Cota: talvez tenhas razão.
Agora o que me parece, é que os comunistas antes de despecirem esses 500 000, vão despedir uns quantos que para lá entraram há 4 anos.
Camarada Espinho os despedimentos na função publica são um problema que afecta alguns países, por exemplo Portugal foi afectado a diferença é que por cá os “comunistas” foram outros, na minha modesta opinião bem mais perigosos que os verdadeiros comunistas e a melhor prova é o que tem feito ao nosso pais nos últimos trinta e muitos anos, enquanto uns entram outros saem e depois uns saem e outros entram e vão brincando aos bancos as ppp e depois quem paga é o funcionário publico mas pronto isso são outras historias que talvez não interessem para aqui.
Quanto a Cuba quando aparece uma noticia do tipo desta a impressa de um modo geral tende a dar um significado uma conotação negativa e talvez devido ao seu anti comunismo primário (chamemos-lhe assim) talvez devido a uma relação de amor e ódio com o vereador da CDU do município de Beja que agora não me recordo o nome o camarada Espinho tem tendência a empolar mais a conotação negativa que muitas vezes as mesma noticias não tem, neste caso concreto de Cuba o que aconteceu simplesmente foi o abrir das portas a iniciativa privada, foi como se o governo cubano abrisse 500 mil vagas para quem quisesse abrir o próprio negocio ou simplesmente continuar no mesmo ramo mas deixando de trabalhar para o estado, desde taxistas, talhantes, sapateiros, cabeleireiros, etc, etc, etc o facto é que o governo cubano não despediu ninguém nem 1 único funcionário publico, ao contrario do que alguma a impressa quis fazer passar a ideia de despedimentos que nunca aconteceram.
13 de Setembro de 2013 às 12:30:14
Agora, até a mim me surpreendeu João.
Por norma o Praça anda sempre na à frente ou na actualidade. Neste caso, foi recuperar uma notícia de 2010.
13 de Setembro de 2013 às 13:41:12
Não é a gestão do Partido Comunista ?
Imaginem o que eles fariam em Beja se eventualmente voltassem.
13 de Setembro de 2013 às 13:55:31
@corbusier – induzido em erro. Já vou à fonte armar estrilho
13 de Setembro de 2013 às 15:08:01
Cota: talvez tenhas razão.
Agora o que me parece, é que os comunistas antes de despecirem esses 500 000, vão despedir uns quantos que para lá entraram há 4 anos.
14 de Setembro de 2013 às 6:11:05
Camarada Espinho os despedimentos na função publica são um problema que afecta alguns países, por exemplo Portugal foi afectado a diferença é que por cá os “comunistas” foram outros, na minha modesta opinião bem mais perigosos que os verdadeiros comunistas e a melhor prova é o que tem feito ao nosso pais nos últimos trinta e muitos anos, enquanto uns entram outros saem e depois uns saem e outros entram e vão brincando aos bancos as ppp e depois quem paga é o funcionário publico mas pronto isso são outras historias que talvez não interessem para aqui.
Quanto a Cuba quando aparece uma noticia do tipo desta a impressa de um modo geral tende a dar um significado uma conotação negativa e talvez devido ao seu anti comunismo primário (chamemos-lhe assim) talvez devido a uma relação de amor e ódio com o vereador da CDU do município de Beja que agora não me recordo o nome o camarada Espinho tem tendência a empolar mais a conotação negativa que muitas vezes as mesma noticias não tem, neste caso concreto de Cuba o que aconteceu simplesmente foi o abrir das portas a iniciativa privada, foi como se o governo cubano abrisse 500 mil vagas para quem quisesse abrir o próprio negocio ou simplesmente continuar no mesmo ramo mas deixando de trabalhar para o estado, desde taxistas, talhantes, sapateiros, cabeleireiros, etc, etc, etc o facto é que o governo cubano não despediu ninguém nem 1 único funcionário publico, ao contrario do que alguma a impressa quis fazer passar a ideia de despedimentos que nunca aconteceram.
14 de Setembro de 2013 às 15:45:51
São mais apressados a contestar coisas doutros lá de fora do que a tomar posição contra atropelos caseiros.