Mais do que os dislates de algumas ( e alguns?) bloquistas, típicos desta siily season, dei conta deste artigo que estranhamente passou despercebido cá pelo burgo, verdade?
A juntar a este facto recorrente, outro ainda mais curioso que já aconteceu pelo menos a 3 pessoas que mo revelaram. Que é não lhe ser cobrado o bilhete de Casabranca até Beja. Um que infelizmente já morreu, o argumento foi a falta de troco.
Será para depois se justificar o seu encerramento, com a falta de passageiros neste troço?
TODOS A VIAJAR DE COMBOIO PARA LISBOA E A PAGAR BILHETE NO TROÇO CASABRANCA – BEJA, JÁ!!!!
Comboios para Beja sem ar condicionado e de janelas fechadas
Por Carlos Dias jornal Público em 13/07/2013
CP acabou com o Intercidades em 2010 e prometeu, em alternativa, uma composição regional com “ar climatizado”.
CP não esclareceu o problema .
Na última semana, quando a temperatura do ar era superior a 40 graus, o comboio que liga a estação de Casa Branca a Beja circulou com o sistema de ar condicionado “avariado” e as janelas “não abriam”.
A denúncia foi feita por João Ramos, deputado do PCP, num requerimento que enviou ao Ministério da Economia, solicitando uma explicação sobre o caso e exigindo que a situação “não se volte a repetir”.
O deputado realça que após a extinção do Intercidades, em 2010, se assiste à “desclassificação efectiva” da ligação entre a estação de Casa Branca e Beja, com a CP a revelar uma “total falta de preocupação” com a qualidade do serviço.
Na passada semana, quem viajou de Lisboa para Beja no Intercidades com destino a Évora “usufruía de condições de conforto até Casa Branca”. Mas ao fazer o transbordo para o comboio regional, afirma, era “brindado” com o sistema de ar condicionado avariado e a impossibilidade de abrir as janelas, quando a temperatura exterior ultrapassava os 40 graus.
Esta situação manteve-se “pelo menos” durante uma semana, diz o deputado, “sem que a CP tivesse substituído as composições”.
O PÚBLICO pediu um esclarecimento sobre o caso ao Gabinete de Comunicação da empresa, mas não obteve qualquer resposta.
Só para que não haja dúvida alguma, que nada tenho contra os cobradores de bilhetes da CP.
Uma profissão digna, honesta e respeitável; essencial não só para que os comboios continuem a funcionar, como sobretudo para ajudar e auxiliar os passageiros.
O que eu queria referir, é o ambiente de “fim de festa” que se verifica no troço entre Beja e Casabranca. Consequente à decisão de não eletrificar esta linha. E que visa sem dúvida criar todas as condições para num futuro mais ou menos próximo, justificar o seu encerramento.
Outra atitude que também visa afastar os potenciais clientes, é paragem do comboio na estação de Alvito. A qual fica fora da referida povoação e na sua zona industrial. E que já há muito tempo havia sido encerrada, deslocando-se as pessoas desta vila para o efeito à de Vila Nova da Baronia.
Agora a C.P. brinda os seus passageiros, além de serem obrigados a ficar uns quantos minutos parados numa estação fantasma, onde regra geral não entra e nem sai ninguém. A levar com o cheiro pestilento e tóxico da fábrica de reaproveitamento de azeite que para ali foi deslocalizada de Brinches, por as pessoas desta vila não a quererem lá por esse mesmo motivo.
Por último, salientar mais uma vez a estranheza pelo silencio conivente dos autarcas dos concelhos servidos por este troço, que continuam calados, impávidos e amorfos, com todo este grave atendado as interesses sociais e económicos da região e das populações que deveriam servir e defender.
Em vez de como seria seu dever e obrigação, exigir a eletrificação da linha de ferro, o tipo de serviço idêntico ao da linha para Évora, voltar de novo tal como passado a acoplar os comboios de Beja e Évora em Casabranca e até exigir um ramal de S. Matias para o Aeroporto de Beja ou do Alentejo com vista ao seu futuro aproveitamento.
Como lhe queiram chamar, que neste aspeto não sou sectário, quero apenas o mesmo para todos os alentejanos, sejam de Évora ou de Beja.
