Arquivo da Categoria ‘Intimidades’

Quando a solidão…

14 de Março de 2005

… não significa isolamento
não quer dizer abandono
não é involuntária
não me mete medo
não me faz chorar…

… é quando mais sinto a tua falta.
E mais acredito em mim, em ti, em nós!

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Nocturna

14 de Março de 2005

“O bom senso não costuma acompanhar as obsessões. O ridículo pode tornar-se então a companhia dessa obsessão”.

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Ao teu lado

10 de Março de 2005

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foto: joão espinho

“Queria
Que me deixassem, nos deixassem,
Uns instantes
Abandonados como se não existíssemos.
Não fossemos nós
Nem pobres nem ricos
Nem velhos nem novos.

Queria, só,
Que nos deixassem ser
Nós!”

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Hoje

9 de Março de 2005

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foto: katrin zeidler (adaptação)

Hoje apetece-me navegar no teu corpo
E sentir a pele que te arde em desejo.
Hoje quero beber o suor da tua paixão
E desaparecer nas entranhas da tua volúpia.

Hoje quero-te ainda mais!

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Dos sentidos…

2 de Março de 2005


foto: Margarida

Saio do quarto para o último cigarro.
Desvio o olhar para a tua silhueta e regresso.
Como no primeiro minuto,
Iniciamos o jogo que nos leva à explosão.
Dos sentidos!

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Nocturna

2 de Março de 2005

“Adão e Eva não terão estado sozinhos no Paraíso. A árvore tinha mais que uma maçã”


foto: J e B McCall

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POEMA DA NOITE

24 de Fevereiro de 2005


foto: bernadette mcCall’s

Enlaço-te numa carícia,
Envolvo-te num abraço ardente,
Os corpos transpiram a vontade
E os beijos desenham um arco-íris.

O vento sopra.
E o intenso luar envolve os nossos lábios
Que sem limites se fundem.

Bebo o teu mel e lanço-me no sonho
Entro no teu corpo
E como um vulcão
Derramo em ti a lava de uma paixão.

A Lua sorri!

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POEMA

17 de Fevereiro de 2005


foto: Jean C. Périé

Olhei-te nos olhos
Uma e outra vez.
Repetidamente.
E disse-te: “És bonita!”

Foi o que soube dizer
Num momento em que as palavras
Não traduzem a força da paixão.

Depois,
Depois deixámos os nossos corpos
Voar num céu de carícias e abraços
Onde os beijos se dissolveram
Na chama dos corpos exaustos.

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És o nascer do dia

14 de Fevereiro de 2005

És o nascer do dia do poeta inspirado,
Quando as névoas se dissolvem
E enchem de gotícolas de amor
As copas das árvores das nossas vidas.

És o horizonte da minha paixão!

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POEMA

27 de Janeiro de 2005

Entre as palavras que trocamos
Não há vírgulas nem espaços cinzentos.

Entre os corpos que se fundem
Não há angústias nem ausências.

Entre ti e mim permanece um destino
Que se reforça em cada abraço, em cada beijo.

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Que agradável surpresa…

17 de Janeiro de 2005

… ao chegar a casa!

Fiquei assim….

Até logo!

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Sei…

13 de Janeiro de 2005

…que tu sabes!
Mas gosto de to dizer, uma e outra vez.

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