4 anos já foi muito 8 já foi demais 12 será a caminhada para a insignificância de Beja.
Beja não merece este presidente. Beja merece alguém com garra que lute contra o marasmo dos últimos 8 anos.
Não é inércia de 8 anos… BEJA ESTÁ EM DECADÊNCIA HÁ MAIS DE 35 ANOS!
Beja está em decadência há mais de 35 anos.
Todos os Presidentes que passaram pela Autarquia após o Carreira Marques, limitaram-se a gerir as pequenas obras de manutenção que qualquer Presidente que venha ocupar as funções irá fazer (mudar lâmpadas, pintar, repavimentar, etc… etc…).
Beja depende praticamente de Fundos Europeus para fazer o que quer que seja… e muitas vezes fazem-se obras não fundamentais, que queimam milhões de euros dos Fundos Europeus, que depois apenas servem para tirar fotografias e cair no esquecimento nos anos seguintes.
Beja tem um problema GRAVE de FALTA DE PLANEAMENTO e de total ausência de ESTRATÉGIA.
Beja não sabe o que é, nem o que quer ser no futuro. É tipo uma mercearia. Vai-se gerindo dia-a-dia, de eleições em eleições.
O exemplo mais pragmático que tenho para dar é a não existência de um MUSEU RURAL OU AGRÍCOLA.
Como é que a capital do Baixo Alentejo não têm um museu dedicado aos anos de pobreza e de grande produção cerealífera que mudou na época a paisagem da região? Onde é que os miúdos que hoje nascem podem conhecer o Alentejo com os campos de trigo a perder de vista? Onde é que podem conhecer como era um “monte típico” onde viviam uma família com 7 filhos? Ou uma mesa onde era dividido entre todos um único prato?
Ou as antigas ceifeiras…
Não percebo o TABU sobre esta parte da nossa história.
Pior, é que o que os nossos avós passaram nos campos, estão hoje migrantes a passar… não nos campos dourados de perder de vista, mas nós extensos olivais e amendoais.
A paisagem mudou, mas a pobreza continua. Contudo, parece haver uma ENORME VERGONHA em assumir o nosso passado e transformar esse passado num MUSEU. Um museu onde sejam valorizados todos os nossos antepassados que trabalharam de sol a sol nos campos.
Um museu interativo e que tenha interesse para atrair visitantes. Um Museu que pode e deve estar relacionado com a Ovibeja.
@ATENTO: lamento muito, mas Beja (e o pais no geral) tem o que merece. A populacao de Beja e aversa a qualquer tipo de mudanca, e esta mentalmente presa nos anos 80. A unica solucao seria esperar que as geracoes mais novas maturassem e comecassem tambem a ocupar alguns lugares civicos. O problema ai e que a geracao mais (com razao) baza da cidade mal entra na faculdade.
Beja encontra-se num ciclo vicioso que sera dificil de sair, se e que alguma vez vai sair.
A entrada do Chega na corrida autárquica em Beja poderá ter um impacto significativo nos resultados de Paulo Arsénio, introduzindo uma nova dinâmica num concelho tradicionalmente dominado pela disputa entre PS e CDU. Esta presença cria uma ameaça real à estabilidade do voto socialista, já enfraquecido por dois mandatos marcados pela estagnação e pela falta de uma visão transformadora para a cidade.
Por um lado, o Chega pode canalizar o descontentamento acumulado contra a governação local e os partidos tradicionais, nomeadamente o PS. Com um discurso populista e direto, é provável que consiga atrair o voto de protesto de eleitores que, de outra forma, se absteriam ou optariam por candidaturas independentes ou à esquerda. Isso representa um risco para Paulo Arsénio, pois pode aprofundar a rejeição ao projeto que representa e esvaziar ainda mais a sua base de apoio.
Por outro lado, a presença do Chega também pode beneficiar o PS, ao dividir o campo da oposição. A fragmentação do voto à direita e nos setores descontentes pode impedir que uma alternativa mais sólida (como a CDU ou o PSD) consiga capitalizar esse descontentamento de forma eficaz. Além disso, o receio do crescimento da extrema-direita pode levar parte do eleitorado de esquerda e centro-esquerda a votar novamente em Paulo Arsénio, num reflexo de voto útil para travar o avanço do Chega.
Só gostava que alguém me explicasse, de forma séria, qual o verdadeiro risco da extrema-direita. É que parece que anda tudo anestesiado e esquecido que foi a extrema-esquerda que esteve a “co-adjuvar” a esquerda nos últimos anos. E os resultados parece que não foram nada positivos.