1 de Setembro de 2013 às 23:32:56
Mais do que os dislates de algumas ( e alguns?) bloquistas, típicos desta siily season, dei conta deste artigo que estranhamente passou despercebido cá pelo burgo, verdade?
A juntar a este facto recorrente, outro ainda mais curioso que já aconteceu pelo menos a 3 pessoas que mo revelaram. Que é não lhe ser cobrado o bilhete de Casabranca até Beja. Um que infelizmente já morreu, o argumento foi a falta de troco.
Será para depois se justificar o seu encerramento, com a falta de passageiros neste troço?
TODOS A VIAJAR DE COMBOIO PARA LISBOA E A PAGAR BILHETE NO TROÇO CASABRANCA – BEJA, JÁ!!!!
Comboios para Beja sem ar condicionado e de janelas fechadas
Por Carlos Dias jornal Público em 13/07/2013
CP acabou com o Intercidades em 2010 e prometeu, em alternativa, uma composição regional com “ar climatizado”.
CP não esclareceu o problema .
Na última semana, quando a temperatura do ar era superior a 40 graus, o comboio que liga a estação de Casa Branca a Beja circulou com o sistema de ar condicionado “avariado” e as janelas “não abriam”.
A denúncia foi feita por João Ramos, deputado do PCP, num requerimento que enviou ao Ministério da Economia, solicitando uma explicação sobre o caso e exigindo que a situação “não se volte a repetir”.
O deputado realça que após a extinção do Intercidades, em 2010, se assiste à “desclassificação efectiva” da ligação entre a estação de Casa Branca e Beja, com a CP a revelar uma “total falta de preocupação” com a qualidade do serviço.
Na passada semana, quem viajou de Lisboa para Beja no Intercidades com destino a Évora “usufruía de condições de conforto até Casa Branca”. Mas ao fazer o transbordo para o comboio regional, afirma, era “brindado” com o sistema de ar condicionado avariado e a impossibilidade de abrir as janelas, quando a temperatura exterior ultrapassava os 40 graus.
Esta situação manteve-se “pelo menos” durante uma semana, diz o deputado, “sem que a CP tivesse substituído as composições”.
O PÚBLICO pediu um esclarecimento sobre o caso ao Gabinete de Comunicação da empresa, mas não obteve qualquer resposta.
2 de Setembro de 2013 às 11:50:12
Só para que não haja dúvida alguma, que nada tenho contra os cobradores de bilhetes da CP.
Uma profissão digna, honesta e respeitável; essencial não só para que os comboios continuem a funcionar, como sobretudo para ajudar e auxiliar os passageiros.
O que eu queria referir, é o ambiente de “fim de festa” que se verifica no troço entre Beja e Casabranca. Consequente à decisão de não eletrificar esta linha. E que visa sem dúvida criar todas as condições para num futuro mais ou menos próximo, justificar o seu encerramento.
Outra atitude que também visa afastar os potenciais clientes, é paragem do comboio na estação de Alvito. A qual fica fora da referida povoação e na sua zona industrial. E que já há muito tempo havia sido encerrada, deslocando-se as pessoas desta vila para o efeito à de Vila Nova da Baronia.
Agora a C.P. brinda os seus passageiros, além de serem obrigados a ficar uns quantos minutos parados numa estação fantasma, onde regra geral não entra e nem sai ninguém. A levar com o cheiro pestilento e tóxico da fábrica de reaproveitamento de azeite que para ali foi deslocalizada de Brinches, por as pessoas desta vila não a quererem lá por esse mesmo motivo.
Por último, salientar mais uma vez a estranheza pelo silencio conivente dos autarcas dos concelhos servidos por este troço, que continuam calados, impávidos e amorfos, com todo este grave atendado as interesses sociais e económicos da região e das populações que deveriam servir e defender.
Em vez de como seria seu dever e obrigação, exigir a eletrificação da linha de ferro, o tipo de serviço idêntico ao da linha para Évora, voltar de novo tal como passado a acoplar os comboios de Beja e Évora em Casabranca e até exigir um ramal de S. Matias para o Aeroporto de Beja ou do Alentejo com vista ao seu futuro aproveitamento.
Como lhe queiram chamar, que neste aspeto não sou sectário, quero apenas o mesmo para todos os alentejanos, sejam de Évora ou de Beja.
2 de Setembro de 2013 às 14:15:57
[…] Destaco este comentário feito aqui: […]