Arquivo de Abril de 2017

Entrega da declaração do IRS

3 de Abril de 2017

Qual é a melhor altura para entregar o IRS?

Um contabilista aconselha a entregar o IRS sobretudo a partir de dia 10 de Abril para dar algum tempo à Autoridade Tributária de mostrar que o sistema está a funcionar em condições. Historicamente, todas as novas aplicações da Autoridade Tributária precisam sempre de algum tempo até estarem estáveis.

Ao fazer o IRS e a respectiva simulação os valores diferem do e-fatura. Estará correcto?

O e-fatura só tem parte das despesas, aquelas que foram comunicadas pelas entidades através de factura. Mas nem todas lá estão. É o caso das despesas de educação ou de saúde, que são por recibo. Portanto, poderá estar certo. Em caso de dúvida, é sempre fazer manualmente a inscrição de despesas no anexo H.

Leia aqui as respostas a outras dúvidas.

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Bomba mata em São Petersburgo

3 de Abril de 2017


foto: AFP
Mais de uma dezena de mortos e cerca de 45 feridos é o balanço avançado pelas autoridades após a explosão entre duas estações de metro em São Petersburgo. As autoridades russas encontraram e desarmaram uma segunda bomba no metro.

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Diário do Alentejo

3 de Abril de 2017

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Ainda sobre Beja e a força da cunha

3 de Abril de 2017


foto: joão espinho

Escreve um leitor:

“O autor deste comentário tem toda a razão. A cunha e a corrupção são os grandes males da nossa democracia. Há cunhas em todo o lado, no estado central e no poder local mas como todos os partidos têm os seus telhados de vidro, ninguém fala sobre isso. No estado central há cunhas para os militantes, simpatizantes e familiares dos partidos que vão para o governo, PS, PSD e CDS. Há cunhas na saúde, na segurança social, no IEFP, na EDIA, etc. Presidentes de câmara e deputados estão nesta lista, os seus empregos são nestes serviços estatais.
Nas autarquias a situação não é diferente. Basta ir à Câmara de Beja e às empresas ligadas a ela e ver os militantes do PCP ou os familiares dos antigos autarcas admitidos ao longo dos anos. É claro que têm direito a isso, mas não terá havido favorecimentos em relação a outros candidatos? Na administração da EMAS e na Resialentejo essas cunhas não existiram? Ou agora com a intenção de nomear a esposa de um autarca para as Águas do Alentejo, que por acaso até esteve na direção da Arecba e está agora na Resialentejo?
E quanto ao presidente Rocha, que dizer do famoso concurso fantasma para a sua filha que até nos jornais veio, tão grande foi o alarido?
Por isso o comentário está certo mas como sempre os responsáveis políticos da nossa região vão assobiando para o lado como se não fosse nada com eles.”

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Beja – repensar estratégias

3 de Abril de 2017


foto: joão espinho

Outro contributo de uma leitora:

“Preocupa-me ouvir, em crescente, vozes de indignação, de revolta e de insatisfação. Preocupando-me, num (de)grau acima destas, as outras, que também as há, de resignação, aceitação e submissão às políticas regionais e à estagnação não só do Concelho, mas da própria cidade de Beja. Porém, a minha maior preocupação reside numa outra voz praticamente inaudível, aquela que podendo e sendo seu dever fazer-se ouvir, ou sussurra ou se remete-se ao silêncio perante a sua inexpressividade na Assembleia da República.

Se assim acontece, caberá aos autarcas conjuntamente com os munícipes – no caso de Beja em concreto – repensar medidas e estratégias, quer políticas quer urbanas, quer cívicas, que visem a promoção do município e de toda a sua envolvência. Uma união de esforços em sinergia, capaz de elevar uma voz até agora insípida.

Todos nós somos cidadãos de pleno direito. Todos nós temos, ou deveríamos ter uma palavra a dizer. Todos nós podemos contribuir para a melhoria de pontos críticos de uma cidade que é a nossa. Como? Propondo, fazendo, organizando, criando movimentos de cidadãos ou neles participando activamente. Apelando à união de esforços. Não apenas criticando…
É preciso fazer!

Se for necessário recorrer a quem tenha alguma influência direta na Assembleia, então que se recorra. Não nos acanhemos e acobardemos à sombra de nomes maiores. É necessário mover influências. Afinal, na política, tudo é um jogo de interesses. E quer Beja, quer o Baixo Alentejo são (d)o Nosso interesse!Trabalhemos juntos para que possa vir a ser interesse de outros. Não só em caçadas, vinho, comida e fins-de-semana, mas numa óptica de crescimento e investimento público e privado.

Temos quase tudo: temos quase uma AE, temos quase uma ligação ferroviária direta a Lisboa, temos quase um reconhecimento estatal das potencialidades do nosso aeroporto, tivemos quase uma Embraer, tivemos quase uma série de outras empresas a querer sediar-se na nossa cidade… É isso que queremos ser, uma cidade/região de quases?

Enquanto cidadãos, alteremos a nossa postura e passemos a ser o veículo de ligação entre um “quase” já existente e a concretização num futuro próximo.

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Mercado Livre

1 de Abril de 2017


Beja – Largo em frente ao Museu

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