Arquivo de Abril de 2008
Acordo ortográfico
8 de Abril de 2008Falar claro
7 de Abril de 2008Convidado a pronunciar-se sobre eventuais candidatos PSD à Câmara Municipal de Beja, Amílcar Mourão, presidente da Distrital, remeteu a decisão para a respectiva concelhia, como, aliás, está previsto nos regulamentos internos do Partido.
Porém, a mesma leitura não foi feita no que se refere a Ourique: “o presidente da distrital de Beja do Partido Social Democrata reafirmou que José Raul dos Santos, pelo trabalho desenvolvido naquele concelho, é o melhor candidato do PSD.”
Percebe-se. Ourique controla a Distrital e esta está em Ourique. Alguém tinha dúvidas?
pérolas por mail
7 de Abril de 2008send me a letter
7 de Abril de 2008Domingo #70
6 de Abril de 2008Encontro de Karting Cidade de Beja
6 de Abril de 2008sem título
5 de Abril de 2008Beja
4 de Abril de 2008Bom fim de semana
4 de Abril de 2008imagens que falam
4 de Abril de 2008O Olhar de … Miguel Almeida
4 de Abril de 2008
foto: joão espinho
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Os rostos cansados, dos velhos, que já foram jovens, lembram-se lá ao longe dos sonhos que tiveram e não realizaram nem metade deles. Rostos cansados, dos dias solarengos, das noites ao relento, do vinho que beberam, das noites de folia, dos bailaricos, e de namorarem à janela das suas cachopas. Rostos cansados de tantos anos a fazer o mesmo, sempre o mesmo.
Levantar, passear pelos campos os animais, entreterem-se com as brincadeiras dos cães que ainda guardam as poucas ovelhas que ainda têm, que o tempo hoje não é para pastores, é para os computadores. Já nada é como antigamente. Deitam-se, os ossos já rangem, os comprimidos, se é que têm dinheiro para os ter, tomam, para descansarem. Rostos cansados, mas cheios de sabedoria e experiência da(e) vida. Isso ninguém lhes tira. Rostos cansados, mas cheios de histórias para contar, de coisas que eu já não sei o que são, de coisas que nunca ouvi falar, de coisas que só estão na minha imaginação, porque nunca as vivi. Rostos cansados que nos lembram que temos um passado, de vivermos o presente, para depois, contarmos ao futuro, como eles a nós, o passado. De rostos cansados…
Miguel Almeida










