Arquivo da Categoria ‘Geral’
E a culpa é…?
29 de Março de 2018Diplomatas russos expulsos
26 de Março de 2018
Entre os países que anunciaram esta segunda-feira expulsão de representantes russos estão os Estados Unidos (60 diplomatas expulsos), a Ucrânia (13 diplomatas), o Canadá, Alemanha, Polónia e França (4 cada), a República Checa, Dinamarca e Lituânia (3 cada), Albânia, Itália, Espanha e Holanda (2 cada), Letónia, Roménia, Croácia, Finlândia, Suécia e Estónia (1 cada). Antes já o Reino Unido tinha dado ordem de expulsão a 23 diplomatas russos.
A Rússia já anunciou que vai responder “de forma proporcional” a esta “provocação”.
Portugal não vai expulsar diplomatas russos. A decisão foi anunciada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros..
Isto é brincar com o fogo…
Marketing político
24 de Março de 2018Correio Alentejo
23 de Março de 2018
Parabéns ao Correio Alentejo pelo seu 12º aniversário.
Sabores no barro 2018
23 de Março de 2018A história repete-se
18 de Março de 2018
Em Setembro passado, a Câmara Municipal da Marinha Grande divulgou um “estudo de viabilidade da abertura do aeroporto de Monte Real ao tráfego civil” que dava luz verde ao projecto.
O documento prevê um custo estimado de 20 milhões de euros para adaptação das infraestruturas existentes: reforço da pista, um terminal de passageiros, placas de estacionamento, hangar de manutenção, controlo de acessos, reservatórios de combustível, reforço do pessoal na torre de controlo e das capacidades de luta contra incêndios.
Quanto aos dados, o estudo aponta para cinco mil movimentos por ano e cerca de 600 mil passageiros. A evolução a longo prazo prevê cerca de nove mil movimentos anuais e a presença de 1 a 1,2 milhões de passageiros.
Leia aqui (e respectivos comentários)
Diário do Alentejo
16 de Março de 2018Um murro no estômago
16 de Março de 2018
Esta é a história de Marielle Franco. Esta é a história que interessa, a história que indigna e revolta.
“Os favelados e as faveladas sabem exatamente qual é o barulho dos tanques à porta”. Este era o discurso muito critico da atuação das forças policiais e militares. Ela era Marielle Franco. Negra. Jovem. Lésbica. Vinda da favela. Vereadora na câmara do Rio de Janeiro. Lutadora. Lutadora pelos direitos das mulheres. Lutadora pelos direitos dos negros. E uma estrela em ascensão na putrefacta política carioca e brasileira.
Foi morta com quatro tiros na cabeça, da forma mais cobarde possível, na noite de quarta-feira, no carro em que seguia. Numa emboscada que vitimou também o seu motorista (uma assessora que também seguia na viatura sobreviveu). Antes, tinha participado numa iniciativa cívica com o nome “Jovens Negras Movendo Estruturas”.
Os tiros não terão sido disparados a mais de dois metros.
A linha de investigação aponta num sentido: tratou-se de uma execução.
Quatro dias antes de ter sido morta tinha denunciado nas redes sociais a atuação da Polícia Militar, referindo especificamente o 41º batalhão da PM e os excessos cometidos no sábado passado em Acari, uma favela na zona norte da cidade do Rio de Janeiro.
De que excessos falamos? Da morte de dois jovens negros, a tiro, um deles à saída de uma igreja. Contra isso se indignou Marielle. Contra o facto do dito batalhão ser considerado responsável pela morte de mais de 400 pessoas nos últimos cinco anos.
Agora, o Brasil grita ‘basta’ e a população vem para as ruas.
Voltemos à história de Marielle. Engravidou adolescente. Deixou os estudos. Conseguiu anos depois uma bolsa para voltar a estudar e entrar na universidade. Tirou sociologia. Entrou na política. Candidatou-se pela primeira vez em 2016 e conseguiu 46 mil votos, tornando-se vereadora.
Marielle Franco. Nome lindo do triste estado de um país que insiste em andar desafinado.
in Expresso
Aconselho vivamente
14 de Março de 2018Vem aí a Gisele
13 de Março de 2018CDS e PSD
11 de Março de 2018
O PSD foi o “saco de pancada” do primeiro dia do Congresso do CDS em Lamego. Cristas, ambiciosa, quer ocupar o centro, o centro-direita, e, quiçá, toda a direita. Fica-lhe bem tamanha ambição. Será em eleições que esta ambição será aferida. Até lá, o PSD já sabe com o que pode contar: fazer oposição ao governo e aguentar “as porradas” da direita. Uma tarefa gigante para Rui Rio, que também terá que contar com as jogadas dos santanistas e dos órfãos do passismo, para além das rasteiras de um grupo parlamentar adverso. Será Rui Rio capaz de aguentar com tamanha carga? Veremos.











