
A Câmara de Beja esclarece:
“A Câmara Municipal de Beja, face às reclamações recebidas dos nossos munícipes, respeitantes a valores constantes na fatura de gás natural, da GALP, por via da Paxgás, informa o seguinte:
O Município de Beja, nos termos da lei, e como outros, cobra às empresas, que utilizam o subsolo, a Taxa de Ocupação do Subsolo (TOS).
Porém, os valores emitidos e cobrados pela Paxgás – GALP, nas faturas enviadas aos seus clientes, foi uma decisão da exclusiva responsabilidade da empresa que, apesar de concessionária de um serviço público, visa a obtenção de lucro.
Esta situação é tão mais grave na medida em que a Câmara Municipal estabeleceu um acordo com a Paxgás – Galp, de forma a que esta pudesse recuperar os seus créditos, num prazo de oito anos, não sobrecarregando os seus clientes com montantes como os que está a impor de uma só vez (num ano), ao arrepio do citado compromisso assumido com o Município.
Felizes os contemplados com gás natural, pois nós, os que vivemos no renovado Centro Histórico, continuamos com as antigas, e mais caras, botijas.
(mais…)