desde jardins para cães – lá falei do PAN) a apoios à terceira idade, certamente muito necessários mas cujo orçamento há de vir de algum lado.
21 de Setembro de 2013 às 4:17:42
Querido João Espinho: DÓI MUITO?!
Estou velho!
Dói-me o joelho
Dói-me parte do antebraço
Dói-me a parte interna
De uma perna
E parte amiga
Da barriga
Que fadiga
O que é que eu faço?
Escolho o baço ou o almoço?
Vira o osso
Dói o pescoço
É do excesso
Do ex-sexo
Alvoroço
Reboliço
Perco o viço
Já soluço
Já sobroço
Esmiúço
Os meus sintomas
E já agora, do meu médico
Os diplomas
Esmiúço
A consciência
E já agora, apresento a penitência
Ah que estou arrependido
De ter feito e de ter tido
Ai coração, ora seja
Como a que ouvi na igreja
Mea culpa, mea culpa
Minha máxima desculpa
É ter vindo p´ro presente
Conservado em aguardente
Quero ser p’ra sempre jovem
As minhas células movem
Uma campanha eficaz
Água benta e água-raz
O elixir da eterna juventude
Esse que quer que tudo mude
P’ra que tudo fique igual
Estava marado
Falsificado
É desleal!
SIM E PODES VER QUAL É O IP PORQUE ESTOU NUMA INTERNET PUBLICA MAS; AINDA ASSIM VAIS DIZER COISAS OU NÂO PUBLICAR
21 de Setembro de 2013 às 10:01:47
Se fosse por conversa bonita, já António José Seguro e os seus tinham um avanço brutal nas sondagens em relação aos outros partidos. E não é o caso.
Não. Nestes tempos e 40 anos depois do 25 de abril de 1974, já todos devemos ter em mente que um politico não se mede pela sua conversa.
Mede-se pela sua competência, ou obra realizada se for o caso.
E neste em particular particular, que tal uma voltinha por Serpa e pelo seu concelho?
E depois comparar com Beja.
21 de Setembro de 2013 às 14:11:20
Pelo que se sabe em Serpa a dívida deixada é superior a 10 MILHÕES de EUROS e o BMW escondido na garagem comprado há menos de 1 ano.
O homem não conhece nada de Beja a nível de instituições, ganha já a sua reforma completa e vem tentar ganhar mais 1/3 conforme a lei.
Sempre pensei que não fosse tanto DITADOR, mas ao falar com as pessoas de Serpa nas várias sensibilidades fiquei com o retrato completo.
Significa se Beja deve ainda 12 MILHÕES DE EUROS por causa do PCP / CDU a tendência é vir a aumentar a dívida em mais MILHÕES.
E mais não digo e escrevo porque é dar-lhe demasiada importância e hoje a arruada comunista eram 20 a 25 pessoas, como os tempos mudaram e o poder de mobilização era outro com mentiras e promessas a quem votou sempre durante 39 anos o Orçamento de Estado, criticar é fácil mas governar é difícil e a depois do PREC a oportunidade caiu no esgoto.
21 de Setembro de 2013 às 14:12:36
Leia-se vetou e não votou.
21 de Setembro de 2013 às 14:25:12
Mas alguém acredita que JR, a ser eleito, vai ficar 4 anos na C.M.B. isto depois de cerca de 40 anos de vida autárquica?
Para mim, esta sua presença como cabeça de lista da candidatura da CDU, não passa de um chamariz ao voto numa tentativa da CDU recuperar a Câmara. Inteligentemente aproveita o “prestígio” como autarca do JR e este, pós-eleições, seguirá o seu destino. Se aguentar até ao meio do mandato, já me parece muito.
21 de Setembro de 2013 às 16:10:54
Anda tudo doido com o J.R. qual imberbe adolescente com o chá de pintelho. Vi a “arruada” da CDU no mercado de Stº Amaro e fiquei com duas certezas. 1º O autarca modelo /sarcastic mode off – anda com uma cara de frete que se topa a quilometros. 2º Pela mobilização populacional, atrevo-me a dizer, J.R já fostes.
21 de Setembro de 2013 às 19:44:56
E JPV?
Será que existe, está vivo e vai-se recandidatar?
parece que não. Pois é só JR, JR, JR, JR,……JR.
É Pá. Deixem o homem da mão.
O que é que ele lhes fez?
Porra. Porra.
21 de Setembro de 2013 às 20:39:01
Mais nada Pá, J.R Pá, viva a CDU Pá, Porra Pá
21 de Setembro de 2013 às 21:23:21
A entrevista é o espelho da ideologia e da pessoa: quanto pior melhor e sou o melhor, arrogância.
Quando questionado pelo papel dos Independentes do Bloco e o que pode afectar a sua candidatura, recusou falar!!!!
Creio que ira afectar tanto os comunistas quanto o Pedro Caeiro os Socialistas na votação final e haverá uma maior repartição dos votos porque as pessoas estão “fartas” dos erros políticos locais em primeiro lugar e nacionais depois.
O que poderá também influir será sem duvida as Juntas, com Beringel, Neves e Baleizão na mira PS, a Assembleia Municipal não será a mesma seja que for o vencedor.
21 de Setembro de 2013 às 22:18:04
Para desenjoar do JR, com a permissão de J.E.
Servos da dívida
O desígnio maior das políticas do governo é o pagamento de juros. Os governantes reduzem assim cidadãos e empresas à condição de escravos ao serviço de agiotas.
