Uma tragédia. Parece que em Portugal não se pode viver no interior do País. Se as assimetrias entre entre o interior já são enormes, num país rural, depois de se retirarem serviços, acaba-se pela via do fogo com a possibilidade de sobrevivência. Quantos não irão desistir e vender os seus terrenos e bens sobrantes?? Que novo cadastro e novo modelo de ordenamento do território vai resultar? Qual a nova posse da terra? Como se consegue controlar melhor um rebanho, disperso ou agregado?povo heróico este que mostra o melhor de si lutando tantas vezes sem apoios abandonado à sua sorte. Quantos já morreram nesta luta desigual? Só iguais na lógica de contribuintes, não nas oportunidades.
Havendo mão criminosa, porque não se age? Será a responsabilidade dos RELÂMPAGOS? Que interesses estão realmente em jogo????
Como deflagram em simultâneo mais de 500 frentes de fogo???
QUE DEUS TENHA EM PAZ A ALMA DESTES HOMENS E MULHERES, CUJA ÚNICA CULPA FOI A DE RESISTIREM A VIVER NO INTERIOR!
16 de Outubro de 2017 às 20:01:16
Uma tragédia. Parece que em Portugal não se pode viver no interior do País. Se as assimetrias entre entre o interior já são enormes, num país rural, depois de se retirarem serviços, acaba-se pela via do fogo com a possibilidade de sobrevivência. Quantos não irão desistir e vender os seus terrenos e bens sobrantes?? Que novo cadastro e novo modelo de ordenamento do território vai resultar? Qual a nova posse da terra? Como se consegue controlar melhor um rebanho, disperso ou agregado?povo heróico este que mostra o melhor de si lutando tantas vezes sem apoios abandonado à sua sorte. Quantos já morreram nesta luta desigual? Só iguais na lógica de contribuintes, não nas oportunidades.
Havendo mão criminosa, porque não se age? Será a responsabilidade dos RELÂMPAGOS? Que interesses estão realmente em jogo????
Como deflagram em simultâneo mais de 500 frentes de fogo???
QUE DEUS TENHA EM PAZ A ALMA DESTES HOMENS E MULHERES, CUJA ÚNICA CULPA FOI A DE RESISTIREM A VIVER NO INTERIOR!
17 de Outubro de 2017 às 15:48:21
@Maria Ramos, muito bem analisado. Descansem em paz.