Podia pois!
Tal como em Faro, por cá, há lugares reservados a instituições, a organismos e a particulares cujos critérios de atribuição sempre me pareceram estranhos.
Há espaços que parecendo ser destinados a a viaturas dos organismos, são ocupados por quadros desses mesmos organismos com as suas viaturas privadas. Facto estranho, tendo em atenção que o cidadão “anónimo”, para estacionar na mesma área, tem de o pagar.
Há espaços cedidos a instituições e organismos cujo o número de viaturas próprias é inferior ao cedido.
Se o espaço é público, mal vai uma comunidade onde a maioria paga e um nicho de previlegiados parqueia as sua viaturas particulares gratuitamente.
Mas a câmara de Faro tem um Macário Correia…
É bom questionar a quem de direito se existe uma Comissão Municipal de Trânsito e de Segurança Rodoviária, em Beja ?
Que eu tenha conhecimento no passado eram feitas listas e eleitas em Assembleia Municipal e tomavam posse, e durante os respectivos mandatos se reuniam onde estão as actas ou decisões delas emanadas, porque junto dos cidadãos nada se fez sentir ao longo dos anos e as decisões eram todas tomadas pelos executivos camarários ? ? ?
Por aqui, por terras de Júlia (pax Julia), quer-se acabar de vez com o comercio tradicional, como tal, vá de criar incentivos para que os clientes fujam (parquímetros).
É que pelo menos deveria haver uma “benesse” ou seja abstenção de saque, nos meses de verão.
Com a cidade quase vazia, não se justifica a razão pela qual foram colocados os parquímetros, razão essa de reservar estacionamento aos possíveis clientes do comercio local.
É um verdadeiro saque ao consumidor. Compreende-se e bem o sucesso dos hipermercados. (Além do mais têm ar condicionado 🙂 )
Beja é uma cidade do interior, onde ainda se vive como de uma pequena vila se tratasse.
Querem progresso, urbanidade? ou não?
Há um preço a pagar por tudo.
O primeiro é aprender a viver com um volume de transito maior, outro será a falta de estacionamento, e não são 30 ou 40 lugares dos serviços que fazem tanto dano.
Criem novos circuitos de autocarros (urbanas) para os vários dormitórios da cidade…. Neves, Boavista, São Matias, Beringel … Etc… isso tiraria muitos carros da cidade.
Aproveitem espaços já existentes para criar parques tipo P+R como noutras cidades por esse mundo fora.
por ex… o Parque do parque de feiras, está a maior parte o ano ás moscas. por um eurito ou dois ficava o estacionamento pago e tinha direito a duas viagens de urbanas (ida e volta). as urbanas passariam a usar esse espaço como ponto de partida.
Depois destas medidas, o numero de carros na cidade diminuiria, e seria possivel tornar todos os lugares á superficie, gratuitos, com algumas excepções pagas, ex… junto aos correios, serviços públicos…. etc…
E no final os parques subterrâneos entregues á emparque , para compensar pelos parcometros. estes parques começariam a ser uma verdadeira alternativa para o caso de faltarem lugares a superficie, e economicamente deixariam de ser os monos que são na actualidade.
já agora…. porque que é que nos centros de saude e hospital , os parques estão reservados aos funcionarios, e os utentes são enxotados pelos seguranças… os funcionários e os doutores são coxos , ou malandros ?
“porque que é que nos centros de saude e hospital , os parques estão reservados aos funcionarios, e os utentes são enxotados pelos seguranças… os funcionários e os doutores são coxos , ou malandros ?”
17 de Agosto de 2010 às 20:58:57
Podia pois!
Tal como em Faro, por cá, há lugares reservados a instituições, a organismos e a particulares cujos critérios de atribuição sempre me pareceram estranhos.
Há espaços que parecendo ser destinados a a viaturas dos organismos, são ocupados por quadros desses mesmos organismos com as suas viaturas privadas. Facto estranho, tendo em atenção que o cidadão “anónimo”, para estacionar na mesma área, tem de o pagar.
Há espaços cedidos a instituições e organismos cujo o número de viaturas próprias é inferior ao cedido.
Se o espaço é público, mal vai uma comunidade onde a maioria paga e um nicho de previlegiados parqueia as sua viaturas particulares gratuitamente.
Mas a câmara de Faro tem um Macário Correia…
17 de Agosto de 2010 às 22:36:39
Agora sim !
É bom questionar a quem de direito se existe uma Comissão Municipal de Trânsito e de Segurança Rodoviária, em Beja ?
Que eu tenha conhecimento no passado eram feitas listas e eleitas em Assembleia Municipal e tomavam posse, e durante os respectivos mandatos se reuniam onde estão as actas ou decisões delas emanadas, porque junto dos cidadãos nada se fez sentir ao longo dos anos e as decisões eram todas tomadas pelos executivos camarários ? ? ?
18 de Agosto de 2010 às 9:23:46
Por aqui, por terras de Júlia (pax Julia), quer-se acabar de vez com o comercio tradicional, como tal, vá de criar incentivos para que os clientes fujam (parquímetros).
É que pelo menos deveria haver uma “benesse” ou seja abstenção de saque, nos meses de verão.
Com a cidade quase vazia, não se justifica a razão pela qual foram colocados os parquímetros, razão essa de reservar estacionamento aos possíveis clientes do comercio local.
É um verdadeiro saque ao consumidor. Compreende-se e bem o sucesso dos hipermercados. (Além do mais têm ar condicionado 🙂 )
18 de Agosto de 2010 às 18:47:20
Beja é uma cidade do interior, onde ainda se vive como de uma pequena vila se tratasse.
Querem progresso, urbanidade? ou não?
Há um preço a pagar por tudo.
O primeiro é aprender a viver com um volume de transito maior, outro será a falta de estacionamento, e não são 30 ou 40 lugares dos serviços que fazem tanto dano.
18 de Agosto de 2010 às 22:30:16
Criem novos circuitos de autocarros (urbanas) para os vários dormitórios da cidade…. Neves, Boavista, São Matias, Beringel … Etc… isso tiraria muitos carros da cidade.
Aproveitem espaços já existentes para criar parques tipo P+R como noutras cidades por esse mundo fora.
por ex… o Parque do parque de feiras, está a maior parte o ano ás moscas. por um eurito ou dois ficava o estacionamento pago e tinha direito a duas viagens de urbanas (ida e volta). as urbanas passariam a usar esse espaço como ponto de partida.
Depois destas medidas, o numero de carros na cidade diminuiria, e seria possivel tornar todos os lugares á superficie, gratuitos, com algumas excepções pagas, ex… junto aos correios, serviços públicos…. etc…
E no final os parques subterrâneos entregues á emparque , para compensar pelos parcometros. estes parques começariam a ser uma verdadeira alternativa para o caso de faltarem lugares a superficie, e economicamente deixariam de ser os monos que são na actualidade.
já agora…. porque que é que nos centros de saude e hospital , os parques estão reservados aos funcionarios, e os utentes são enxotados pelos seguranças… os funcionários e os doutores são coxos , ou malandros ?
18 de Agosto de 2010 às 23:21:13
@Paulo Nascimento
“porque que é que nos centros de saude e hospital , os parques estão reservados aos funcionarios, e os utentes são enxotados pelos seguranças… os funcionários e os doutores são coxos , ou malandros ?”
Ora aqui está uma boa pergunta!