Sobre o uso de máscaras
29 de Abril de 2020
Máscaras Comunitárias : No documento que produziu sobre este assunto, a diretora-geral da Saúde escreve que “a utilização de máscaras pela população é um ato de altruísmo, já que quem as utiliza não fica mais protegido, contribuindo, isso sim, para a proteção das outras pessoas, quando utilizadas como medida de proteção adicional”. Graça Freitas sublinha que a sua utilização deve ser considerada “por qualquer pessoa em espaços interiores fechados com múltiplas pessoas (supermercados, farmácias, lojas ou estabelecimentos comerciais, transportes públicos, etc)”.

Caseiras
A imaginação é o limite para o que é possível fazer em casa. Mas há que ter em conta que o nível de filtragem das máscaras pode variar muito consoante o material usado. De acordo com a argumentação científica reunida pelo Conselho de Escolas Médicas Portuguesas, os sacos de aspirador são o material que tem maior filtragem (86%), mas tornam a respiração mais difícil, com os tecidos de almofada e as t-shirts de 100% de algodão a oferecerem o melhor equilíbrio entre filtragem, respirabilidade e conforto.
MÁSCARAS CIRÚRGICAS

Servem para evitar que o utilizador da máscara contamine as pessoas à sua volta. Não garantem, no entanto, que o utilizador não possa ser contaminado.
A Direção-Geral da Saúde (DGS) recomenda estas máscaras “a todos os profissionais de saúde, a pessoas com sintomas respiratórios e pessoas que entrem e circulem em instituições de saúde”.
De acordo um documento divulgado pelo Conselho de Escolas Médicas Portuguesas (CEMP) que representa todas as faculdades de medicina no país, as máscaras cirúrgicas impedem a saída de 95% das partículas emitidas pelo seu utilizador. Mas filtram, em sentido inverso, apenas 80% a 90% das partículas que entram.










