O Mário Nogueira está lá pela vontade expressa dos sindicalistas que o apioam. Está lá democraticamente eleito pelo seu Sindicato.
De fora do acordo ficaram 6 Sindicatos entre os quais o mais representativo que é a FENPROF a qual não assinou o acordo por 3 pontos apenas e que são os seguintes:
– a redução do número de menções na avaliação (actualmente são cinco),
– a eliminação de quotas para as classificações mais elevadas
– a implicação nas notas na graduação de professores nos concursos
José Bispo – se fossem retirados esses três pontos, o democráticamente eleito do seu sindicato, (presumo) imediatamente encontraria não três mas seis pontos que consideraria nefastos à carreira dos professores e depois de eleminados esses sies pontos, (após infindáveis maratonas de negociações) apresentaria não três, não seis mas sim doze até à proxima maratona de negociações, e assim continuaria com exigências infindáveis até conseguir o que sempre defendeu. Não uma carreira de professores avaliados mas sim uma corrida para o topo da função em que todos chegavam com o mesmo tempo apesar de alguns nem precisarem de alinhar à partida como é o caso do abnegado sindicalista com cara de terrorista palestiniano, como alguém o difiniu.
A propósito de eleitos democráticamente , recordo-lhe que um deixou um rasto de sangue e devastação pela Europa que perdura até hoje.
10 de Setembro de 2011 às 17:58:23
Mas não mandam esse Mário Nogueira embora?
10 de Setembro de 2011 às 23:29:02
O Mário Nogueira está lá pela vontade expressa dos sindicalistas que o apioam. Está lá democraticamente eleito pelo seu Sindicato.
De fora do acordo ficaram 6 Sindicatos entre os quais o mais representativo que é a FENPROF a qual não assinou o acordo por 3 pontos apenas e que são os seguintes:
– a redução do número de menções na avaliação (actualmente são cinco),
– a eliminação de quotas para as classificações mais elevadas
– a implicação nas notas na graduação de professores nos concursos
12 de Setembro de 2011 às 4:42:59
José Bispo – se fossem retirados esses três pontos, o democráticamente eleito do seu sindicato, (presumo) imediatamente encontraria não três mas seis pontos que consideraria nefastos à carreira dos professores e depois de eleminados esses sies pontos, (após infindáveis maratonas de negociações) apresentaria não três, não seis mas sim doze até à proxima maratona de negociações, e assim continuaria com exigências infindáveis até conseguir o que sempre defendeu. Não uma carreira de professores avaliados mas sim uma corrida para o topo da função em que todos chegavam com o mesmo tempo apesar de alguns nem precisarem de alinhar à partida como é o caso do abnegado sindicalista com cara de terrorista palestiniano, como alguém o difiniu.
A propósito de eleitos democráticamente , recordo-lhe que um deixou um rasto de sangue e devastação pela Europa que perdura até hoje.