Não se esqueçam que quando vão tirar a poeira das memórias de há 50 anos atrás, não olhem só para um lado, recordem-se de Pol Pot’s, Staline’s, Che’s e etc. Sem esquecer o sempre presente enamoramento com organizações terroristas que sempre foi conivente.
Vamos ser sérios, tanto a extrema-esquerda como a extrema-direita moderna, não têm nada a ver com as ideologias de há meio século atrás.
Se me permitem a pequena arrogância gostaria de dizer que concordo em parte com os quatro primeiros comentários.
O do sr. Américo é um insulto à inteligência e como não sou estúpido de acreditar na equivalência entre uns hippies coloridos, sonhadores e de bom coração e os odiadores (eles próprios se dizem misantropos), raivosos de tudo, militaristas e agressores de indefesos e vulneráveis, ou seja são uns cobardes, não lhe passo cartão.
L.P., exactamente, e incluo o último mandato de Carreira Marques que tem consequências nefastas ainda hoje e perdurarão no futuro. Sugestão para remediar uma tremenda injustiça: Museu Carlos Montes (pintura do próprio).
Rasp., o sistema (os partidos) não deixa e além de Beja ter uma dinâmica clânica, “mafiosa”, de cunhas, conhecimentos e afiliações, ainda mais que Portugal, parece que caiu num ciclo ruinoso em que atingiu (a classe política residente) o seu princípio de Peter. Mas há maneiras.
Analista, um voto útil como nunca se viu, mas pode dar para ps ou psd. E eu tenho a sensação de psd. A ver se não voltamos às praças de jorna (que existem camufladas para os imigrantes).
Atento, tenho uma pessoa que muito estimo que dias antes da primeira vitória de Paulo Arsénio me disse que ele não era um político “strictu sensu”, que tinha esperança nele. Essa esperança durou-me exactamente oito segundos, foi Paulo Arsénio subir ao palanque e falar: – Gostaria de dizer que temos muito orgulho no trabalho desenvolvido pelo executivo do dr. Pulido Valente!
E acabou aí a minha crença em qualquer veleidade de prosperidade e desenvolvimento para este concelho.
A entrada do Chega é uma faca de dois gumes: tanto pode funcionar como catalisador da queda do PS em Beja, se conseguir mobilizar fortemente o eleitorado descontente, como pode acabar por beneficiar Paulo Arsénio ao dividir a oposição e reativar o voto à esquerda. No entanto, há um fator que não pode ser ignorado: a saída sucessiva de quase todos os que integraram e sustentaram politicamente os dois mandatos de Paulo Arsénio. Este abandono coletivo, que inclui vereadores, colaboradores próximos reforça a imagem de um presidente politicamente isolado e em fim de ciclo.
O caso mais evidente é a não recandidatura do atual vice-presidente, responsável pelas poucas áreas onde se registaram avanços reais na autarquia e a gestão de entidades como a EMAS, Resialentejo e CEBAL. O seu afastamento, por vontade própria e sem explicações públicas, é interpretado por muitos como um sinal de rutura profunda com o rumo seguido por Paulo Arsénio.
Sem apoio político estruturado, sem nomes disponíveis no seio do próprio PS local quase inexistente também por sua responsabilidade e agora sem o seu vice-presidente, Paulo Arsénio tem recorrido ao recrutamento interno dentro dos próprios serviços municipais para tentar compor as suas listas, numa tentativa desesperada de manter a candidatura viva. Esta estratégia, além de eticamente discutível, revela a absoluta ausência de renovação, de convicção e de credibilidade do projeto político que apresenta à cidade.
Neste contexto, a resposta dos eleitores, a qualidade das campanhas concorrentes e o impacto de novas forças políticas como o Chega serão determinantes para definir o futuro político de Beja, tudo indica que será um futuro sem Paulo Arsénio.
Eu compreendo, a sério que compreendo. Quando faltam argumentos, ignoram ou ofendem.
Qual foi a parte do meu comentário tão insultuoso e falso? É que não consigo achar nenhuma mentira no que escrevi.
Afinal quem são os candidatos à CM de Beja para além de PA? É que estamos a cerca de 3 meses das eleições e já em quase todo o lado foram apresentadas as listas aos órgãos autárquicos! Calculo que dadas as circunstâncias seja um parto pouco natural! Para quem tem como lema “Por Beja”, “para continuar a fazer”…parece pouco auspicioso este quadro!
27 de Junho de 2025 às 11:25:58
4 anos já foi muito 8 já foi demais 12 será a caminhada para a insignificância de Beja.
Beja não merece este presidente. Beja merece alguém com garra que lute contra o marasmo dos últimos 8 anos.
