Arquivo de Outubro de 2008

PSD Beja – Para que conste

5 de Outubro de 2008

Não participei no plebiscito que elegeu José Santos como presidente da distrital de Beja do PSD.
O deputado eleito pelo Porto é, embora o desminta, o dono dos votos de Ourique e são esses os votos que o elegem. Só que isso não lhe basta para ser um líder distrital … de Beja.
Sugiro-lhe que se candidate a Presidente da Câmara de Beja. Para que possa aferir da sua força na capital do Distrito. Para sufragar o seu valor. Ourique? É pequeno demais para quem tem ambições distritais, nacionais, ou outras!
Os resultados falam por si: 83% para a lista única, brancos 13%, nulos 6%.
Não conte comigo, Zé dos Santos!

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Célia -56-

5 de Outubro de 2008

Mais uma vez me deparava com uma das muitas fugas de Célia. Confrontá-la com o equívoco do destinatário da mensagem? Questioná-la com o significado dessa missiva?
Sabia antecipadamente as respostas que Célia iria tecer para só me revelar a metade da mentira. Seria o repetir de situações que sempre nos deixavam marcas de amargura. Tentei, nessa noite, equacionar a forma de rompermos a nossa já frágil ligação e evitar que as despedidas se transformassem, de novo, num “olá!”.
Mariana escuta-me os pensamentos, lê-me o olhar como se soubesse exactamente adivinhar o meu próximo passo. “Destruíste as tuas muralhas quando recebeste aquele simples, mas fatal, gostava de passar a noite contigo e agora martirizas-te porque sabes que essa noite já não é contigo?!”. Recordei, por breves momentos, o longínquo diálogo com Célia onde me tentava explicar que “sempre que alguém aparece é mais uma marca que cresce. Para depois, na hora da abalada, esse sinal ficar como uma dor”.
Não foram necessárias muitas palavras para que Mariana me explicasse o conteúdo da mensagem. “Quartos 1302 há-os em todo o lado; podem ser num hotel como na cabine de uma embarcação ou no simples leito onde se faz o amor-sexo; são os que neles se deitam que lhe atribuem o número”. Abraçou-se a mim, de forma diferente das anteriores.
Alguma coisa me fez pensar na verdade da sua descoberta.

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Novos tempos

4 de Outubro de 2008

A vida tem etapas. Necessitamos de ter objectivos para que alguma coisa faça sentido. Quiseram ensinar-me que, a melhor solução, é viver o dia a dia, sem pensar muito no dia que vem a seguir.
Recuso-me a aceitar esta doutrina.
Amanhã, o dia que vem já a seguir, é o ponto de partida.
E lá estarei para atingir o sucesso. Colectivo. Que é o que me dá mais prazer.
(até 24/10 é provável que esta Praça esteja medianamente abandonada. mas estou por aqui)

Qualquer desabafo – o 118 – é aqui.

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A espiral da paciência

4 de Outubro de 2008

Junto ao meu telefone fixo tenho vários objectos que me ajudam a passar o tempo. Quando a conversa se torna aborrecida ou a espera de um call center começa a ser enervante, faço passar o tempo brincando com estes toys. Ultimamente tenho esta espiral mágica como companhia de telefonemas enfastiantes.

Falta-me agora descobrir o antídoto para as longas chamadas de telemóvel. Desconheço a razão, mas sou incapaz de estar quieto no mesmo sítio a falar ao telemóvel. Ao fim de 45 minutos, e quando já me doíam as orelhas, a alma e as pernas, resolvo sugerir liga-me para o fixo. Não sei se fiz bem se fiz mal. Mas ao fim de 5 minutos a espiral deteve-se. Assim como o telefonema.

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A posta adiada

4 de Outubro de 2008

Anda aqui às voltas. Sai, não sai?
Não sai.
É a posta adiada.
Até ao dia em que não sai mesmo.

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Ainda sobre o Colóquio de ontem

4 de Outubro de 2008

Não é fácil descrever a sucessão de emoções. A véspera parecia-me um castelo de cartas que, a qualquer momento, poderia desmoronar. Tudo dependia do meu estado de espírito. Conheço-me suficientemente bem para o poder afirmar.
Sem constrangimentos escrevi de uma assentada a intervenção inicial. Eu queria fazer os agradecimentos que a ocasião exigia e dizer pouco mais. Estava escrito e só a reli no momento da abertura do colóquio.
Estranhamente, o dia de ontem acordou-me com vários sorrisos. E foi com esse estado de espírito que enfrentei a missão. Quem me conhece sabe que eu deveria estar nervoso, ou por isto ou por aquilo, se estariam muitos ou poucos assistentes, se os convidados chegariam a tempo, etc….
Estranhei-me: nada daquilo me bloqueou.
E tudo aconteceu como previsto, como desejado e eu gostei.
Para os que lá não estiveram, partilho aqui o último parágrafo da minha intervenção inicial:

    “Deixo para último lugar aquele que é o agradecimento que me vem do fundo do coração: às minhas filhas por não terem protestado e terem compreendido que o tempo de atenção que lhes é devido foi desviado para esta coisa do blog e deste colóquio. É pensando em vocês, nos vossos amigos e amigas, e em tantas outras crianças e jovens, que estamos aqui hoje. Para que o vosso futuro não seja um deserto.”

Aproveito para agradecer as palavars que me foram dirigidas, quer pelos oradores quer pelos intervenientes da assistência.
Fiz uma promessa e quero cumpri-la.
Quem lá esteve sabe do que se trata.
Obrigado!

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despertar

4 de Outubro de 2008


foto: martin engelbrecht

Chegas encoberta pelo silêncio da noite. No escuro procuras-me e os teus dedos encontram-me.
Desperto nesta alvorada, onde deixaste as tuas nas minhas mãos.

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O Colóquio sobre “A Desertificação do Interior”

3 de Outubro de 2008

Os interessados podem consultar as apresentações de:

– Renato do Carmo
– Jorge Pulido Valente
– Pinho Cardão

Notícia no Correio Alentejo
Notícia Radio Pax

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Bom fim de semana

3 de Outubro de 2008


foto: tkachenko roman

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O dia de hoje

3 de Outubro de 2008

Vai manter-me ocupado, pelo que não sei a que horas aqui voltarei para vos desejar um bom fim de semana.
Mas prometo fazê-lo.
Até logo.

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A Desertificação do Interior

3 de Outubro de 2008

Colóquio divulgado por (a quem agradeço):
– O bom gigante
– Alvitrando
– Hoje há conquilhas…
– Mais imagens que palavras
– O outro crepúsculo
– A fuga do caracol
– Bicho Carpinteiro
– cityb@be
– Photomics
– Beja/Dando Voz aos poetas
– Instantâneos de Beja
– 4R – Quarta República
– Alcáçovas
– Blog do Zig
– Inovação & Inclusão
– Alentejanices
– Beira Medieval
– Neverland

(em actualização)

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É incrível

2 de Outubro de 2008

O desconhecimento que certas entidades têm das boas maneiras. Já não falo de protocolo e relações públicas, coisas inacessíveis a alguns dirigentes.
Falo só de …. educação.
Enfim!

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