Por:Paulo Morais, Professor Universitário
“Em 2002 disseram-nos que estávamos de tanga. Fizemos orelhas moucas e elegemos Sócrates para PM. Hoje estamos com uma mão na frente e outra atrás. Mas a de trás não nos serve de muito. E só temos o que merecemos.”
A intervenção externa, a que estamos condenados desde 2011, já teve por primeiro objetivo garantir que o estado português disporia de recursos para pagar os juros usurários a que se tinha comprometido ao longo dos anos, em particular nos últimos meses da era Sócrates. Os sucessivos empréstimos da troika não vieram resgatar o estado português, mas sim os bancos a quem este devia dinheiro.
Com o resgate da banca veio o sequestro do estado português. A maior das despesas públicas é agora o pagamento de serviço da dívida, que orça em cerca de oito mil milhões de euros anuais. Mais do que à educação, à saúde ou à segurança social, os impostos dos portugueses destinam-se ao pagamento de dívidas mal contratualizadas ao longo dos anos. Gastar mais em juros do que em qualquer área social é irracional. Seria o equivalente, em termos de economia doméstica, a uma família despender mais em perfumes do que em alimentação.
Para sustentar um orçamento monstruoso e enviesado, o governo endurece a carga fiscal, agrava o IVA na restauração, aumenta o IRS a quem ganha mil euros, baixa as pensões e as reformas. A quebra do poder de compra reflete-se na diminuição do consumo e consequente redução da riqueza do país. Fecham empresas, aumenta o desemprego. O modelo de gestão das finanças públicas destrói a economia.
Cidadãos e empresas ficam assim sujeitos ao empobrecimento e reduzidos à condição de servidores do orçamento de estado. Até as verbas da segurança social são, de forma perversa, desviadas para títulos de dívida pública. Ao obrigar os pensionistas à condição de credores do estado, o governo inviabiliza qualquer renegociação de dívida. Pois doravante a redução de juros ou o alargamento da maturidade dos empréstimos virá prejudicar fortemente as reformas e pensões.
Voltamos ao sistema feudal. Assim como na Idade Média rural os portugueses eram servos da gleba, hoje, em época de predomínio financeiro, estamos condenados à condição de meros servos da dívida.
21 de Setembro de 2013 às 22:44:11
A arruada de hoje da CDU / PCP com quase todos os candidatos rondava 25/30 pessoas, mas atenção por 1 voto se ganha e por 1 voto se perde, caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém, agora os comunistas a seguir ao 25 de Abril aqui no Alentejo foram terríveis e é pouco, sem respeito pela democracia e confiança, honestidade que hoje apelam nos cartazes.
22 de Setembro de 2013 às 8:43:15
Mais um Tesourinho, com a permissão de JE, para continuar a desenjoar de JR.
Eles ‘andem’ aí
Por: Henrique Monteiro
Há muitos anos, talvez 15, dediquei-me a fazer no Expresso um exercício simples: se uma determinada autarquia tinha dois campos de ténis e uma piscina para – digamos – três mil eleitores, utilizando o mesmo rácio quantos campos de ténis e piscinas deviam ter alguns bairros (para não dizer ruas) dos grandes centros?
Eu sei que as contas não podem ser feitas assim, a cru. Que há a interioridade (embora eu sustente, há muito, que os custos da suburbanidade são muito maiores dos que os da interioridade ou mesmo os da insularidade). Mas quem diz piscinas, diz centros culturais, bibliotecas, cinemas e muitas outras estruturas construídas pelas autarquias e pagas por todos nós. Se pensarem que Vila de Rei (concelho) tem 3000 eleitores e um campo de jogos, piscina coberta, piscina descoberta, skate park, polidesportivo e ginásio – tudo galhardamente apresentado pela Câmara, vejam bem a que tem direito o pessoal da Falagueira ou da Póvoa de Santo Adrião.
A verdade é que o país da reforma de Mouzinho mudou. Não é o mesmo. Terras que ficavam a uma hora de distância estão a 10 minutos. Outras, que estavam a 10 minutos, estão, por via da filias de trânsito, a uma ou duas horas. Mas ninguém fez nada para alterar este estado de coisas, porque não têm coragem. Lá arranjaram umas uniões de freguesias, mas nos concelhos – onde se podia efetivamente poupar – ninguém mexeu.
Para ajudar à festa, ouve-se a campanha e conclui-se que – como dizia o outro – ‘eles andem aí’. Só ouço promessas que custam dinheiro (desde jardins para cães – lá falei do PAN) a apoios à terceira idade, certamente muito necessários mas cujo orçamento há de vir de algum lado.
Que mais será preciso, para esta gente aprender
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/eles-andem-ai=f831542#ixzz2fbZrvOfk
22 de Setembro de 2013 às 12:07:39
Qual é o “numero” que faz no circo Chen?! O cócó, o ranheta ou facada?! 🙂
22 de Setembro de 2013 às 17:02:42
Espanholzito: Quando ele for o presidente da Câmara, como tudo o indica, depois quando lhe fores lá ao beija-mão, logo lhe perguntas.
22 de Setembro de 2013 às 22:37:58
Eh PÀ. Vocês andam mesmo aborrecidos com as sondagens que dão a vitória à CDU PÀ! Percebe-se pois….vai haver aí tanto monco caído.
23 de Setembro de 2013 às 15:24:31
Quando ele for presidente?! Mas no dia das eleições o circo já estará noutras paragens! Mau, não estou a perceber!!!