27 de Junho de 2025 às 14:36:11
Uma correção se me permitem…
Não é inércia de 8 anos… BEJA ESTÁ EM DECADÊNCIA HÁ MAIS DE 35 ANOS!
Beja está em decadência há mais de 35 anos.
Todos os Presidentes que passaram pela Autarquia após o Carreira Marques, limitaram-se a gerir as pequenas obras de manutenção que qualquer Presidente que venha ocupar as funções irá fazer (mudar lâmpadas, pintar, repavimentar, etc… etc…).
Beja depende praticamente de Fundos Europeus para fazer o que quer que seja… e muitas vezes fazem-se obras não fundamentais, que queimam milhões de euros dos Fundos Europeus, que depois apenas servem para tirar fotografias e cair no esquecimento nos anos seguintes.
Beja tem um problema GRAVE de FALTA DE PLANEAMENTO e de total ausência de ESTRATÉGIA.
Beja não sabe o que é, nem o que quer ser no futuro. É tipo uma mercearia. Vai-se gerindo dia-a-dia, de eleições em eleições.
O exemplo mais pragmático que tenho para dar é a não existência de um MUSEU RURAL OU AGRÍCOLA.
Como é que a capital do Baixo Alentejo não têm um museu dedicado aos anos de pobreza e de grande produção cerealífera que mudou na época a paisagem da região? Onde é que os miúdos que hoje nascem podem conhecer o Alentejo com os campos de trigo a perder de vista? Onde é que podem conhecer como era um “monte típico” onde viviam uma família com 7 filhos? Ou uma mesa onde era dividido entre todos um único prato?
Ou as antigas ceifeiras…
Não percebo o TABU sobre esta parte da nossa história.
Pior, é que o que os nossos avós passaram nos campos, estão hoje migrantes a passar… não nos campos dourados de perder de vista, mas nós extensos olivais e amendoais.
A paisagem mudou, mas a pobreza continua. Contudo, parece haver uma ENORME VERGONHA em assumir o nosso passado e transformar esse passado num MUSEU. Um museu onde sejam valorizados todos os nossos antepassados que trabalharam de sol a sol nos campos.
Um museu interativo e que tenha interesse para atrair visitantes. Um Museu que pode e deve estar relacionado com a Ovibeja.
Aqui fica mais uma ideia “de borla”.
27 de Junho de 2025 às 15:58:15
@ATENTO: lamento muito, mas Beja (e o pais no geral) tem o que merece. A populacao de Beja e aversa a qualquer tipo de mudanca, e esta mentalmente presa nos anos 80. A unica solucao seria esperar que as geracoes mais novas maturassem e comecassem tambem a ocupar alguns lugares civicos. O problema ai e que a geracao mais (com razao) baza da cidade mal entra na faculdade.
Beja encontra-se num ciclo vicioso que sera dificil de sair, se e que alguma vez vai sair.
29 de Junho de 2025 às 14:22:59
A entrada do Chega na corrida autárquica em Beja poderá ter um impacto significativo nos resultados de Paulo Arsénio, introduzindo uma nova dinâmica num concelho tradicionalmente dominado pela disputa entre PS e CDU. Esta presença cria uma ameaça real à estabilidade do voto socialista, já enfraquecido por dois mandatos marcados pela estagnação e pela falta de uma visão transformadora para a cidade.
Por um lado, o Chega pode canalizar o descontentamento acumulado contra a governação local e os partidos tradicionais, nomeadamente o PS. Com um discurso populista e direto, é provável que consiga atrair o voto de protesto de eleitores que, de outra forma, se absteriam ou optariam por candidaturas independentes ou à esquerda. Isso representa um risco para Paulo Arsénio, pois pode aprofundar a rejeição ao projeto que representa e esvaziar ainda mais a sua base de apoio.
Por outro lado, a presença do Chega também pode beneficiar o PS, ao dividir o campo da oposição. A fragmentação do voto à direita e nos setores descontentes pode impedir que uma alternativa mais sólida (como a CDU ou o PSD) consiga capitalizar esse descontentamento de forma eficaz. Além disso, o receio do crescimento da extrema-direita pode levar parte do eleitorado de esquerda e centro-esquerda a votar novamente em Paulo Arsénio, num reflexo de voto útil para travar o avanço do Chega.
30 de Junho de 2025 às 12:27:56
Só gostava que alguém me explicasse, de forma séria, qual o verdadeiro risco da extrema-direita. É que parece que anda tudo anestesiado e esquecido que foi a extrema-esquerda que esteve a “co-adjuvar” a esquerda nos últimos anos. E os resultados parece que não foram nada positivos.
