Arquivo da Categoria ‘Geral’
Correio Alentejo
9 de Março de 2018Um país a duas velocidades
9 de Março de 2018
“Notícias de problemas na Ponte 25 de Abril e arranjam-se logo milhões para o seu arranjo, e bem! Estradas degradas e falta de transportes públicos no interior, e o poder político não mexe uma palha. Há mesmo um país a duas velocidades, com portugueses de primeira e outros de segunda.” Ricardo Cataluna (aqui)
Pactos
9 de Março de 2018
… inesperadamente, Kim Jon-un convidou Donald Trump para uma cimeira nuclear histórica e Trump aceitou. O encontro inédito, sem precedentes, será em maio, não se sabe ainda onde. A iniciativa partiu da Coreia do Norte, que se oferece para discutir a suspensão dos testes de mísseis nucleares e a futura desnuclearização.
De repente lembrei-me do Pacto Molotov-Ribbentrop.

Força Aérea comemora 66.º Aniversário em Évora
8 de Março de 2018
A Força Aérea celebra o seu 66.º Aniversário no próximo dia 01 de julho e a cidade escolhida para as comemorações deste ano é Évora.
Do programa das comemorações constam cerimónia militar, concertos da Banda da Força Aérea e Festival Aéreo no Aeródromo de Évora. A cidade vai também acolher uma exposição estática, onde estarão presentes, entre outros meios, aeronaves F-16 e Alouette III.
A propósito do aniversário, a Força Aérea decidiu lançar um desafio aos mais novos, de forma a despertar-lhes o gosto pela aeronáutica.
Até ao dia 25 de maio de 2018, os alunos das escolas do distrito de Évora poderão dar provas da sua criatividade e ainda se habilitam a ganhar prémios.
O concurso “Cria e Voa Connosco”, que se destina aos jovens do 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário, divide-se nas categorias de criação literária e criação plástica, subordinada ao tema “A Força Aérea Portuguesa”.
Serão atribuídos prémios aos três primeiros classificados das duas categorias, por nível de escolaridade. Os prémios vão desde visitas às Unidades da Força Aérea até batismos de voo.
Até ao dia da Força Aérea, 1 de julho, serão anunciadas mais atividades e iniciativas destinadas à população do distrito.
Retratos de um país
8 de Março de 2018O dia da mulher é todos os dias
8 de Março de 201810 erros linguísticos que mancham a sua imagem
7 de Março de 2018
Sempre que cometemos um erro ortográfico ou gramatical, seja em contexto pessoal ou profissional, podemos ser alvo de troça ou discriminação por quem nos rodeia. Erros linguísticos como “tu fostes à reunião?”, “foi uma perca de tempo”, “houveram pessoas que faltaram”, “ninguém se absteu” não só mancham a nossa imagem, como também podem fazer-nos perder, em poucos segundos, um bom emprego, um bom negócio e até um relacionamento!
A competência linguística, associada ao domínio da comunicação oral e escrita, assume, inequivocamente, um valor sociocultural relevante, promovendo cada vez mais aceitação, credibilidade e prestígio social.
Vejamos, então, quais os 10 erros linguísticos que, do meu ponto de vista, podem manchar a nossa imagem pessoal profissional.
ERRO 1: p[ó]ssamos
Forma correta: possamos
ERRO 2: a gente vamos
Forma correta: a gente vai
ERRO 3: houveram pessoas
Forma correta: houve pessoas
ERRO 4: ele interviu
Forma correta: ele interveio
ERRO 5: vocês ha dem
Forma correta: vocês hão de
ERRO 6: faria-o, se possível
Forma correta: fá-lo-ia, se possível
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FITA 2018 – Festival Internacional de Teatro do Alentejo
6 de Março de 2018Em tempo real
4 de Março de 2018
“Registo de um recital a solo de Keith Jarrett (1945-) na Ópera de Colónia,a 24 de janeiro de 1975, “The KölnConcert”– editado pela alemã ECM – é um milagre. Não por ser um dos álbuns de jazz mais vendidos de sempre – a importância artística deve medir-se por outra bitola –, mas por se revelar uma das mais extraordinárias obras improvisadas jamais produzidas, pináculo da arte de um músico tão excelso quão temperamental. A qualidade da música é de tal magnitude que seria mais fácil admitir que estamos perante peças meticulosamente compostas. O entusiástico público – audível na gravação – ignora que as horas anteriores haviam sido particularmente penosas para o pianista.Dormira mal, estava com dores e esfomeado quando chegou ao local do recital.Logo percebeu que o piano não era o que havia solicitado à organização e que o que estava disponível tinha sérios problemas de afinação. Ameaçou não tocar, mas foi demovido. Ao início, escuta-se o murmúrio do público quando se apercebe que o músico cita a melodia do sinal de chamada para a sala. O que vem depois não cessa de nos surpreender e comover. Quando, mais tarde,acedeu a publicar as partituras, deixou uma recomendação clara a todos os que quisessem recriar aquelas peças:o que está na gravação é que constitui a última palavra.”
António Branco in Diário do Alentejo (2/3/2018)
Obrigado ao António Branco pela excelente prosa.
Para quem não conhece:









