Arquivo de Fevereiro de 2016
Aeroporto de Beja combate desemprego
6 de Fevereiro de 2016Não nos tomem por burros chapados!…
5 de Fevereiro de 2016 
Escreve António Pinho Cardão:
“No princípio, era o fim da austeridade, a aposta no crescimento, através do consumo, a eliminação imediata da CES,inconstitucional, o aumento das reformas, o fim imediato do IVA da restauração, a retoma dos vencimentos dos funcionários, o horário das 35 horas e maná a cair dos céus a todo o momento. Promessas vãs ou logo oneradas por novas exigências. Mas ainda ontem ouvi o 1º Ministro a repetir o fim da austeridade.
(…)
Lembrei-me de uma grande maioria de cidadãos trabalhadores do sector privado que, não vendo os salários aumentados, vêm diminuído o seu nível de vida, graças aos novos impostos que lhes são esportulados.
Tive vergonha. Porque também me lembrei que impostos sobre os combustíveis aumentam os custos empresariais, diminuem a competitividade e fomentam o desemprego.
E tive também vergonha, porque aquela bandeira, a do crescimento do consumo como motor do crescimento foi logo a primeira a ser golpeada por quem a erigiu.
Eu sei, sempre soube, que a elaboração do orçamento é tarefa árdua e complicada e vai exigir sacrifícios. Mas, tenham vergonha, não nos tomem por burros chapados. Façam tudo o que quiserem, mas não nos venham dizer que a austeridade acabou. Se têm algum resto de dignidade.
(ler aqui)
Diário do Alentejo
5 de Fevereiro de 2016Correio Alentejo
5 de Fevereiro de 2016Weiberfastnacht
4 de Fevereiro de 2016É Carnaval
4 de Fevereiro de 2016A capa da Vanity Fair
4 de Fevereiro de 2016
Esta é a capa que a Vanity Fair lançou para a edição Hollywood. Há mulheres de todas as idades e vários tons de pele para enaltecer a diversidade na indústria do cinema. Mas pode ter corrido mal.
Leia Quais são os seis erros desta imagem?
A esquerda não cede a Bruxelas
4 de Fevereiro de 2016Beja está a definhar
3 de Fevereiro de 2016
“(…) Ao longo dos últimos anos Beja tem perdido a todos os níveis. Perdeu população, tem menos serviços públicos, é cada vez menos influente no plano político e nem sequer consegue capitalizar os recentes grandes investimentos feitos pelo Estado, nomeadamente o aeroporto e o Alqueva.
É certo que no caso deste último, se nota uma evolução nos campos em redor da cidade. Há novas culturas e novas indústrias a florescer. Mas isso ainda não trouxe o impacto esperado à cidade. E relativamente ao aeroporto nem vale a pena acrescentar mais uma linha ao que tem vindo a ser escrito nos últimos anos
Por tudo isto, é urgente que haja uma mudança em Beja. De mentalidades e não só. Porque para que a cidade possa sair do marasmo em que se encontra é preciso fazer mais do que festas e outros eventos, enquanto se espera que o desenvolvimento caia do céu. Só uma cidade viva consegue crescer. E a Beja actual dificilmente conseguirá evitar o definhamento”
Carlos Pinto in Correio Alentejo (ler aqui)











