Que é como quem diz: FESTA DAS BRUXAS !
E há tantas na nossa cidade, que dava para fazer vários festivais com audiências e assistências para todos os gostos.
A saber:
Edia, Câmara, Aeroporto, Desportivo, Despertar, Empresas de Automóveis do BPN, Vias de comunicação, trânsito e parques de estacionamento, Parque Industrial, Mercado Municipal, etc. etc.
Tachos, cunhas, compadres, padrinhos, afilhados etc. etc. e cada vez mais desempregados e falidos!
Digam-me lá se isto não dá para fazer vários festivais ? E nem é preciso fazer muitos casting,s.
As lojas dos chinocas emprestam os fatos, os comerciantes locais são os fastasmas (mortos/vivos), os jovens licenciados e sem emprego, distribuiem os panfletos, os desempregados arrumam os automóveis dos visitantes. Os ainda empregados, ocupam as plateias e hipocritamente batem palmas. Os “Belmiros” das grandes superficies, lá fora, bebem champanhe da melhor qualidade e riem-se desalmadamente, gozando o pratinho proporcionado pelos indigenas que diáriamente lhes enchem os bolsos.
1 de Novembro de 2010 às 10:34:19
Que é como quem diz: FESTA DAS BRUXAS !
E há tantas na nossa cidade, que dava para fazer vários festivais com audiências e assistências para todos os gostos.
A saber:
Edia, Câmara, Aeroporto, Desportivo, Despertar, Empresas de Automóveis do BPN, Vias de comunicação, trânsito e parques de estacionamento, Parque Industrial, Mercado Municipal, etc. etc.
Tachos, cunhas, compadres, padrinhos, afilhados etc. etc. e cada vez mais desempregados e falidos!
Digam-me lá se isto não dá para fazer vários festivais ? E nem é preciso fazer muitos casting,s.
As lojas dos chinocas emprestam os fatos, os comerciantes locais são os fastasmas (mortos/vivos), os jovens licenciados e sem emprego, distribuiem os panfletos, os desempregados arrumam os automóveis dos visitantes. Os ainda empregados, ocupam as plateias e hipocritamente batem palmas. Os “Belmiros” das grandes superficies, lá fora, bebem champanhe da melhor qualidade e riem-se desalmadamente, gozando o pratinho proporcionado pelos indigenas que diáriamente lhes enchem os bolsos.