Não se esqueçam que quando vão tirar a poeira das memórias de há 50 anos atrás, não olhem só para um lado, recordem-se de Pol Pot’s, Staline’s, Che’s e etc. Sem esquecer o sempre presente enamoramento com organizações terroristas que sempre foi conivente.
Vamos ser sérios, tanto a extrema-esquerda como a extrema-direita moderna, não têm nada a ver com as ideologias de há meio século atrás.
30 de Junho de 2025 às 20:17:53
Se me permitem a pequena arrogância gostaria de dizer que concordo em parte com os quatro primeiros comentários.
O do sr. Américo é um insulto à inteligência e como não sou estúpido de acreditar na equivalência entre uns hippies coloridos, sonhadores e de bom coração e os odiadores (eles próprios se dizem misantropos), raivosos de tudo, militaristas e agressores de indefesos e vulneráveis, ou seja são uns cobardes, não lhe passo cartão.
L.P., exactamente, e incluo o último mandato de Carreira Marques que tem consequências nefastas ainda hoje e perdurarão no futuro. Sugestão para remediar uma tremenda injustiça: Museu Carlos Montes (pintura do próprio).
Rasp., o sistema (os partidos) não deixa e além de Beja ter uma dinâmica clânica, “mafiosa”, de cunhas, conhecimentos e afiliações, ainda mais que Portugal, parece que caiu num ciclo ruinoso em que atingiu (a classe política residente) o seu princípio de Peter. Mas há maneiras.
Analista, um voto útil como nunca se viu, mas pode dar para ps ou psd. E eu tenho a sensação de psd. A ver se não voltamos às praças de jorna (que existem camufladas para os imigrantes).
Atento, tenho uma pessoa que muito estimo que dias antes da primeira vitória de Paulo Arsénio me disse que ele não era um político “strictu sensu”, que tinha esperança nele. Essa esperança durou-me exactamente oito segundos, foi Paulo Arsénio subir ao palanque e falar: – Gostaria de dizer que temos muito orgulho no trabalho desenvolvido pelo executivo do dr. Pulido Valente!
E acabou aí a minha crença em qualquer veleidade de prosperidade e desenvolvimento para este concelho.
1 de Julho de 2025 às 8:06:23
A entrada do Chega é uma faca de dois gumes: tanto pode funcionar como catalisador da queda do PS em Beja, se conseguir mobilizar fortemente o eleitorado descontente, como pode acabar por beneficiar Paulo Arsénio ao dividir a oposição e reativar o voto à esquerda. No entanto, há um fator que não pode ser ignorado: a saída sucessiva de quase todos os que integraram e sustentaram politicamente os dois mandatos de Paulo Arsénio. Este abandono coletivo, que inclui vereadores, colaboradores próximos reforça a imagem de um presidente politicamente isolado e em fim de ciclo.
O caso mais evidente é a não recandidatura do atual vice-presidente, responsável pelas poucas áreas onde se registaram avanços reais na autarquia e a gestão de entidades como a EMAS, Resialentejo e CEBAL. O seu afastamento, por vontade própria e sem explicações públicas, é interpretado por muitos como um sinal de rutura profunda com o rumo seguido por Paulo Arsénio.
Sem apoio político estruturado, sem nomes disponíveis no seio do próprio PS local quase inexistente também por sua responsabilidade e agora sem o seu vice-presidente, Paulo Arsénio tem recorrido ao recrutamento interno dentro dos próprios serviços municipais para tentar compor as suas listas, numa tentativa desesperada de manter a candidatura viva. Esta estratégia, além de eticamente discutível, revela a absoluta ausência de renovação, de convicção e de credibilidade do projeto político que apresenta à cidade.
Neste contexto, a resposta dos eleitores, a qualidade das campanhas concorrentes e o impacto de novas forças políticas como o Chega serão determinantes para definir o futuro político de Beja, tudo indica que será um futuro sem Paulo Arsénio.
2 de Julho de 2025 às 12:14:06
Eu compreendo, a sério que compreendo. Quando faltam argumentos, ignoram ou ofendem.
Qual foi a parte do meu comentário tão insultuoso e falso? É que não consigo achar nenhuma mentira no que escrevi.
2 de Julho de 2025 às 21:56:05
Afinal quem são os candidatos à CM de Beja para além de PA? É que estamos a cerca de 3 meses das eleições e já em quase todo o lado foram apresentadas as listas aos órgãos autárquicos! Calculo que dadas as circunstâncias seja um parto pouco natural! Para quem tem como lema “Por Beja”, “para continuar a fazer”…parece pouco auspicioso este quadro!